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Saúde

Do controle do açúcar no sangue a retardar o envelhecimento: Nutricionista Vitória explica os benefícios do Jejum Intermitente

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Vitória Bernardinelli - Foto: Dafnis Lino Santos Jr

Vitória Bernardinelli, nutricionista integrativa da Clínica de Nutrição VB, em São Paulo, explica os benefícios da técnica que intercala horas de jejum e de alimentação.

Por muito tempo, comer a cada três horas foi uma regra principal para uma alimentação adequada. No entanto, nos últimos anos pesquisas de todo o mundo apontam para os benefícios de uma técnica exatamente oposta: o jejum intermitente.

‘’É uma estratégia alimentar que intercala períodos de jejum com janelas de alimentação e que tem como objetivo fazer o corpo utilize seus estoques de gordura, explica a nutricionista Vitória.

Essa queima de gordura não está associada apenas a redução do consumo calórico, mas também a alterações nos hormônios causados pelo processo. De acordo com Vitória Bernardinelli, ao permanecer por muitas horas sem comer, os níveis de insulina e glicemia no sangue são reduzidos, facilitando o uso da gordura acumulada pelo corpo.

De acordo com uma pesquisa publicada pela National Library Of Medicine, o jejum de curto prazo pode aumentar o metabolismo aumentando os níveis do neurotransmissor no repinefrina, o que pode aumentar a perda de peso.

Vitória Bernardinelli - Foto: Dafnis Lino Santos Jr

Vitória Bernardinelli – Foto: Dafnis Lino Santos Jr

Outro estudo publicado pela World Journal of Diabetes analisou 10 pessoas com diabetes tipo 2 e mostrou que o jejum intermitente de curto prazo diminuiu significativamente os níveis de açúcar no sangue. Por esse mesmo motivo, pra quem não segue esse método mas esta em fase de emagrecimento, é importante ingerir alimentos com baixo índice glicêmico, principalmente na primeira refeição do dia, com frutas como morango e abacate e cereais, ressalta a nutricionista.

Além de melhorar a resistência a insulina, o jejum ajuda combatendo a inflamação. Alguns estudos descobriram que o jejum pode diminuir vários marcadores de inflamação e pode ser útil no tratamento de condições inflamatórias. ‘’Embora a inflamação aguda seja um processo imunológico normal usado para ajudar a combater infecções, a inflamação crônica pode ter sérias consequências para sua saúde’’ explica Vitória.

O jejum tem sido associado a um menor risco de doença cardíaca coronária e um dos seus benefícios é reduzir a pressão arterial, os triglicerídeos e os níveis de colesterol.

Em particular, estudos em animais sugerem que o jejum pode melhorar a função cerebral, aumentar a síntese de células nervosas e proteger contra condições neuro degenerativas, como doença de Alzheimer e Parkinson, e também o pode ser eficaz para aumentar a longevidade e retardar o envelhecimento.

Vitória Bernardinelli – Foto: Dafnis Lino Santos Jr

A nutricionista Vitória Bernardinelli explica como começar. ‘’O jejum intermitente pode ser dividido em subcategorias , como jejum em dias alternados, que envolve comer em dias alternados, ou alimentação com restrição de tempo, o que implica limitar a ingestão a apenas algumas horas por dia.’’

Além disso, no período sem alimentação é preciso manter-se hidratado e com alimentos ricos em nutrientes durante os períodos de alimentação para maximizar os potenciais benefícios à saúde. Água com e sem gás, chá e café sem adoçante ou açúcar são permitidos durante todo o tempo.

Mesmo com benefícios comprovados, a nutricionista destaca que cada organismo pode apresentar uma resposta diferente, dependendo da interferência de outros fatores. ‘’ O jejum intermitente não elimina a necessidade de uma alimentação adequada e balanceada. A melhor estratégia é totalmente individualizada e deve ser pensada junto a um profissional da saúde.’’ Encerra Vitória.  

Vitória Bernardinelli – Foto: Dafnis Lino Santos Jr

Sobre Vitória Bernardinelli

Formada em Nutrição, membro da ASBRAN, entre outros eventos do seguimento, participou do III Congresso Brasileiro de Comportamento alimentar, Alimentação e Saúde. A nutricionista tem se destacado pelo trabalho na saúde preventiva e qualidade de vida com foco em longevidade e emagrecimento. Ela que já era referência em cidades do interior paulista, hoje está conhecida em todo Brasil pelo conteúdo informativo e integração com seus seguidores que a acompanham diariamente em suas redes sociais.

A nutricionista também dedica seu tempo para postar dicas, um pouco do seu estilo de vida e receitas saudáveis no Instagram @nutrivitoriabll e Facebook Nutricionista Vitória Bernardinelli.

Vitória Bernardinelli - Foto: Dafnis Lino Santos Jr

Vitória Bernardinelli – Foto: Dafnis Lino Santos Jr

FONTES:

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10837292/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5394735/

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17306982/

Saúde

Entre ruídos e conversas interrompidas, Espaço da Audição observa novo padrão auditivo entre jovens

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O uso constante de fones de ouvido tornou-se um traço marcante do cotidiano de jovens e adolescentes. Presente em deslocamentos, estudos, trabalho e lazer, o hábito acompanha mudanças na forma como essa geração se relaciona com o som, com o ambiente e com as interações sociais. Especialistas em saúde auditiva começam a observar sinais de alerta associados a essa rotina de escuta contínua.

Em ambientes urbanos ruidosos, muitos jovens recorrem aos fones como forma de concentração ou isolamento. O problema surge quando o volume elevado e o uso prolongado passam a ser frequentes, geralmente para competir com o barulho externo. Esse comportamento tem sido associado a queixas como fadiga auditiva, dificuldade de atenção e desconforto após longos períodos de escuta.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já aponta a exposição prolongada a sons intensos como um dos principais fatores de risco evitáveis para alterações auditivas. Entre jovens, o risco aumenta quando os fones são utilizados sem pausas e sem atenção aos limites seguros de volume.

Além dos impactos físicos, especialistas observam reflexos comportamentais. O uso contínuo de fones contribui para a redução de interações presenciais, interrupção de conversas e maior isolamento social. Situações como dificuldade de manter diálogos e menor atenção ao ambiente tornam-se comuns e, muitas vezes, naturalizadas.

No Brasil, o tema ainda recebe pouca atenção sob a perspectiva da prevenção. Muitos jovens associam esses sinais apenas ao cansaço do dia a dia, adiando a busca por orientação especializada por não perceberem perdas auditivas evidentes.

O Espaço da Audição (@espacodaaudicao), rede especializada em soluções auditivas, tem acompanhado esse movimento no atendimento a um público cada vez mais jovem. “Observamos pessoas que usam fones por muitas horas ao dia e começam a relatar cansaço auditivo, desconforto e dificuldade de concentração. Esses sinais não devem ser ignorados”, explica Ariane Bonucci, fonoaudióloga, mestre em Ciências Médicas e sócia-fundadora da empresa.

Especialistas reforçam que a prevenção passa por práticas simples, como o controle consciente do volume e a adoção de intervalos regulares ao longo do dia. A conscientização sobre hábitos de escuta seguros surge como um passo essencial para preservar a saúde auditiva.

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Saúde

Dr. Gilson Hiroshi Yagi consolida carreira internacional e se destaca como referência em medicina regenerativa e longevidade

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Em um cenário onde a medicina evolui rapidamente, Dr. Gilson Hiroshi Yagi, aos 49 anos se destaca como um dos profissionais que estão redesenhando o futuro da saúde.
Médico desde 2005, formado na faculdade de Medicina PUC Campinas, ele atua com foco em medicina regenerativa, nutrologia avançada e psiquiatria aplicada, atendendo pacientes que buscam soluções de alto nível e tecnologia biomédica sofisticada.

Em Dubai, Dr. Gilson construiu uma carreira internacional sólida, atuando em três grandes eixos globais: Oriente Médio, Ásia e Oceano Índico. No Japão, desenvolve protocolos voltados à medicina de precisão e alta performance. Na China, trabalha diretamente com biotecnologia avançada e terapias celulares emergentes. Já nas Maldivas, lidera programas exclusivos de longevidade e bem-estar para pacientes internacionais.

Sua atuação se estende também ao campo da inovação científica. Como médico consultor da Roumai Medical, grupo suíço-chinês líder em biotecnologia celular, participa do desenvolvimento de produtos biológicos e de novos modelos terapêuticos que apontam para o futuro da medicina regenerativa.

Especialista em exossomos, terapias celulares, protocolos neurocognitivos, psiquiatria de performance e tratamento de doenças complexas, Dr. Gilson atende um público que busca não apenas tratar doenças, mas otimizar a saúde, prolongar a funcionalidade e melhorar a qualidade de vida.

Com visão global, sólida bagagem clínica e domínio das inovações médicas contemporâneas, Dr. Gilson Hiroshi Yagi se consolida como uma referência internacional e um dos médicos mais preparados para ocupar espaço na televisão e nos grandes debates sobre saúde e longevidade.
Atualmente atendendo em Dubai, Shenzhen , Osaka, Maldivas e Brasil.
@dr_gilsonhiroshi

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Saúde

Dr. Saulo Nader explica: quando a tontura não é “labirintite”, e sim um sinal de alerta

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Por Dr. Saulo Nader – Neurologista


A internação da Ministra Marina Silva nesta terça-feira (15/04), após um episódio de queda de pressão e tontura durante um evento público, trouxe à tona uma queixa que atinge milhares de pessoas no dia a dia: a tontura repentina por queda de pressão.

“O que muita gente chama de ‘labirintite’ pode, na verdade, ter outra causa. Uma delas é um defeito da pressão arterial, gerando o que se chama a Lipotimia”, explica o neurologista Dr Saulo Nader, expert em tontura pela USP, membro da Bárány Society, a sociedade internacional de tontura e vertigem.

De acordo com Nader, a Lipotimia é uma sensação de quase desmaio, inclusive pode evoluir para perda de consciência, a síncope, em alguns casos. Ela costuma ocorrer com sensação de tontura, sudorese, frio e escurecimento visual, como se fosse desmaiar, mas não desmaia. Exatamente o que a ministra relatou sentir.

Mas o que causa isso?

As razões mais comuns são bem mais frequentes do que se imagina:  

– Medo ou dor intensa;
– Estresse excessivo;
– Calor extremo;
– Levantar-se bruscamente (hipotensão ortostática);
– Situações simples como urinar, engolir ou tossir;
– Problemas cardíacos, que seria o mais grave.

Dr Saulo Nader ressalta ainda que a Lipotimia pode acontecer em qualquer idade. É importante: em alguns casos, ela é sinal de algo mais sério. Vale sempre buscar ajuda se algo assim está ocorrendo e te incomodando.

“Se você sente tontura com frequência, tem episódios de escurecimento da visão ou já chegou perto de desmaiar, vale procurar um médico com expertise em tontura ou um cardiologista. A tontura não deve ser normalizada, pois ela é um sinal de que algo no seu corpo precisa de atenção”, alerta o neurologista conhecido nas redes sociais como @doutortontura.

A pronta recuperação da ministra é um lembrete importante: a saúde precisa ser levada a sério, principalmente quando o corpo emite sinais claros de que está sobrecarregado.

Saiba mais no canal Neurologia e Psiquiatria @NeurologiaePsiquiatria:  vídeo mais explicativo sobre Lipotimia no Youtube:

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