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Especialista em venda carros, Diego Moralles lista as diferenças entre Brasil e EUA

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Quem diria que um brasileiro faria história na terra do Tio Sam! Ex-aluno do Ayres Netto, escola pública da zona sul de São Paulo, Diego Moralles está fazendo algumas lojas americanas mudarem de estratégia para tentar reconquistar seus clientes! Sim, com o crescimento da Real Auto Sales, loja em que o brasileiro é socio e diretor comercial. “Eu acredito em pessoas e amo atender. Cada cliente possui uma história de vida. A venda só pode ser humanizada quando a necessidade do cliente é ouvida e suprida”, ensina.
A decisão de trabalhar com carros veio depois de ter sentido na pele dificuldades para comprar um veículo em terra americana. “Quando cheguei comprei meu carro e fui enganado: o carro que tinha sido recuperado de uma perda total, ele não permitia alinhamento e quando chovia, caia mais água dentro do carro do que fora. Via muitas pessoas reclamando de atendimento e vi ali um potencial mercado mal explorado”, relembra o empresário.
Percebendo o nicho, ele começou o trabalho de maneira informal mesmo, em casa, comprando e vendendo veículos particulares. “Eu comprava os carros, arrumava, revisava e vendia. Tudo isso na minha garagem. Foi nessa época que conheci o Pedro, meu amigo, que continua sendo nosso mecânico na Real”.
Aliás, você sabia que comprar carro nos Estados Unidos é completamente diferente que no Brasil? Pois é. Quem é desavisado pode entrar em golpes e perder dinheiro. Por isso, o empresário elenca as principais diferenças a fim de evitar problemas, como prestação de serviço mesmo. “Primeiramente devemos ressaltar, talvez a mais intrigantes das diferenças: nos EUA veículos não são patrimônios, não são declarados no imposto de renda. Muita gente gosta de carros por aqui, porém, muita diferença pela paixão que nós brasileiros temos por nossos carros. A grande maioria dos americanos que trabalha com seus veículos comem tudo que você imaginar dentro de seus carros. Vez por outra encontramos latas de refrigerante, lanches e até refeições inteiras dentro dos veículos, o que pode até ocasionar uma infestação de baratas, por exemplo. Nossa cultura de limpeza é, com certeza, algo que nos dá orgulho. Além do cuidado com pestes, o americano tem mania de trocar o veículo se ele começa a dar problemas. Sim, eles não têm a cultura de arrumar no mecânico, talvez porque as políticas de troca são infinitamente mais simples. Os impostos anuais: o IPVA aqui é cobrado pelo peso do veículo. A meu ver, muito mais justo! Um Jetta 2020 custa 35 dólares ao ano, diferente dos absurdos que nós brasileiros pagamos”, explica.
De acordo com o vendedor, os americanos que possuem bom crédito, costumam trocar de carros antes da necessidade de trocar os pneus! “A mão de obra aqui é muito cara e as peças muito baratas, ao contrário do que acontece no Brasil, né? Por exemplo, se você tem um Ford Fiesta e ele apresenta algum problema mecânico, sai mais barato trocar o motor completo (cerca de 400 dólares) do que executar a manutenção do mesmo. Outro aspecto importante desta diferença: não existe marcação do número do chassi do motor, não existe burocracia nenhuma de você ir a uma oficina e colocar um novo motor, ou turbo, ou transmissão… não precisa constar no documento alteração de potência ou mesmo qualquer outra alteração. A placa aqui é do condutor e não do veículo! Vendeu o carro, você guarda sua placa, acredita? As eventuais multas são para o condutor e não para o veículo! Bem mais simples, né?”.

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Mariah Morais leva cultura e esperança às mulheres privadas de liberdade

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Com uma escrita que atravessa fronteiras e conecta literatura, turismo, motivação e tecnologia, Mariah Morais vem se consolidando como um dos grandes nomes da nova geração de autores no Brasil. A escritora, que em 2025 emplacou dois livros simultaneamente (A Saga Cafu e Depois do Depois) na lista de best-sellers, está transformando o modo como o público se relaciona com a leitura e com o mundo. 

Seu mais novo desafio é criar bibliotecas, rodas de leituras, oficinas de redações e curso básico de português, para mulheres que se encontram no sistema prisional.

“Nesses locais existe muito tempo ocioso, que precisa ser preenchido de uma maneira, que eleve a cultura e conhecimento”, conta Mariah. 

A ideia surgiu após uma palestra que participou no último mês de outubro em Londrina, onde a jornalista teve a oportunidade de conhecer algumas histórias de menores infratores.

” Saí de lá com a certeza que podia e faria algo para mudar aquelas realidades. A partir daí, começaram as reuniões com especialistas pedagógicos, que estão firmes, trabalhando na formatação do projeto, que já definiu, onde será o primeiro núcleo”, conta.

 Conhecida por suas obras que combinam narrativas envolventes com experiências reais e imersivas, Mariah tem arrastado uma legião de leitores e entusiastas por onde passa. Suas histórias não apenas inspiram, mas também convidam à ação, explorando destinos, ideias e vivências que estimulam o autoconhecimento e o empreendedorismo. 

 Esposa do eterno capitão Cafu, Mariah tem ganhado ainda mais projeção, com uma agenda intensa de palestras e apresentações pelo Brasil e exterior, participando de feiras literárias, encontros corporativos e experiências culturais. Ela também lidera imersões temáticas, que unem leitura, viagens e transformação pessoal em um formato inovador que tem conquistado cada vez mais leitores

 Além do sucesso editorial, sua atuação multifacetada como escritora, palestrante e criadora de experiências a coloca como uma das principais vozes do cenário contemporâneo, ajudando a levar o nome da literatura brasileira a novos patamares.

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Leis de incentivo fiscal se tornam braço estratégico do marketing institucional em 2026

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Com a alta do custo da mídia digital, empresas passam a usar o imposto devido como alavanca para ampliar alcance, reputação e impacto por meio de projetos incentivados

Com a confirmação de que, a partir de 2026, a Meta, controladora do Instagram e do Facebook passará a repassar tributos como PIS, Cofins e ISS aos anunciantes, o custo da mídia digital no Brasil entrará em um novo patamar. A mudança, que eleva em mais de 12% o valor dos investimentos nessas plataformas, impõe um desafio direto aos orçamentos de marketing e acelera uma virada de chave: o uso estruturado das leis de incentivo fiscal como parte das estratégias de comunicação.

Nesse novo cenário, eficiência não será apenas uma questão de performance ou criatividade, mas de como as empresas organizam seus recursos, incluindo os tributos que já pagariam para potencializar seus planos de marketing institucional. É nesse contexto que as leis de incentivo ganham protagonismo, funcionando como um forte braço estratégico para marcas que precisam manter presença, relevância e impacto mesmo com a mídia mais cara.

A Brada atua exatamente nesse ponto de convergência, apoiando empresas a destinar parte do imposto devido para projetos incentivados, transformando esse valor em campanhas, ações de reputação e presença institucional. Em vez de simplesmente recolher esses recursos ao governo, as empresas passam a direcionar parte deles a iniciativas alinhadas aos seus objetivos de marca e posicionamento, ampliando o retorno do investimento em comunicação.

Segundo Vanessa Pires, CEO da Brada, o marketing moderno precisa conhecer e incorporar as leis de incentivo fiscal como ferramenta estratégica. “Hoje, profissionais de marketing precisam saber que existem mecanismos legais que permitem transformar parte do imposto que a empresa já pagaria em projetos de comunicação e impacto. Quando uma empresa do lucro real ou presumido destina esse valor a iniciativas incentivadas, ela não está criando um novo custo, está apenas redirecionando o imposto devido para gerar visibilidade, posicionamento e valor institucional. É assim que conseguimos transformar impostos também em marketing social”, afirma.

Com a mídia digital pressionada por custos mais altos, as empresas que saírem na frente em 2026 serão aquelas que compreenderem que as leis de incentivo fiscal não são apenas uma vantagem tributária, mas um instrumento de planejamento de marketing. Ignorar esse movimento significa depender cada vez mais de mídia paga, enquanto concorrentes passam a operar com uma estrutura mais inteligente, usando o próprio imposto para fortalecer sua presença de marca e seus projetos estratégicos.

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Bioinsumos e fertilizantes são alternativas viáveis para o déficit hídrico na safra de soja de 2026

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O uso desses produtos complementam mecanismos biológicos que aumentam raízes em 20-30%

Os bioinsumos são altamente eficazes contra déficit hídrico na soja, complementando fertilizantes com mecanismos biológicos que aumentam raízes em 20-30% e regulam hormônios de estresse. Microrganismos como Azospirillum, Bacillus e micorrizas melhoram absorção de água e nutrientes sob seca, recuperando 10-20% da produtividade perdida em florescimento 

Para Douglas Vaz-Tostes, gerente técnico nacional da GIROAgro, a força da safra está diretamente ligada à qualidade dos insumos utilizados: “A escolha correta dos insumos, principalmente dos fertilizantes,  define a eficiência de todo o sistema produtivo. Quando o produtor investe em nutrientes adequados, na dose certa e no momento certo, ele reduz perdas, aumenta a rentabilidade e protege o potencial produtivo da cultura.”

Os fertilizantes foliares são uma das principais alternativas viáveis para a safra de soja 2026/27 no Brasil, especialmente sob chuvas irregulares no Centro-Oeste. A adoção já atinge 46,7% da área cultivada (soja 62% do total), com crescimento anual de 20%, comprovando eficácia prática em cenários climáticos adversos.

A previsão climática para 2026 no Rio Grande do Sul, por exemplo, indica um ano de transição: começa sob influência da La Niña, passa para neutralidade entre o fim do verão e o outono e pode evoluir para um episódio de El Niño entre o inverno e a primavera. Além disso, a meteorologista ressalta que fenômenos de curto prazo, menos previsíveis, podem ocorrer ao longo do ano e alterar temporariamente o padrão climático esperado, mesmo dentro desse cenário geral. 

Apesar de ser um momento em que há muita adversidade climática, este não é um fator que irá determinar tanto o desempenho da safra de soja para o ano de 2026, que deve ser recorde no Brasil, superando 2025/26 apesar de chuvas irregulares localizadas. Abiove projeta 177,7 milhões de toneladas, um aumento de cerca de 3,4%  (172,1 milhões de toneladas) em relação a  2025.

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