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Boliche residencial ganha destaque em casas de praia, mansões e edifícios luxuosos em SP

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Ao longo dos últimos anos, uma tendência luxuosa tem conquistado o coração das celebridades e empresários ao redor do mundo: o boliche residencial. Esse jogo clássico, conhecido pela diversão e competição que possibilita, agora encontra espaço em residências de alto padrão.

A arquitetura de residências de alto padrão tem acompanhado de perto as tendências de entretenimento e lazer para oferecer espaços cada vez mais atrativos aos seus moradores. Nesse contexto, o boliche residencial tem ganhado destaque como uma opção luxuosa e sofisticada, capaz de proporcionar momentos únicos e exclusivos aos usuários.

A adição de uma pista de boliche em projetos de residência traz benefícios significativos, como enfatiza o arquiteto Toledo, proprietário da Toledo ArqDesign: “Uma residência de alto padrão necessita de espaços atraentes não apenas para serem agradáveis e bonitos, mas também para oferecer mais aos filhos e amigos de modo que eles permaneçam em casa e menos nas ruas, o que passa a ser uma tranquilidade a mais em tempos de criminalidade crescente”. Além de ser um ponto de atração e lazer, a pista de boliche promove momentos de confraternização.

A atmosfera do espaço é elevada ao contar com uma pista de boliche personalizada, como ressalta o arquiteto Toledo: “Da forma como fizemos, trabalhando texturas aconchegantes e acústicas, e enfatizando a iluminação cenográfica, a área passou a ser disputada para jogos, drinks e passatempos”.

Na vanguarda desse movimento está a Imply, uma das líderes no segmento em nível mundial. De acordo com Tironi Paz Ortiz, CEO e Fundador da empresa, “o boliche residencial se tornou uma tendência em mansões e condomínios, porque é uma opção de lazer e entretenimento capaz de contemplar todas as idades. É perfeito para reunir a família e os amigos, proporcionando diversão aliada à alta tecnologia”.

O empresário ainda destacou o valor agregador que o Boliche traz: “Sem dúvidas, o boliche residencial valoriza muito o imóvel”, afirmou o executivo. As propriedades que contam com áreas de lazer inovadoras se diferenciam das demais e têm uma grande valorização no mercado. Por isso, cada vez mais, proprietários de imóveis de alto padrão buscam itens de entretenimento para valorizarem seus empreendimentos, sejam eles casas no campo, na praia ou até mesmo prédios em grandes cidades. A seguir, alguns exemplos de pistas nos mais diversos ambientes:

Mansão em São Paulo

Um exemplo desse sucesso é a presença das pistas de boliche residenciais Imply na mansão do famoso youtuber Luccas Neto. Localizada em sua luxuosa propriedade de quatro andares, a pista personalizada se tornou o centro das atenções.

A personalização do espaço de acordo com a proposta do ambiente é mais um dos detalhes que fazem a diferença no projeto. “Elaboramos cada projeto de forma personalizada, com suporte de especialistas em todas as etapas, incluindo o projeto arquitetônico”, ressalta Gilmar Goerck, Executivo de Vendas da Imply no Brasil.

Fazenda no interior

Não existe lugar melhor que o campo para descansar e repor as energias. Ainda mais quando o ambiente é agradável, acolhedor e oferece entretenimento de alta tecnologia.

“Pensando em proporcionar uma experiência divertida para sua família e amigos, um famoso empresário brasileiro, adquiriu uma pista de boliche Green Bowling Imply®️ para sua fazenda. A pista residencial possui pinos e bolas oficiais, e foi dimensionada especialmente para o espaço disponível no local”, comenta o arquiteto. A propriedade fica localizada no interior de São Paulo.

Casa na praia

O litoral paulista é conhecido por suas belas praias e encantadoras paisagens costeiras. E em meio a esse cenário paradisíaco, destaca-se uma linda mansão em arquitetura contemporânea. Luxo absoluto em Ubatuba, a casa espetacular conta com Boliche Imply®️.

Esta imponente residência encanta pelos volumes em balanço com vista para o mar. Da mesma forma combina o uso da madeira, e tons claros que conferem simultaneamente simplicidade e sofisticação. “Todo espaço projetado em tons de madeira gera o conforto e aconchego necessário para bons momentos. Igualmente contrastam com os efeitos visuais coloridos e interativos do Boliche, transformando o ambiente em um centro de lazer completo”, conta Toledo.

Casa no campo

A encantadora cidade de Campos do Jordão, localizada na Serra da Mantiqueira, mais conhecida como a Suíça Brasileira encanta a todos com suas paisagens deslumbrantes. Com vista panorâmica para as montanhas, está incrível mansão coroa a sofisticação com nosso tecnológico boliche.

Com uma vista de tirar o fôlego, o espaço com 2 pistas de Boliche é ideal para momentos entre amigos e família. Equipadas com fantástico sistema Evolution Bowling Show envolvem ainda mais os jogadores em uma atmosfera de diversão inigualável. “Os sensores ao longo da pista mapeiam a bola e por meio de inteligência artificial projetam imagens efeitos 3D que interagem com cada jogada. Um verdadeiro espetáculo que eleva a experiência de jogar Boliche a outro patamar”, fala Toledo.

Da mesma forma, os terminais interativos completam o espaço com design arrojado e inovador. Em sua tela touchscreen, permite que os jogadores acompanhem a pontuação e ranking, ativem bumpers, adicionem suas fotos, escolham diferentes idiomas além de outras funcionalidades.

Considerado o maior projeto imobiliário em desenvolvimento da América Latina, o Parque Global traz sofisticação, conveniência e um jeito de morar completamente novo para São Paulo. Com muita tecnologia e luxo, este empreendimento inovador fica ainda mais completo com 3 modernas Pistas de Boliche Imply®️, exclusivas para proporcionar lazer aos moradores

O projeto, que ocupa um terreno de 218 mil m², deve estar concluído em 2030. Com localização privilegiada na Marginal Pinheiros, em frente ao Parque Bruno Covas, o complexo Parque Global abrange um residencial com 5 torres icônicas, incluindo a torre residencial mais alta de São Paulo, com 53 andares.

“As Pistas de Boliche Imply®️ serão a garantia de bons momentos de diversão em família e com amigos. Com alta tecnologia embarcada e um incrível Painel LED FullColor, elevam a experiência de diversão a um novo nível. Cada jogada é acompanhada por um espetáculo de cores, tornando cada momento ainda mais memorável. Entre em contato e saiba mais sobre nossos projetos de Boliche personalizados”, conclui o arquiteto.

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Empresários brasileiros analisam impactos da ampliação de tarifas nos Estados Unidos e apontam caminhos estratégicos

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aturais de Recife e radicados nos Estados Unidos, os irmãos André Carvalho e Raphael Carvalho são fundadores de um grupo empresarial com atuação internacional que emprega centenas de colaboradores. Com trajetória iniciada do zero no mercado americano, onde chegaram em momentos distintos e sem estrutura inicial, consolidaram empresas multimilionárias e hoje também atuam como mentores de empresários e autores best-sellers na área de negócios e liderança.

Diante da ampliação de tarifas sobre importações nos Estados Unidos, os empresários avaliam que a medida vai além de uma questão tributária e pode alterar de forma significativa a dinâmica financeira e estratégica de empresas de diferentes portes.

Para André, o primeiro reflexo do aumento tarifário é direto no custo estrutural das empresas. Quando o governo eleva tarifas, aumenta o custo de entrada de produtos, matérias-primas e insumos no país, impactando o COGS (Cost of Goods Sold) de indústrias, varejo e até empresas de serviços que dependem de equipamentos, químicos, tecnologia ou peças importadas.

Segundo ele, o efeito imediato costuma ser a compressão de margem. Empresas que já operam com margens mais ajustadas precisam decidir entre absorver o custo e reduzir lucro, repassar o aumento ao consumidor e arriscar perder competitividade ou buscar novos fornecedores, o que nem sempre é simples ou viável no curto prazo.

Ele também destaca a volatilidade na cadeia de suprimentos. Fornecedores internacionais tendem a revisar contratos, prazos e preços, podendo gerar ruptura de estoque ou necessidade de antecipação de compras para evitar novos aumentos, o que impacta fluxo de caixa e planejamento financeiro. Para pequenas e médias empresas, especialmente negócios de imigrantes que operam com menor capital de giro, o impacto pode ser ainda mais sensível devido à menor capacidade de negociação e proteção financeira.

Na avaliação de Raphael, o cenário exige uma leitura estratégica mais ampla. Para ele, o aumento de tarifas força o empresário a repensar sua cadeia de valor e reduzir dependências excessivas de fornecedores estrangeiros, além de estimular a busca por sourcing doméstico ou regional, reestruturação de contratos de longo prazo e ganhos de eficiência operacional para compensar custos maiores.

Ele também observa que, em alguns casos, a ampliação de tarifas pode estimular a produção interna, criando oportunidades para empresas que atuam em setores como manufatura, construção, logística e manutenção. Por outro lado, alerta para possível impacto inflacionário caso os custos sejam amplamente repassados ao consumidor, o que pode reduzir demanda e exigir ajustes na estratégia comercial e na proposta de valor.

Para os empresários, a ampliação de tarifas nos Estados Unidos não é apenas uma questão de custo, mas de posicionamento. Empresas que operam apenas de forma reativa tendem a sofrer mais, enquanto aquelas que contam com estrutura financeira, análise de dados e visão de longo prazo podem transformar um ambiente protecionista em vantagem competitiva.

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Por que empresas estão recusando contratos mesmo em um mercado aquecido?

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O contador e CEO da Trivium Cláudio Lasso explica que as empresas não conseguem expandir por escassez de mão de obra qualificada

O cenário é contraditório à primeira vista. O Brasil vive um mercado aquecido, com demanda ativa em diversos setores, mas um número crescente de empresas tem recusado contratos, adiado projetos e limitado sua expansão. O motivo não é falta de clientes. É falta de gente preparada para executar.

“A escassez de mão de obra qualificada se tornou um dos principais gargalos operacionais do empresariado brasileiro. Mesmo com taxas de desemprego relativamente baixas, os empresários enfrentam dificuldades para preencher vagas básicas e técnicas. O problema deixou de ser conjuntural. Ele é estrutural”, explica o contador e CEO da Trivium Cláudio Lasso

Lasso diz que na prática, muitas empresas chegaram ao limite da capacidade operacional. “Sem profissionais suficientes ou minimamente preparados, aceitar novos contratos significa assumir risco de atraso, quebra de padrão de entrega e desgaste com clientes. Para preservar reputação e caixa, a decisão passa a ser recusar crescimento”.

O contador explica que um dos fatores centrais é o desalinhamento educacional. “O Brasil forma poucos jovens com qualificação técnica ou profissionalizante. Enquanto países da OCDE têm entre 35% e 65% dos jovens nesse tipo de formação, o Brasil gira em torno de 11%. Isso cria um vácuo entre o que o mercado precisa e o que a força de trabalho entrega”.

Outro ponto relevante, de acordo com Cláudio Lasso, é a mudança no perfil e nas expectativas dos trabalhadores. “Cresce a preferência por trabalhos flexíveis, digitais e com menor rigidez de jornada. Modelos tradicionais, como escala 6×1 e atividades operacionais presenciais, enfrentam rejeição crescente. O resultado é um choque entre a estrutura das empresas e as escolhas individuais dos profissionais”.

De acordo com o empresário, o mercado aquecido amplia ainda mais o problema. Com poucas pessoas qualificadas disponíveis, a competição por mão de obra se intensifica. Ele afirma que isso pressiona salários, benefícios e condições de trabalho, elevando custos operacionais. Empresas menores e médias sentem esse impacto de forma mais aguda.

“A alta rotatividade fecha o ciclo negativo. Funcionários entram, saem rapidamente e desestimulam o investimento em treinamento. Sem estabilidade mínima, a empresa não consegue formar pessoas internamente nem criar cultura operacional consistente. O resultado é perda de produtividade e retrabalho constante”.

Ele aponta que os setores mais afetados já sentem isso de forma clara. Construção civil, varejo ampliado, indústria e serviços operam com níveis elevados de dificuldade para contratação. Em muitos casos, obras atrasam, lojas reduzem horário de funcionamento e contratos são adiados ou cancelados.

“Diante desse cenário, empresas têm sido forçadas a agir. Melhoria de salários, ampliação de benefícios, revisão de jornadas, investimento pesado em treinamento interno e processos seletivos mais rápidos tornaram-se medidas de sobrevivência, não de diferenciação”.

Cláudio Lasso esclarece que o ponto central é que o crescimento deixou de ser apenas uma decisão comercial. Ele passou a depender diretamente da capacidade de formar, reter e organizar pessoas. Sem estrutura humana, não há escala possível.

“Empresas que não entenderem esse movimento continuarão presas a um paradoxo perigoso: demanda existe, mercado quer comprar, mas o negócio não consegue operar. Em um ambiente assim, crescer sem estrutura deixa de ser oportunidade e passa a ser risco”, conclui.

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Mentalidade empresarial ainda é principal barreira para crescimento no mercado de limpeza nos Estados Unidos, avalia CEO brasileira

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O mercado de serviços de limpeza nos Estados Unidos segue em expansão, impulsionado pela alta demanda por terceirização, pela profissionalização do setor e pelo crescimento de pequenos e médios negócios liderados por imigrantes. Ainda assim, um fator segue limitando o avanço de muitas empresas: a mentalidade de quem empreende. A avaliação é de Núbia Gonçalves, CEO da Pink Cleaning, empresa de limpeza profissional com atuação nos Estados Unidos.

Segundo a executiva, um dos principais erros cometidos por empreendedores do segmento especialmente estrangeiros é não se reconhecerem como empresários, tratando o negócio apenas como uma atividade operacional.

“Enquanto a pessoa não se enxerga como empresária, não existe mudança real. O trabalho continua sendo visto como algo temporário ou secundário. Sem essa virada de identidade, não há expansão, porque o próprio dono centraliza tudo e não ocupa a cadeira da gestão”, afirma.

Núbia explica que o crescimento sustentável começa antes dos resultados financeiros, a partir de uma mudança interna de postura e visão estratégica. Para ela, a dificuldade de escalar o negócio está diretamente ligada à tentativa de fazer tudo sozinho, sem separar operação e administração.

“Quando percebi que não conseguia mais operar e administrar ao mesmo tempo, entendi que precisava estudar e transformar minha mentalidade. A partir dessa mudança interna, tudo começou a se reorganizar externamente. A forma como eu me via mudou, e o crescimento veio como consequência”, destaca.

A CEO também chama atenção para a falta de profissionalização que ainda marca parte do setor. De acordo com ela, muitos empreendedores acabam limitados por crenças antigas sobre a indústria de limpeza, o que dificulta enxergar o potencial real do mercado americano.

“Muitas pessoas ainda tratam a indústria da limpeza como um ‘sub-work’. Essa crença impede o crescimento e faz com que deixem de perceber que se trata de um mercado altamente lucrativo, escalável e com enorme espaço para prosperar nos Estados Unidos”, avalia.

Para Núbia Gonçalves, o avanço das empresas de limpeza no mercado americano passa, necessariamente, por educação empresarial, mudança de mentalidade e posicionamento estratégico. “Quando o empreendedor entende que está à frente de uma empresa e não apenas prestando um serviço as oportunidades se ampliam de forma muito mais consistente”, conclui.

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