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Saúde

Dr. Rogério Welbert Ribeiro se especializa em Medicina de Selva

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Dr. Rogério Welbert Ribeiro se compadeceu com a situação dos índios e decidiu se especializar em Medicina de Selva, para contribuir com essa população

A situação dos cuidados com a saúde é visivelmente precária em muitas localidades habitadas pelas populações indígenas do Brasil. E foi justamente isso o que percebeu o médico Rogério Welbert Ribeiro, que é Clínico, Emergencialista e especialista em Estética Avançada, quando esteve em algumas tribos da Amazônia, durante sua participação no XI Congresso da SBAIT, realizado em Manaus / AM.

Essa inclusive foi uma conquista de reconhecimento por seu trabalho realizado na área da saúde: Dr. Rogério Welbert Ribeiro foi um dos 50 profissionais escolhidos em todo o país para ser contemplado com todas as despesas pagas pelo Ministério da Saúde para participar do Congresso Brasileiro de Emergência.

Ele aproveitou sua participação no evento, que reuniu grandes nomes da área, para visitar algumas tribos indígenas. “Sou muito grato pela oportunidade e pela experiência que tive de poder vivenciar o dia a dia dos índios, conhecer mais de sua cultura e acompanhar suas dificuldades com a saúde. Isso me motivou a fazer mais por eles”, conta.

Curso mostrou como o atendimento nas comunidades indígenas deve ser feito, respeitando a cultura desse povo

Tocado pela falta de acesso a recursos médicos em muitas tribos no país, Dr. Rogério Welbert Ribeiro, que é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará, realizou um curso de Medicina de Selva, prestando na ocasião, atendimento médico para os índios de algumas tribos da Amazônia.

“Poder ajudá-los não tem preço e só reforça meu compromisso enquanto médico de oferecer a qualquer cidadão, serviços de saúde de qualidade, com humanidade, gerenciamento de recursos e alto desempenho”, reforça o médico, que também se destaca como Membro do Grupo técnico de Formação de Protocolos de Urgência em parceria com a Força Nacional do SUS no Ministério da Saúde e Tutor de Suporte Avançado em EAD. – parceria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz em parceria com Ministério da Saúde.

Dr. Rogério Welbert Ribeiro durante sua estadia no Amazonas, junto a algumas tribos indígenas

Dr. Rogério Welbert Ribeiro durante sua estadia no Amazonas, junto a algumas tribos indígenas

Dr. Rogério também fez parte do grupo Técnico de Formação dos Protocolos Nacional de Suporte Avançado e Suporte Básico para o SAMU.

Sobre sua experiência junto aos índios, o médico ainda fez o seguinte comentário em suas redes sociais, ao compartilhar algumas fotos do que vivenciou: “Trabalhar com essa Tribo na Amazônia, me fez rever vários conceitos sobre civilização. São humanos puros, receptivos, que tiveram suas terras invadidas e seus ancestrais mortos com grande crueldade! Às vezes, me envergonho de ser um ‘civilizado”, disse Dr. Rogério.

Durante o curso, o médico aprendeu as formas de salvamento e tratamento na selva

Durante o curso, o médico aprendeu as formas de salvamento e tratamento na selva

Saúde

Entre ruídos e conversas interrompidas, Espaço da Audição observa novo padrão auditivo entre jovens

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O uso constante de fones de ouvido tornou-se um traço marcante do cotidiano de jovens e adolescentes. Presente em deslocamentos, estudos, trabalho e lazer, o hábito acompanha mudanças na forma como essa geração se relaciona com o som, com o ambiente e com as interações sociais. Especialistas em saúde auditiva começam a observar sinais de alerta associados a essa rotina de escuta contínua.

Em ambientes urbanos ruidosos, muitos jovens recorrem aos fones como forma de concentração ou isolamento. O problema surge quando o volume elevado e o uso prolongado passam a ser frequentes, geralmente para competir com o barulho externo. Esse comportamento tem sido associado a queixas como fadiga auditiva, dificuldade de atenção e desconforto após longos períodos de escuta.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já aponta a exposição prolongada a sons intensos como um dos principais fatores de risco evitáveis para alterações auditivas. Entre jovens, o risco aumenta quando os fones são utilizados sem pausas e sem atenção aos limites seguros de volume.

Além dos impactos físicos, especialistas observam reflexos comportamentais. O uso contínuo de fones contribui para a redução de interações presenciais, interrupção de conversas e maior isolamento social. Situações como dificuldade de manter diálogos e menor atenção ao ambiente tornam-se comuns e, muitas vezes, naturalizadas.

No Brasil, o tema ainda recebe pouca atenção sob a perspectiva da prevenção. Muitos jovens associam esses sinais apenas ao cansaço do dia a dia, adiando a busca por orientação especializada por não perceberem perdas auditivas evidentes.

O Espaço da Audição (@espacodaaudicao), rede especializada em soluções auditivas, tem acompanhado esse movimento no atendimento a um público cada vez mais jovem. “Observamos pessoas que usam fones por muitas horas ao dia e começam a relatar cansaço auditivo, desconforto e dificuldade de concentração. Esses sinais não devem ser ignorados”, explica Ariane Bonucci, fonoaudióloga, mestre em Ciências Médicas e sócia-fundadora da empresa.

Especialistas reforçam que a prevenção passa por práticas simples, como o controle consciente do volume e a adoção de intervalos regulares ao longo do dia. A conscientização sobre hábitos de escuta seguros surge como um passo essencial para preservar a saúde auditiva.

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Saúde

Dr. Gilson Hiroshi Yagi consolida carreira internacional e se destaca como referência em medicina regenerativa e longevidade

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Em um cenário onde a medicina evolui rapidamente, Dr. Gilson Hiroshi Yagi, aos 49 anos se destaca como um dos profissionais que estão redesenhando o futuro da saúde.
Médico desde 2005, formado na faculdade de Medicina PUC Campinas, ele atua com foco em medicina regenerativa, nutrologia avançada e psiquiatria aplicada, atendendo pacientes que buscam soluções de alto nível e tecnologia biomédica sofisticada.

Em Dubai, Dr. Gilson construiu uma carreira internacional sólida, atuando em três grandes eixos globais: Oriente Médio, Ásia e Oceano Índico. No Japão, desenvolve protocolos voltados à medicina de precisão e alta performance. Na China, trabalha diretamente com biotecnologia avançada e terapias celulares emergentes. Já nas Maldivas, lidera programas exclusivos de longevidade e bem-estar para pacientes internacionais.

Sua atuação se estende também ao campo da inovação científica. Como médico consultor da Roumai Medical, grupo suíço-chinês líder em biotecnologia celular, participa do desenvolvimento de produtos biológicos e de novos modelos terapêuticos que apontam para o futuro da medicina regenerativa.

Especialista em exossomos, terapias celulares, protocolos neurocognitivos, psiquiatria de performance e tratamento de doenças complexas, Dr. Gilson atende um público que busca não apenas tratar doenças, mas otimizar a saúde, prolongar a funcionalidade e melhorar a qualidade de vida.

Com visão global, sólida bagagem clínica e domínio das inovações médicas contemporâneas, Dr. Gilson Hiroshi Yagi se consolida como uma referência internacional e um dos médicos mais preparados para ocupar espaço na televisão e nos grandes debates sobre saúde e longevidade.
Atualmente atendendo em Dubai, Shenzhen , Osaka, Maldivas e Brasil.
@dr_gilsonhiroshi

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Saúde

Dr. Saulo Nader explica: quando a tontura não é “labirintite”, e sim um sinal de alerta

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Por Dr. Saulo Nader – Neurologista


A internação da Ministra Marina Silva nesta terça-feira (15/04), após um episódio de queda de pressão e tontura durante um evento público, trouxe à tona uma queixa que atinge milhares de pessoas no dia a dia: a tontura repentina por queda de pressão.

“O que muita gente chama de ‘labirintite’ pode, na verdade, ter outra causa. Uma delas é um defeito da pressão arterial, gerando o que se chama a Lipotimia”, explica o neurologista Dr Saulo Nader, expert em tontura pela USP, membro da Bárány Society, a sociedade internacional de tontura e vertigem.

De acordo com Nader, a Lipotimia é uma sensação de quase desmaio, inclusive pode evoluir para perda de consciência, a síncope, em alguns casos. Ela costuma ocorrer com sensação de tontura, sudorese, frio e escurecimento visual, como se fosse desmaiar, mas não desmaia. Exatamente o que a ministra relatou sentir.

Mas o que causa isso?

As razões mais comuns são bem mais frequentes do que se imagina:  

– Medo ou dor intensa;
– Estresse excessivo;
– Calor extremo;
– Levantar-se bruscamente (hipotensão ortostática);
– Situações simples como urinar, engolir ou tossir;
– Problemas cardíacos, que seria o mais grave.

Dr Saulo Nader ressalta ainda que a Lipotimia pode acontecer em qualquer idade. É importante: em alguns casos, ela é sinal de algo mais sério. Vale sempre buscar ajuda se algo assim está ocorrendo e te incomodando.

“Se você sente tontura com frequência, tem episódios de escurecimento da visão ou já chegou perto de desmaiar, vale procurar um médico com expertise em tontura ou um cardiologista. A tontura não deve ser normalizada, pois ela é um sinal de que algo no seu corpo precisa de atenção”, alerta o neurologista conhecido nas redes sociais como @doutortontura.

A pronta recuperação da ministra é um lembrete importante: a saúde precisa ser levada a sério, principalmente quando o corpo emite sinais claros de que está sobrecarregado.

Saiba mais no canal Neurologia e Psiquiatria @NeurologiaePsiquiatria:  vídeo mais explicativo sobre Lipotimia no Youtube:

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