Dra. Ana Paula Quinteiro – Graduada em Odontologia*
CRO – 23956
Mestra em Odontologia – Área de Concentração Implantodontia, São Leopoldo Mandic.
Especialização em Implantodontia 2012/2014, Facsete.
Especializada em Harmonização Orofacial 2019/2021, Funorte.
Instagram – https://www.instagram.com/dra_anaquinteiro/?hl=pt-br
Proprietária da grife Dra. Chica – moda para o cotidiano dos profissionais da área da saúde – https://drachica.com.br/
Instagram Dra. Chica – https://www.instagram.com/dra.chica/?hl=pt-br
“ Integrante da equipe do Instituto Levy Nunes
Professora Especialização em Harmonizacao Facial SLMandic Campinas “
*Bichectomia é indicada para todos?*
Especialista responde:
A bichectomia está em alta. O procedimento tem sido muito procurado pelas celebridades. O desejo por uma aparência mais magra e feições mais finas é o principal atrativo desta cirurgia plástica que se torna cada vez mais acessível. A Dra. Ana Paula Quinteiro Moro, especialista em procedimentos da face e crânio, explica porque a bichectomia está se tornando tão popular até mesmo entre não famoso: “um dos grandes trunfos é o fato de o procedimento ser pouco invasivo e de recuperação rápida, além de poder ser realizado não apenas por cirurgiões plásticos, mas por dentistas e dermatologistas habilitados, estão entre os fatores que democratizaram esse sonho de beleza em nosso país”.
Como é o procedimento? A Dra. Ana Paula conta detalhes sobre o procedimento: “Bichectomia consiste na cirurgia para retirada das chamadas bolas de Bichat, bolsas de gordura depositadas nas bochechas (entre a mandíbula e o osso zigomático) e não têm uma função definida. Como se trata de um tipo de gordura que não é usado pelo organismo como fonte de energia, não diminui com dieta e atividade física. Muitas pessoas acabam recorrendo ao bisturi na tentativa de afinar o contorno facial. O procedimento pode ser feito em centro cirúrgico ou consultório, sob anestesia local, e normalmente dura menos de uma hora. O profissional faz uma incisão de cerca de 1 cm de comprimento no interior da bochecha para deslocar a gordura, que pode ser removida parcial ou totalmente. Os pontos são retirados depois de uma semana, período em que a face pode ficar inchada e apresentar hematomas leves”.
A mudança estética é garantida? A expectativa de bochecha negativa nem sempre será atendida. A especialista revela os motivos: “Dependendo da estrutura facial, a bichectomia vai proporcionar uma mudança muito sutil, a ponto de não ser a opção ideal para conseguir o visual esperado “e neste caso, o tratamento deve ser complementado com preenchimentos em mandíbula e maçã do rosto”.
Contraindicações: a bichectomia é contraindicada para pessoas com o rosto muito magro, grávidas, pacientes com patologias hepáticas, renais e cardíacas, coagulopatias ou que tenham recebido radioterapia na região.
Riscos: apesar de ser um procedimento simples, pode causar lesão no nervo facial, a qual prejudica movimentos da região e causa dores, além de poder afetar o ducto parotídeo responsável por transporta a saliva na boca, gerando acúmulo do líquido causando inchaço da bochecha, até ser drenado. Outros riscos que a cirurgia oferece são possíveis infecções, assimetria facial e retirada excessiva da “bola de Bichat”, com esqueletização da face, que é o envelhecimento precoce da região. A gordura localizada na bochecha tem a função de sustentar a pele facial e, por isso, sua ausência pode resultar em flacidez na região com o passar dos anos.
A Dra. Ana Paula explica também que a escolha do profissional é importante para minimizar riscos nos procedimentos: “É de fundamental importância, escolher um cirurgião que estude o formato e as proporções faciais antes de indicar e planejar a plástica”, conclui.
“Ganhei um carro lindo, novo, e bem melhor do que o meu ainda”, afirma Leandro Henrique Neves
Na última sexta-feira (15), a Marginal Tietê, em São Paulo, foi palco de uma cena que poderia ter terminado em tragédia. Um carro pegou fogo na pista expressa, próximo à Ponte das Bandeiras. O motorista conseguiu sair do veículo a tempo, mas as chamas se espalharam rapidamente.
Em um ato de solidariedade, o condutor de um caminhão-pipa que passava pelo local interveio antes mesmo da chegada do Corpo de Bombeiros e conseguiu apagar o fogo. A ação rápida evitou que o acidente tivesse consequências ainda mais graves, como, por exemplo, a explosão do veículo.
Sensibilizada pela situação, a Reals, plataforma de apostas regulamentada junto ao Governo Federal, decidiu trazer um alento aos envolvidos. O motorista Leandro Henrique Neves, que perdeu o carro, recebeu uma nova Fiorino com tanque cheio, enquanto o caminhoneiro Valdemir, responsável por apagar as chamas, foi contemplado com uma ajuda de R$10 mil.
“Esse episódio chamou a atenção de todo o país. De um lado, um motorista que perdeu seu instrumento de trabalho e, do outro, um motorista que fez o máximo para ajudar o próximo. Assim que vimos o caso, tomamos a decisão de realizar uma ação prática que pudesse trazer certo conforto para os dois trabalhadores. Essa iniciativa é uma forma de mostrar que a Reals está sempre próxima das pessoas e conectada com momentos que fazem a diferença”, destaca Diego Buriti, diretor de marketing da Reals.
A empresa realizou a entrega no último fim de semana e registrou o momento em suas redes sociais. Durante o vídeo, Leandro Henrique detalha como tudo aconteceu: “Fui fazer uma coleta no Jardim Marabá, o carro começou a dar uma falhada. Quando fui ver já estava saindo fumaça. Aí começou o fogo, só peguei o celular e saí correndo do carro. Só sabia chorar. Foi do nada que pegou foto, estourou o pneu, estourou coisa no motor… Não sei o que vou fazer, se isso vai dar certo de consertar. No momento que vi lá o fogo, só passou na minha cabeça de não saber o que fazer. Não sei o que Deus estava preparando para mim. Mas creio em Deus que ainda vou dar a volta por cima. É difícil você ver seu bem material que você suou para conquistar pegando fogo assim. Na vida tudo é plano de Deus, mas é difícil de entender”, desabafa.
Logo depois da explicação, a equipe da Reals chegou com a nova Fiorino e o informou sobre o presente. Emocionado, ele agradeceu: “Por isso que eu falo para todos que conheço: não perca a fé. A fé em Deus é maravilhosa. Ganhei um carro lindo, novo, e bem melhor do que o meu ainda. Agradeço a Reals que me deu um novo recomeço”.
Todo o vídeo da ação está disponível em: https://www.instagram.com/reals.bet/
A advogada Suéllen Paulino lista que parentes da criança ou adolescentes podem ser obrigadas a pagar pensão
Embora seja um direito assegurado pela legislação, a pensão alimentícia continua sendo um tema que suscita diversas dúvidas. As questões geralmente envolvem os montantes a serem pagos e a quem recairá a responsabilidade financeira caso o pai não cumpra com as obrigações. Nesse contexto, a madrasta pode ser obrigada a pagar pensão para o enteado ?
A advogada Suéllen Paulino, que atua no Direito da Família, explica que não e esclarece uma decisão do STJ relacionada ao pagamento de pensão. “A obrigação alimentar é personalíssima e decorre do vínculo de parentesco (art. 1.694 do Código Civil). Apenas pais, ascendentes e, subsidiariamente, irmãos podem ser chamados a prestar alimentos.O que o STJ decidiu em agosto de 2025 foi que os bens e rendimentos da madrasta podem ser considerados na execução da pensão do pai, como reflexo da realidade econômica do núcleo familiar. Isso não significa que ela passa a ser devedora, mas que seu patrimônio pode ser alcançado quando há comunhão de esforços e bens com o alimentante. Ou seja: a madrasta não é obrigada a pagar pensão, mas seus bens podem ser penhorados em situações específicas enquanto perdurar a união”
Caso haja separação entre a madrasta e o pai, os bens da mulher não podem mais ser executados, de acordo com Suéllen Paulino. “Após a dissolução da união, deixa de existir a comunhão patrimonial e econômica entre madrasta e pai. Portanto, os bens da ex-companheira não podem mais ser considerados na execução da pensão. A decisão do STJ deixa claro que essa análise patrimonial só é válida durante a união. Uma vez encerrada a relação, não há vínculo jurídico que permita responsabilizar a ex-madrasta pelo débito alimentar”
A advogada afirma que, segundo entendimento consolidado pelo STF e STJ, a obrigação alimentar pode se estender de forma subsidiária e complementar a outros parentes, quando os pais não podem arcar com os alimentos: • Avós (obrigação avoenga – art. 1.698 do CC), chamados com frequência na jurisprudência; • Bisavós e demais ascendentes, sucessivamente, se necessário; • Irmãos maiores, em casos excepcionais.
“O STF já reforçou em diversas decisões que essa obrigação tem fundamento no princípio da solidariedade familiar (CF, art. 229 e art. 3º, I), mas deve ser sempre subsidiária, nunca substitutiva à responsabilidade dos pais”, pontua.
De acordo com a síntese alinhada à decisão recente do STJ e ao STF, a madrasta não se torna devedora, mas bens comuns podem ser alcançados durante a união.
“Após separação, não há qualquer obrigação. Avós, bisavós e irmãos podem ser chamados a complementar, mas sempre de forma subsidiária”, conclui Suéllen Paulino.
Com obrigatoriedade anunciada pelo governo, tecnologia facilitará o acesso para milhões de pessoas
Recentemente, o governo federal anunciou a obrigatoriedade do cadastro biométrico para a concessão, renovação e manutenção de benefícios sociais, conforme previsto no Decreto que regulamenta a Lei nº 15.077/2024. A medida faz parte da estratégia de transformação digital do Estado brasileiro e visa ampliar a segurança no acesso a direitos fundamentais. Atualmente, cerca de 150 milhões de brasileiros já estão incluídos em bases biométricas e a expectativa é que esse número cresça rapidamente com a nova exigência.
“O uso da biometria representa um passo importante para tornar os serviços públicos mais seguros, ágeis e acessíveis. A tecnologia ajuda a evitar fraudes, reduz a burocracia e oferece mais praticidade no dia a dia do cidadão”, afirma Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply Tecnologia.
Além de reforçar a proteção de dados sensíveis, o uso da biometria representa uma série de benefícios para a população e também para a gestão pública. A seguir, o especialista lista as quatro principais vantagens:
1 – Mais segurança no acesso aos benefícios Ao vincular o acesso a serviços diretamente à identidade biométrica de cada cidadão, a tecnologia reduz drasticamente o risco de fraudes e de recebimentos indevidos. Isso significa que benefícios como Bolsa Família, Auxílio Gás e aposentadorias, por exemplo, estarão mais protegidos de ações fraudulentas, garantindo que o recurso chegue a quem realmente precisa.
2 – Agilidade no atendimento e redução da burocracia Com a biometria, não é mais necessário apresentar diversos documentos em papel ou memorizar números de protocolo: a identificação é feita em segundos, por meio de impressões digitais ou reconhecimento facial. Para o cidadão, isso significa menos filas, menos espera e mais praticidade nos pontos de atendimento dos serviços públicos.
3 – Inclusão digital e cidadania para todos A tecnologia biométrica tem um papel fundamental na inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade que, muitas vezes, não possuem documentação regular ou têm dificuldades em provar sua identidade. Com o cadastro biométrico, essas barreiras diminuem e o acesso a serviços essenciais se torna mais igualitário. Além disso, a biometria garante um histórico digital mais preciso de cada indivíduo, favorecendo políticas públicas mais eficazes.
4 – Melhor gestão e controle de políticas públicas Para o governo, a adoção ampla da biometria permite um controle mais eficiente dos cadastros, cruzamento de dados em tempo real e maior transparência na distribuição dos recursos. Ao evitar pagamentos duplicados ou indevidos, o Estado economiza bilhões por ano e pode direcionar os investimentos com mais precisão, além de aprimorar o monitoramento e a auditoria dos programas sociais.