Barra
Connect with us

Notícias Corporativas

Cassino é a nova patrocinadora do Programa do Ratinho 

Published

on

Casa de apostas que pertence ao Grupo Ana Gaming terá ações durante o “Gol Show” no programa do SBT 

A Cassino (Cassino.bet.br) é a nova patrocinadora do programa do Ratinho, no SBT. A marca, que pertence  ao Grupo Ana Gaming, grupo consolidado no segmento de iGaming no Brasil, terá suas ações veiculadas durante o quadro “Gol Show”, exibido às terças-feiras durante o programa que é um dos líderes de audiência da emissora. 

Além das ações no quadro, a marca conta com testemunhal do apresentador e publicações na rede social do programa no dia da exibição. O contrato com a emissora foi assinado na última semana e segue vigente até o fim de 2025.

O quadro traz duas grandes paixões do brasileiro: o futebol e a aposta esportiva para entretenimento. Dentre as entregas no programa, a marca contará com testemunhal de 60 segundos e exibição de QR Code na tela. 

O “Gol Show” retrata fielmente um campo de futebol e sua torcida (plateia). Diversas peças e ativações serão personalizadas com a logomarca da Cassino como o uniforme das bailarinas, a bola de futebol, o placar de campo, o placar da rodada e a roleta de prêmios. E em ativações especiais poderá contar ainda com o apoio dos embaixadores da Cassino, como os ex-jogadores e influenciadores como: Edmundo, Vagnão, MauMau, Júlio Balestrin, Letícia Esteves entre outros.

Para André Viana, CEO da Cassino, ações como o “Gol Show” são importantes para o posicionamento da marca e a divulgação dos produtos em larga escala. “Acreditamos que o programa do Ratinho é uma parceria que conversa com a nossa marca e público, misturando entretenimento e diversão, sempre com bom humor. Uma das atrações mais vistas do SBT, é uma grande oportunidade de divulgar as ações da Cassino. Temos certeza que será uma parceria de sucesso para este ano”. 

SOBRE A CASSINO

A Cassino é uma das principais plataformas de apostas online no Brasil, integrando o grupo Ana Gaming, que busca oferecer uma experiência inovadora e envolvente aos jogadores. Em sua primeira exposição no futebol, fortalece a presença do grupo junto às marcas 7K e Vera, já atuantes no esporte. A Cassino se destaca por segurança, suporte humanizado e recursos como Missões, Torneios e Saques Instantâneos, além de parcerias com a Cactus Gaming para tecnologia avançada. Comprometida com o Jogo Responsável, colabora com entidades como IBIA e GLI e conta com embaixadores renomados, incluindo Edmundo, Edilson e Wanderlei Silva

https://cassino.bet.br

SOBRE ANA GAMING

O Grupo Ana Gaming se consolida como um ecossistema completo e inovador no setor de jogos online e apostas esportivas. Detentor das renomadas plataformas 7K (7k.bet.br), Cassino (cassino.bet.br) e Vera (vera.bet.br), o grupo vem se destacando pela experiência premium oferecida aos usuários e pelo compromisso com a transparência e a integridade do mercado. Regulamentada e autorizada a operar no Brasil, a empresa tem expandido sua atuação através de parcerias estratégicas e investimentos expressivos em grandes campeonatos nacionais, consolidando-se como um dos principais players do setor. Alinhada às melhores práticas internacionais, a Ana Gaming reforça seu compromisso com o Jogo Responsável e a integridade esportiva, sendo membro da International Betting Integrity Association (IBIA) e apoiando iniciativas de combate à manipulação de resultados.

https://anagaming.com.br.

Continue Reading
Advertisement

Notícias Corporativas

Dra Magna Damázio a guardiã das PMEs endividadas

Published

on

Em um Brasil onde 8,1% da população rural enfrenta inadimplência (alta de 1,1% anual, com produtores sem cadastro rural em 10,5%), o superendividamento chega ao campo via frustrações de safra, clima extremo e crédito caro, ameaçando 8 milhões de PMEs urbanas e rurais. A Dra. Magna Damázio, advogada com 10+ anos em Direito Bancário via Damázio Advocacia (PE), surge como guardiã do judiciário: suspende abusos, garante alongamento de dívidas rurais (Súmula 298/STJ) e aplica Lei 14.181 para unificar débitos em planos viáveis de 60 meses, protegendo patrimônio familiar e empregos.

Fundadora de dois escritórios, Dra. Magna já resgatou sonhos de superendividados urbanos e agora estende expertise ao agro familiar, onde arrendatários lideram inadimplentes por margens apertadas e grandes produtores arriscam demais (9,2%). Sua estratégia administrativa evita judicialização: mapeia juros abusivos em cartões consignados, DDA indevidos e financiamentos predatórios, homologando acordos que respeitam a sazonalidade rural (Lei 4.829/65). Clientes agro relatam: “De safras perdidas a planejamento tranquilo”, transformando noites de medo em fluxo de caixa restaurado.

“Produtor rural superendividado tem direito ao alongamento, não é favor do banco, é lei que salva safra, família e economia local”, afirma Dra. Magna Damazio, cuja trajetória de servidor endividado a referência ressoa com mulheres líderes equilibrando campo, CNPJ e lar. AgroScore caiu para 605 pontos em 2025, com custos elevados e commodities voláteis; ela blinda PMEs contra bancos que ignoram riscos inerentes, promovendo justiça restaurativa em estados como RS (4,9% inadimplência) a AP (19,5%)

Mulheres visionárias do agro e varejo imaginam filhas vendo mães produtoras renascerem sem penhoras ou recuperações judiciais, sofisticação emocional que Dra. Magna entrega, conectando Manual de Crédito Rural a realidades de Olinda a fazendas invisíveis no CAR/CAFIR. Destaque por prevenção jurídica, ela eleva pequenas e médias empresas de crise a legado sustentável, gerando empregos onde a economia respira.

Junte-se ao movimento rural-empresarial e sinta a lei virar oxigênio para sua safra ou negócio. Qual dívida sufoca sua PME/produtor hoje? Quando começamos a ter mais clareza, conseguimos enxergar esperança judicial.

Continue Reading

Notícias Corporativas

Marca pioneira, Little Duck expande produção e fortalece liderança em cama montessoriana no Brasil

Published

on

A Little Duck, marca pioneira no Brasil na fabricação de camas montessorianas 100% em espuma com a tecnologia exclusiva GROWTECH, inicia um novo ciclo de expansão para acompanhar o aumento consistente da procura por móveis infantis seguros, modernos e funcionais. A empresa, conhecida por estimular autonomia e proporcionar independência desde os primeiros anos de vida, vem reforçando sua estrutura interna e ampliando seus processos operacionais.

Desenvolvidos inteiramente em espuma de alta densidade, os produtos da marca eliminam quinas rígidas e garantem um ambiente mais seguro para bebês e crianças. Esse diferencial tem ampliado a presença da Little Duck no mercado e consolidado sua posição como referência nacional em mobiliário infantil inovador.

Para conduzir essa nova etapa de crescimento, a empresa anuncia a chegada de um novo diretor de Operações, que terá como missão otimizar a produção, aperfeiçoar fluxos internos e preparar a organização para ampliar portfólio e capacidade produtiva. “Nosso foco é estruturar uma operação que acompanhe o ritmo da marca, preservando qualidade, eficiência e segurança para as famílias que confiam na Little Duck”, afirma o executivo.

Com o propósito de tornar a infância mais acolhedora e estimulante, a Little Duck desenvolve móveis que unem funcionalidade, praticidade e segurança. Suas camas montessorianas tornaram-se o principal destaque do portfólio, combinando estética moderna, conforto e benefícios reconhecidos para o desenvolvimento infantil.

A expansão operacional permitirá reduzir prazos, entregar uma experiência mais completa ao cliente e atender à crescente demanda por móveis infantis seguros. Ao mesmo tempo, a marca avança na criação de novos produtos alinhados às necessidades reais das famílias. “Cada peça é pensada para acompanhar o crescimento das crianças com cuidado e segurança”, reforça a empresa.

Com mais essa fase de investimentos, a Little Duck fortalece sua atuação no segmento infantil e se posiciona para atender, com ainda mais eficiência, o público que busca mobiliário seguro, moderno e funcional.

Continue Reading

Notícias Corporativas

Reprise da novela Rainha da Sucata inspira a nova era da economia circular no Brasil

Published

on

By

Do plástico ao papel-moeda inutilizado, empresas e iniciativas mostram como a economia circular está movendo empregos, inovação e competitividade de norte a sul.

“Eo, eo…” Basta ouvir os primeiros acordes para muita gente voltar imediatamente a 1990, quando Rainha da Sucata colocou no horário nobre uma protagonista improvável: uma mulher que fez fortuna transformando o que a cidade jogava fora. Maria do Carmo Pereira não era apenas personagem, mas sim, um prenúncio. Três décadas depois, sua história conversa com o que o mundo inteiro finalmente entendeu: o que chamamos de “lixo” pode ser, na verdade, uma solução.

A novela mostrava o choque de mundos entre a nova e a velha elite paulistana, mas também trouxe outra mensagem: é possível construir valor, impacto e riqueza a partir de resíduos. Em 2025, quando o planeta discute a urgência climática com mais intensidade do que nunca, essa leitura soa quase profética.

Hoje, a trama se repete, só que longe dos estúdios. Cooperativas, indústrias e projetos tentam transformar “sucata” em inovação. De acordo com a ABIPLAST, em seu último relatório “Perfil 2025”, recicladoras brasileiras processaram 1,55 milhão de toneladas de resíduos em 2024, um avanço de 12%.

Para Augusto Freitas,  Presidente Executivo da Cristalcopo e fundador do Recicla Junto — iniciativa que já ressignificou mais de 480 mil kg de resíduos —, o país mais do que nunca precisa se apoiar na economia circular: “Sustentabilidade e competitividade agora caminham juntas. O resíduo deixa de ser problema e passa a ser solução econômica, social e ambiental. Estamos conectando empresas e pessoas em torno de um propósito comum: fazer o planeta durar mais.”

E os números confirmam. Cada tonelada de plástico reciclado gera trabalho para 3,16 catadores, como divulgado pelo relatório. Ademais, a reciclagem mecânica emprega diretamente 16,7 mil pessoas, impulsionada por novas tecnologias de lavagem e extrusão. Estados como São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul já despontam como polos de produtividade e qualidade.

No campo econômico, o enredo é ainda mais promissor. A Ambipar estima que a economia circular pode injetar R$11 bilhões por ano no país e gerar 240 mil novos empregos até 2040, apenas com o reaproveitamento de materiais que hoje vão para aterros. Globalmente, segundo a Fundação Ellen MacArthur, o potencial chega a US$4,5 trilhões em benefícios econômicos até 2030.

Como diria a própria Maria do Carmo, “isso não é pouca coisa, não”.

A indústria está se adaptando a esse novo capítulo: seis em cada dez empresas brasileiras adotam práticas de economia circular, segundo a CNI. Reciclagem, uso de matéria-prima secundária e o desenvolvimento de produtos mais duráveis lideram as ações.

E se tem algo que o consumidor brasileiro aprendeu, foi a escolher empresas que assumem responsabilidade. A pesquisa Resíduos Eletrônicos no Brasil 2025 mostra que 85% dos brasileiros preferem marcas que investem em logística reversa. Para as organizações, os ganhos são claros: redução de custos de descarte, conformidade ambiental, fortalecimento da reputação e avanço em métricas ESG.

Segundo Patrício Malvezzi, CEO da Equipa Group e fundador do Instituto Tran$forma – projeto de economia circular que reaproveita cédulas de papel-moeda inutilizadas como matéria-prima para novos produtos –  cada material tem o potencial de viver novos ciclos: “Transformamos resíduos de papel moeda em novos recursos, prolongando a vida útil dos materiais e dando um novo ciclo ao dinheiro que antes era descartado. Nosso projeto exclusivo converte papel-moeda em mobiliário, decoração, arte e peças funcionais, desde de um Cristo Redentor feito com poliéster ou filamentos de 3D até a cadeira desenvolvida com a Seat&Co. As possibilidades são inúmeras e realizar esse tipo de transformação, mostra ao mundo um modelo que equilibra impacto social, ambiental e econômico”, afirma o empresário.

No fim, ao revisitar Rainha da Sucata, descobrimos que a ficção antecipa uma discussão que hoje é urgente e global. Em um Brasil que ainda envia toneladas de resíduos para aterros, valorizar práticas circulares não é mais escolha: é sobrevivência, inovação e caminho estratégico.

Assim como Maria do Carmo enxergou riqueza onde muitos viam apenas restos, o país começa a perceber que o futuro pode estar justamente naquele material que a gente insistiu durante décadas em descartar. E, como na novela, talvez a grande virada esteja em aprender a olhar de novo para aquilo que sempre esteve diante de nós.

Continue Reading

Trending

Copyright © MoneyFlash - Todos os Direitos Reservados. Site Parceiro do Terra