Barra
Connect with us

Business

Como o mercado da vida saudável está trazendo produtos de qualidade e diferenciados

Published

on

Com certeza você já fez esta promessa, foi desistindo e se desencorajando pelos motivos que falaremos a seguir. A famosa promessa de: este ano ou esta semana vou cuidar mais da minha saúde; me alimentar, melhor, vou fazer dieta, vou emagrecer.

Os Órgãos de Saúde, têm divulgado amplamente o aumento do número de doenças causadas pela má alimentação e que a busca de melhor qualidade de vida tem sido cada vez maior na população. Sem dúvida, os cuidados na alimentação tem sido a peça chave para que as pessoas vivam mais e melhor e evitam diversos tipos de doenças como diabetes, obesidade, câncer e depressão.

Mas neste processo há diversos obstáculos: é difícil abandonar velhos hábitos, entender o que de fato traz benefícios reais para sua saúde, abrir mão de alguns tipos de alimentos e também o alto custo que esses produtos têm nas prateleiras dos supermercados e farmácias.

Mas tudo isso serviu de motivação e inspiração para que dois atletas e empresários paulistas, Kleber Ricco e Bruno Fernandes, iniciaram um projeto de pesquisa para solucionar este problema e democratizar o consumo de produtos saudáveis, trazendo inovação, praticidade e acessibilidade.

Das mãos deles, nasceu a Trinity Suplementos. Marca que completa 1 ano, mas que começou muita antes disso com a busca dos melhores insumos, fórmulas, consultoria de profissionais da saúde e esporte, e atualmente já soma uma enxurrada de feedbacks positivos e pessoas que estão vendo sua saúde transformada através do uso dos produtos.

Durante todo desenvolvimento, conforme conta o sócio-fundador da Trinity, Kleber, “a missão era alcançar um equilíbrio em todos os produtos, pensando não somente em atletas, mas também em pessoas que em geral querem começar a se cuidar e ter a segurança de um resultado positivo”.

Assim, nasceu o primeiro produto da Trinity Suplementos: a Proteinbar. Além dos benefícios nutricionais, ela é zero açúcar e zero glúten e o sabor é diferenciado. Bruno, sócio e idealizador dos produtos que estão deixando principalmente a mulherada e novos atletas malucos, afirma que “não adiantaria nada trazermos um produto de qualidade que não trouxesse junto com ele o prazer e satisfação a quem comer. Para ser positiva, a experiência tem que ser completa! E nossos clientes têm sido incríveis nos feedbacks e nos ajudam a melhorar sempre!”.

E no quesito inovação, eles trouxeram algo completamente diferente do que vemos por aí. As mini barrinhas vem em uma bag prática, com 4 unidades embaladas individualmente para levar como e onde quiser, sem derreter. E já são três sabores com base na preferência do público: cookies com chocolate branco; brownie com chocolate, caramelo e crispie e por fim, caramelo com amendoim e chocolate.

A proteína traz inúmeros benefícios à saúde como: crescimento e reparação de tecidos do corpo humano, ajudam na produção de enzimas , hormônios, neurotransmissores e anticorpos, ajuda o ganho de massa magra e afasta o desejo por alimentos calóricos.

Atualmente, a Trinity já expandiu os negócios e desenvolveu uma linha de encapsulados mantendo o mesmo propósito de trazer produtos práticos, com qualidade e o mais importante, com um preço mais acessível. A linha contém produtos para pele, cabelo, unha e alguns multivitamínicos, e todos eles contribuem com a busca de melhor qualidade de vida para quem compra os produtos Trinity. Para olhar todas opções, dê uma olhada no site.

Site: https://www.lojatrinity.com.br

Instagram: https://instagram.com/trinity_suplementos

Continue Reading
Advertisement

Business

Marca de chocolates zero açúcar em forte crescimento, GoldKo inaugura nova unidade no Botafogo Praia Shopping

Published

on

É a terceira unidade da rede no Rio de Janeiro

 O Rio de Janeiro acaba de ganhar um novo destino para os apaixonados por chocolate que não abrem mão da saudabilidade. A GoldKo, marca pioneira em unir tecnologia de sabor com zero adição de açúcares, inaugura nesta sexta-feira (27) sua terceira unidade na capital fluminense, desta vez no icônico Botafogo Praia Shopping.

A chegada à Zona Sul marca um momento estratégico para a companhia liderada pelos irmãos Gregory e Chantal Kopenhagen Goldfinger, ao lado do pai, Paulo. Com a meta  de atingir 60 lojas no Brasil até o final de 2026, a GoldKo consolida sua presença em solo carioca, provando que o “chocolate de verdade” pode, sim, ser surreal e saudável ao mesmo tempo.

Herança e Inovação

Mais do que uma chocolateria, a GoldKo é um fenômeno de engajamento digital. Ao abrir os bastidores da produção e focar em uma comunicação humanizada, a marca transformou o consumo consciente em desejo nacional. No Rio, a nova operação será capitaneada pelas franqueadas Ingrid Gomes e Nina Roncisvalle.

Uma Experiência  Completa
O novo espaço foi projetado para ser um refúgio com vista para um dos cartões-postais da cidade. O mix de produtos vai muito além das barras de chocolate:

Cafés Especiais: Blends exclusivos desenvolvidos para harmonizar com o portfólio da marca, servidos com o icônico marshmallow GoldKo (o primeiro do mundo sem açúcar com textura real).

Menu de Indulgência: Destaque para o cappuccino “chocolatudo” e o clássico croissant francês com creme de avelã – tudo zero adição de açúcares.

Presentes com Atitude: Opções que unem sofisticação, sabor e funcionalidade (sem glúten e sem açúcar), ideais para o público exigente da Zona Sul.

“Queremos ser a cafeteria favorita do brasileiro. Nosso foco é unir cafés de altíssima qualidade ao nosso jeito humanizado de receber, proporcionando uma experiência onde o cliente não sinta que está fazendo uma ‘concessão’ por escolher um produto sem açúcar”, afirma Gregory Goldfinger, CEO da GoldKo.

Serviço – Inauguração GoldKo Botafogo
Data: Sexta-feira, 27 de março
Horário: 16h
Local: Botafogo Praia Shopping, Piso Térreo
Endereço: Praia de Botafogo, 400 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ
Instagram: @goldko.botafogo / @goldko
Obrigada Vanessa haddad 11985304381

Continue Reading

Business

Empresários brasileiros analisam impactos da ampliação de tarifas nos Estados Unidos e apontam caminhos estratégicos

Published

on

aturais de Recife e radicados nos Estados Unidos, os irmãos André Carvalho e Raphael Carvalho são fundadores de um grupo empresarial com atuação internacional que emprega centenas de colaboradores. Com trajetória iniciada do zero no mercado americano, onde chegaram em momentos distintos e sem estrutura inicial, consolidaram empresas multimilionárias e hoje também atuam como mentores de empresários e autores best-sellers na área de negócios e liderança.

Diante da ampliação de tarifas sobre importações nos Estados Unidos, os empresários avaliam que a medida vai além de uma questão tributária e pode alterar de forma significativa a dinâmica financeira e estratégica de empresas de diferentes portes.

Para André, o primeiro reflexo do aumento tarifário é direto no custo estrutural das empresas. Quando o governo eleva tarifas, aumenta o custo de entrada de produtos, matérias-primas e insumos no país, impactando o COGS (Cost of Goods Sold) de indústrias, varejo e até empresas de serviços que dependem de equipamentos, químicos, tecnologia ou peças importadas.

Segundo ele, o efeito imediato costuma ser a compressão de margem. Empresas que já operam com margens mais ajustadas precisam decidir entre absorver o custo e reduzir lucro, repassar o aumento ao consumidor e arriscar perder competitividade ou buscar novos fornecedores, o que nem sempre é simples ou viável no curto prazo.

Ele também destaca a volatilidade na cadeia de suprimentos. Fornecedores internacionais tendem a revisar contratos, prazos e preços, podendo gerar ruptura de estoque ou necessidade de antecipação de compras para evitar novos aumentos, o que impacta fluxo de caixa e planejamento financeiro. Para pequenas e médias empresas, especialmente negócios de imigrantes que operam com menor capital de giro, o impacto pode ser ainda mais sensível devido à menor capacidade de negociação e proteção financeira.

Na avaliação de Raphael, o cenário exige uma leitura estratégica mais ampla. Para ele, o aumento de tarifas força o empresário a repensar sua cadeia de valor e reduzir dependências excessivas de fornecedores estrangeiros, além de estimular a busca por sourcing doméstico ou regional, reestruturação de contratos de longo prazo e ganhos de eficiência operacional para compensar custos maiores.

Ele também observa que, em alguns casos, a ampliação de tarifas pode estimular a produção interna, criando oportunidades para empresas que atuam em setores como manufatura, construção, logística e manutenção. Por outro lado, alerta para possível impacto inflacionário caso os custos sejam amplamente repassados ao consumidor, o que pode reduzir demanda e exigir ajustes na estratégia comercial e na proposta de valor.

Para os empresários, a ampliação de tarifas nos Estados Unidos não é apenas uma questão de custo, mas de posicionamento. Empresas que operam apenas de forma reativa tendem a sofrer mais, enquanto aquelas que contam com estrutura financeira, análise de dados e visão de longo prazo podem transformar um ambiente protecionista em vantagem competitiva.

Continue Reading

Business

Por que empresas estão recusando contratos mesmo em um mercado aquecido?

Published

on

O contador e CEO da Trivium Cláudio Lasso explica que as empresas não conseguem expandir por escassez de mão de obra qualificada

O cenário é contraditório à primeira vista. O Brasil vive um mercado aquecido, com demanda ativa em diversos setores, mas um número crescente de empresas tem recusado contratos, adiado projetos e limitado sua expansão. O motivo não é falta de clientes. É falta de gente preparada para executar.

“A escassez de mão de obra qualificada se tornou um dos principais gargalos operacionais do empresariado brasileiro. Mesmo com taxas de desemprego relativamente baixas, os empresários enfrentam dificuldades para preencher vagas básicas e técnicas. O problema deixou de ser conjuntural. Ele é estrutural”, explica o contador e CEO da Trivium Cláudio Lasso

Lasso diz que na prática, muitas empresas chegaram ao limite da capacidade operacional. “Sem profissionais suficientes ou minimamente preparados, aceitar novos contratos significa assumir risco de atraso, quebra de padrão de entrega e desgaste com clientes. Para preservar reputação e caixa, a decisão passa a ser recusar crescimento”.

O contador explica que um dos fatores centrais é o desalinhamento educacional. “O Brasil forma poucos jovens com qualificação técnica ou profissionalizante. Enquanto países da OCDE têm entre 35% e 65% dos jovens nesse tipo de formação, o Brasil gira em torno de 11%. Isso cria um vácuo entre o que o mercado precisa e o que a força de trabalho entrega”.

Outro ponto relevante, de acordo com Cláudio Lasso, é a mudança no perfil e nas expectativas dos trabalhadores. “Cresce a preferência por trabalhos flexíveis, digitais e com menor rigidez de jornada. Modelos tradicionais, como escala 6×1 e atividades operacionais presenciais, enfrentam rejeição crescente. O resultado é um choque entre a estrutura das empresas e as escolhas individuais dos profissionais”.

De acordo com o empresário, o mercado aquecido amplia ainda mais o problema. Com poucas pessoas qualificadas disponíveis, a competição por mão de obra se intensifica. Ele afirma que isso pressiona salários, benefícios e condições de trabalho, elevando custos operacionais. Empresas menores e médias sentem esse impacto de forma mais aguda.

“A alta rotatividade fecha o ciclo negativo. Funcionários entram, saem rapidamente e desestimulam o investimento em treinamento. Sem estabilidade mínima, a empresa não consegue formar pessoas internamente nem criar cultura operacional consistente. O resultado é perda de produtividade e retrabalho constante”.

Ele aponta que os setores mais afetados já sentem isso de forma clara. Construção civil, varejo ampliado, indústria e serviços operam com níveis elevados de dificuldade para contratação. Em muitos casos, obras atrasam, lojas reduzem horário de funcionamento e contratos são adiados ou cancelados.

“Diante desse cenário, empresas têm sido forçadas a agir. Melhoria de salários, ampliação de benefícios, revisão de jornadas, investimento pesado em treinamento interno e processos seletivos mais rápidos tornaram-se medidas de sobrevivência, não de diferenciação”.

Cláudio Lasso esclarece que o ponto central é que o crescimento deixou de ser apenas uma decisão comercial. Ele passou a depender diretamente da capacidade de formar, reter e organizar pessoas. Sem estrutura humana, não há escala possível.

“Empresas que não entenderem esse movimento continuarão presas a um paradoxo perigoso: demanda existe, mercado quer comprar, mas o negócio não consegue operar. Em um ambiente assim, crescer sem estrutura deixa de ser oportunidade e passa a ser risco”, conclui.

Continue Reading

Trending

Copyright © MoneyFlash - Todos os Direitos Reservados. Site Parceiro do Terra