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Cláudio Lasso CEO da Sapri Consultoria lista os 3 motivos que mais causam o desenquadramento do MEI

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Cláudio Lasso também explica por que é necessário mudar a categoria da empresa caso não se encaixe como micro

Segundo dados do Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, em 2020, o número de Microempreendedores Individuais (MEI) teve um crescimento de 8,4% em relação a 2019. Apesar de ter pouco mais de 10 anos é o porte de empresa mais comum no país.

Segundo Cláudio Lasso, contador e CEO da Sapri Consultoria, que atua no mercado de consultoria e auditoria Contábil e Tributária há 17 anos, o Microempreendedor Individual (MEI) é o empresário que trabalha por conta própria e resolve se legalizar como microempresário.

“Esse é o mais recente modelo de empresa brasileira, mais barato e mais fácil de configurar e tem como alvo os profissionais com renda bruta mensal de até R$ 6.750,00”.

De acordo com o profissional, para ser Microempreendedor Individual é necessário:

• Possuir uma renda bruta de até 81 mil reais por ano, ou seja, R$ 6.750,00 reais de renda bruta mensal.

• Possuir somente um empregado registrado.

• Não ter participação em nenhuma outra empresa, seja como sócio, seja como titular.

No entanto, existe uma rigorosa legislação sobre essa categoria de empresa. Muitas empresas que não se encaixam nessa legislação devem fazer optar pela mudança do regime tributário.

“Aconselho fazer um desenquadramento da MEI, para não sofrer penalidades tributárias e efetuar um planejamento contábil, financeiro e tributário”, recomenda Lasso, que listou os 3 motivos que mais causam o desenquadramento do MEI:

1. O empreendedor pode ser desenquadrado caso ultrapasse o limite de faturamento, R$ 81 mil, anual. A legislação permite que o empreendedor tenha uma margem de 20% para ultrapassar o saldo de faturamento, levando o faturamento até R$ 97,2 mil.

2. Outra regrinha exigida para se enquadrar no MEI é ter apenas um funcionário com registro em carteira.A partir do momento que o microempreendedor precisar contratar mais de um funcionário, será desenquadrado, tendo que buscar outro regime tributário.

3. Atualmente, existem mais de 450 atividades enquadradas do MEI. Caso o microempreendedor mude de atividade – sendo que está na lista de atividades permitidas – também precisará mudar de regime.Vale lembrar que todo ano a Receita inclui e exclui diversas atividades da lista. É preciso acompanhar e atualizar o registro para que o Órgão não desenquadre o negócio.

Cláudio ensina o passo a passo para solicitar o desenquadramento:

Para solicitar o desenquadramento, o MEI deve entrar no Portal do empreendedor e seguir os seguintes passos:

– Clicar na aba serviços.

– Quero crescer (desenquadramento);

– Realizar desenquadramento;

– Em Comunicação de desenquadramento do Simei, clique em código de acesso;

– Preencha os dados de CNPJ, CPF e código de acesso;

– Explique o motivo do desenquadramento (faturamento, funcionário, sociedade ou filial).

“Vale lembrar que além de comunicar à Receita Federal, o microempreendedor deve procurar uma Junta Comercial para atualizar o cadastro da empresa”, pontua.

Quem não regulariza a partir do mês de janeiro, passa a recolher o imposto Simples Nacional como microempresa, com percentuais iniciais de 4%, 4,5% ou 6% sobre o faturamento do mês, conforme as atividades econômicas exercidas – Comércio, Indústria e/ou Serviços – (item, 1, alínea “a”, do Inciso II, do §º2º, do artigo 105 da Resolução do CGSN nº 94/2011).

 

“Esta modalidade é bem utilizada para profissionais autônomos, prestadores de serviço que estão iniciando e também profissionais que querem iniciar uma jornada empreendedora. Na minha opinião, é uma boa forma de testar se o seu produto, ou, serviços será aceito no mercado”, finaliza.

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Teresina recebe primeiro evento em prol da felicidade

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Encontro acontece em agosto e se propõe a discutir o bem-estar e qualidade de vida

A busca constante pela felicidade faz parte da vida da maioria das pessoas, mas você já pensou sobre o que é felicidade e onde ela se encontra? Na teoria, de acordo com o dicionário, é uma satisfação, estado de contentamento e bem-estar. Mas, e na prática o que significa? Para discutir a temática e trazer reflexões sobre o assunto, Teresina recebe o 1° Felizcidade THE, evento que reunirá palestrantes nacionais em um encontro que irá marcar a capital e a colocará no cenário nacional, pelo menos por um dia, como uma das cidades mais felizes do Brasil. A primeira edição acontece no dia 16 de agosto, aniversário de Teresina, na Bright School, localizada na Rua Anfrísio Lobão, 1794, Jóquei.

Durante a manhã, das 7h às 13h, a capital piauiense será palco de histórias inspiradoras de grandes nomes brasileiros que compartilharão suas vivências e experiências para que os participantes possam refletir sobre como a felicidade pode impactar no dia a dia e melhorar a produtividade, transformando a cidade através das pessoas que nela vivem.

“O Felizcidade THE é um evento que surge em Teresina como um presente para a nossa capital, direcionado às pessoas que também cuidam de outras pessoas à sua volta e que precisam estar bem para entregarem o melhor de si. Queremos plantar a semente da felicidade no coração das pessoas, por meio de encontros com histórias inspiradoras, ações de bem-estar, conexões e reflexões sobre aquilo que pode beneficiar a vida de cada um à nossa volta. O dia escolhido foi o aniversário da nossa capital para que possamos todos valorizar o local que vivemos e trabalhar diariamente para uma cidade ainda melhor. Particularmente, eu posso dizer que eu tenho 172 motivos para viver aqui em Teresina”, ressalta Pedro Paulo Lombardi, idealizador do evento.”

Cinco palestrantes farão parte dessa manhã de imersão na felicidade. A jornalista e colunista do Jornal de Brasília, Analice Nicolau; o Treinador Campeão Sul-americano de meia maratona, Heleno Fortes; o palestrante motivacional e artista do espetáculo Alegria do Cirque du Soleil, Marcos Casuo; o comediante de Stand Up, Stevan Gaipo; e o filósofo, teólogo, cantor e compositor, Jorge Trevisol, irão abrilhantar o evento trazendo suas experiências de como a felicidade pode impactar na vida e na produtividade das pessoas.

O evento é aberto ao público e as inscrições já podem ser feitas por meio do 

link https://doity.com.br/felizcidade

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Chega oficialmente ao Brasil o BYD Dolphin Mini de 5 lugares

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Atenta às demandas do mercado brasileiro, a greentech apresenta uma nova versão do modelo, que agora recebe cinco pessoas e apresenta uma outra novidade

(19/07/2024) – O BYD Dolphin Mini, um mês após sua estreia, em fevereiro deste ano, virou o carro elétrico sensação do Brasil e figura entre os 10 compactos mais vendidos do país, entre todas as marcas, reafirmando o desejo dos brasileiros de ter acesso a um veículo sustentável com tecnologia de ponta, conectividade, design, ótima autonomia e com um preço acessível.

O modelo chegou para ser o primeiro carro elétrico de muitos brasileiros e, agora, para
completar a família, estreia no mercado a configuração de 5 lugares. Atualizando o status de carro “game-changer”, o BYD Dolphin Mini ganha uma nova versão para atender às necessidades dos consumidores, mantendo o preço competitivo, de R$119.800.
Além disso o mais novo estreante da linha BYD no mercado nacional também traz consigo um dos itens de tecnologia avançada da marca mais aclamados pelos consumidores: a câmera 360º. São diversas câmeras instaladas pelo veículo que, em sua tela de multimídia podem ser visualizadas ao mesmo tempo, dando ao motorista mais segurança e conforto ao dirigir, em manobras e ao estacionar – uma comodidade oferecida pela greentech e que caiu no gosto dos brasileiros.

O mais novo membro da famíliaBYD Dolphin Mini é construído na mesma plataforma do seu irmão de 4 lugares, a e-platform 3.0. O modelo está disponível nas cores verde Sprout Green com interior azul claro, preto Polar Night Black com interior azul escuro, Peach Pink com interior também rosa e branco Apricity White, com opção de acabamento interno azul escuro ou rosa.

48 HORAS ELETRIZANTES
Os consumidores já podem encontrar o BYD Dolphin Mini de 5 lugares nas mais de 100
concessionárias da marca em todo o Brasil. O novo 100% elétrico chega ao mercado com taxas especiais de 0,99% exclusivas da quarta edição da campanha “48 Horas Eletrizantes” que acontece nos dias 19 e 20 de julho.

Sobre a BYD
Líder na comercialização de veículos elétricos no Brasil e consolidada na fabricação de tecnologia de energia solar, a BYD vem expandindo sua atuação no país, desde sua chegada em 2013. Compromissada em cuidar do planeta e investir na transição energética sem emissão de poluentes, a empresa possui em solo nacional fábricas de montagem de chassis de ônibus 100% elétricos e de produção de módulos fotovoltaicos, ambas em Campinas (SP). Tem também no Polo Industrial de Manaus (AM), uma unidade dedicada à produção de baterias de fosfato de ferro-lítio. Além disso, importa empilhadeiras, paleteiras, rebocadores e caminhões para o Brasil, todos 100% elétricos. Em novembro de 2021, começou a comercialização de automóveis de passeio no país e já conta com diversos modelos e uma rede consolidada de concessionárias em operação. No ano passado deu início ao projeto para a construção do Complexo de Camaçari, na Bahia, onde vai instalar a primeira fábrica de carros fora da Ásia. A companhia ainda é responsável por um projeto de SkyRail (monotrilho) na cidade de São Paulo (SP) (Linha 17 – Ouro do metrô). Eleita pela revista americana Times como uma das 100 empresas mais influentes do mundo, a BYD integra o Pacto Global das Nações Unidas (ONU), uma iniciativa que fornece diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, por meio de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras.

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Oito milhões de carros eletrificados: BYD alcança marca histórica em apenas quatro meses

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BYD alcança marca histórica em apenas quatro meses Greentech havia registrado produção de 7 milhões em março desse ano; no Brasil, BYD Song Plus DM-i ultrapassa volume de 10 mil unidades vendidas.

(05/07/2024) – A BYD consolida sua liderança global em veículos de nova energia ao ultrapassar a marca de 8 milhões de carros produzidos. Além do volume, chama atenção a velocidade do crescimento. Até alcançar a fabricação de um milhão de eletrificados, foram 13 anos. Em um ano bateu 2 milhões de unidades eletrificadas produzidas. O terceiro milhão chegou em seis meses e a companhia bateu 5 milhões em agosto de 2023. E logo em novembro, três meses depois, foi alcançado o novo recorde, de 6 milhões de carros eletrificados produzidos. Somados quatro meses, em março de 2024, a companhia bateu os 7 milhões de carros que saíram da linha de produção e mais quatro meses para o recorde máximo atual: 8 milhões de carros de nova energia entregues.

Com a forte expansão de sua presença no mundo nos últimos anos, a companhia está presente em mais de 400 cidades de 88 países em 6 continentes e, recentemente, inaugurou a mais nova fábrica na Tailândia. Somente no primeiro semestre de 2024, a greentech vendeu mais de 1,6 milhão de veículos eletrificados em todo o mundo, um aumento de 28% em relação ao ano anterior, reflexo de seu crescimento exponencial e que solidifica ainda mais a sua posição de destaque no cenário global.

No Brasil, a BYD se solidificou entre as 10 marcas automotivas que mais emplacam no país,
mantendo-se no ranking pelo terceiro mês consecutivo. Em junho, registrou 5.335 unidades emplacadas. Entre os 100% elétricos, a BYD garantiu a liderança novamente e domina mais de 65% do mercado, com 3.346 unidades emplacadas, mais do que todos os concorrentes somados (de novo).

O destaque do mês fica com o BYD Song Plus, o híbrido plug-in mais emplacado (1.911). Mais: o Song Plus ultrapassou a marca de 10 mil unidades circulando no país no acumulado de 2024, sendo o modelo PHEV que mais emplacou no mercado brasileiro.

Outra conquista relevante vai para o BYD King que, com apenas 6 dias no mercado, chegou à sexta posição no ranking dos sedãs mais emplacados no Brasil em junho, com 78 unidades que já ganharam as ruas.

“O mês de junho foi excelente para a BYD. Comemoramos um ano do lançamento do BYD Dolphin, o nosso modelo 100% elétrico que causou uma revolução no mercado automotivo brasileiro e virou referência, ao dar vida ao ʻEfeito Dolphinʼ, obrigando a concorrência a rever preços. Essa conquista reafirma que o brasileiro tem desejo de ter acesso a um veículo eficiente, inovador e que contribui para reduzir a emissão de poluentes”, celebra Alexandre Baldy, Vice-Presidente Sênior da BYD no Brasil.

Segundo o executivo, a marca segue sua estratégia de trazer para o país carros eletrificados com melhor custo-benefício e anuncia que, em breve, a BYD terá novas novidades que agitarão o mercado, como o lançamento de diversos outros modelos e sempre apresentando novas oportunidades que despertarão o interesse do consumidor brasileiro.

BYD Song Plus é o híbrido plug-in mais vendido do Brasil no acumulado de 2024

A BYD continuará o projeto de expandir a sua presença no mercado global, com sua tecnologia de ponta e seus produtos inovadores para atender às diversas necessidades de consumidores em todo o mundo.

ACUMULADO DO ANO

Entre janeiro e junho, a BYD ostenta mais de 72% do mercado de 100% elétricos e conta com 22.346 unidades emplacadas, acima do número alcançado em todo o ano de 2023. Na soma de carros 100% elétricos e veículos híbridos, são mais de 32.459 novos carros nas ruas do Brasil neste ano, um verdadeiro case de sucesso e a prova de que o brasileiro gosta sim de carros eletrificados.

BYD NAS LIDERANÇAS REGIONAIS

O mês das festas juninas também traz comemorações para a marca, por ter alcançado o top 3 do ranking de emplacamento geral nas cidades de Valinhos (SP), São José dos Pinhais (PR), Indaiatuba (SP), Resende (RJ), Natal (RN) e Mossoró (RN). Em Santana de Parnaíba (SP) a BYD foi a marca que teve mais veículos emplacados ante todas as outras, com 36 novos veículos circulando. Ainda, a BYD foi a terceira marca a emplacar mais carros no Rio Grande do Norte, acima de grandes nomes da indústria tradicional que ainda faz carros a combustão.

A BYD segue sua expansão pelo Brasil e pode comprovar que os carros elétricos já caíram no gosto do brasileiro. Levantamento feito pelo DataFolha mostra que 2 em cada 3 pessoas pagariam mais caro em carro elétrico para combater mudanças climáticas.

Sobre a BYD

Líder na comercialização de veículos elétricos no Brasil e consolidada na fabricação de tecnologia de energia solar, a BYD vem expandindo sua atuação no país, desde sua chegada em 2013. Compromissada em cuidar do planeta e investir na transição energética sem emissão de poluentes, a empresa possui em solo nacional fábricas de montagem de chassis de ônibus 100% elétricos e de produção de módulos fotovoltaicos, ambas em Campinas (SP). Tem também no Polo Industrial de Manaus (AM), uma unidade dedicada à produção de baterias de fosfato de ferro-lítio. Além disso, importa empilhadeiras, paleteiras, rebocadores e caminhões para o Brasil, todos 100% elétricos. Em novembro de 2021, começou a comercialização de automóveis de passeio no país e já conta com diversos modelos e uma rede consolidada de concessionárias em operação. No ano passado deu início ao projeto para a construção do Complexo de Camaçari, na Bahia, onde vai instalar a primeira fábrica de carros fora da Ásia. A companhia ainda é responsável por um projeto de SkyRail (monotrilho) na cidade de São Paulo (SP) (Linha 17 – Ouro do metrô). Eleita pela revista americana Times como uma das 100 empresas mais influentes do mundo, a BYD integra o Pacto Global das Nações Unidas (ONU), uma iniciativa que fornece diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, por meio de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras

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