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Especialista Camila Silveira lista tendências que podem ajudar empreendedor a se destacar na Internet em 2022

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Camila Silveira destaca também quais as ações o empresário deve tomar neste ano

Você já comprou algo pela Internet? Ou quando pensa em um produto já imediatamente inicia suas pesquisas nas redes? Se sua resposta é sim, significa que já faz parte de uma tendência mundial de maior crescimento nos últimos anos, as vendas com o auxílio da tecnologia, ou seja, o chamado e-commerce no Brasil chegaram a 53,4 bilhões somente no primeiro semestre de 2021, um aumento de mais de 31% referente ao ano anterior onde mais de 42 milhões de pessoas fazem suas compras através da internet em um crescimento multiplicador mensal superior a qualquer outro método de escala.

O desafio, no entanto, sempre circula em como ser um sucesso e alcançar estes números, resultando em vendas para o pequeno empreendedor. Para isto, Camila Silveira, especialista em vendas pela internet, listou as principais tendências e ações necessárias que o empreendedor deve ter.

 

1) Vídeos curtos:

Um dos grandes desafios dos negócios em 2022 será transmitir sua mensagem em vídeos rápidos que prendam a atenção dos possíveis consumidores. Tiktok como o app mais baixado em 2021 e de maior crescimento com cerca de 1 bilhão de usuários ativos comprova esta tendência também lançada pelo Instagram na versão Reels e Shorts do YouTube ainda sendo o mais visto. Será importante saber que este conteúdo pode ser absorvido de diversas formas e vai muito além de “dancinhas” onde pode ganhar o formato de apresentação de imagens ou produtos e ainda contra com o apoio de trilhas sonoras ao fundo que impulsionam o engajamento de forma inteligente e descontraída que gerem conexão.

 

2) Experiência por voz :

Podcast e outras formas de envio de mensagens em áudio como informações também são a grande possibilidade que virá cheia de inovações em 2022. O próprio WhatsApp que também é líder na forma desta comunicação que apresentou um crescimento de 251% em 2021 já ganha a atualização de rever a prévia de seu áudio onde poderá ouvir, editar e acelerar antes de enviar as mensagens. O impacto de rankeamento atual apresentado pelo Google neste formato também está sendo uma grande oportunidade para que o empreendedor aposte seus conteúdos em plataformas alternativas como por exemplo o Spotify e Telegram. O Facebook também promete uma inovação impactante que trará a possibilidade de debates via áudio em postagens no feed para o período prévio às eleições de 2022.

 

3) Planejamento e Tráfego pago

Estes serão os pilares da estratégia de sucesso para vendas por meios digitais em 2022. Ainda existe uma grande falta de conhecimento desta área por parte dos empreendedores que julgam muitas vezes que o tráfego pago é uma unificação do marketing empresarial, esquecendo que antes de qualquer impulsionamento é necessário uma estratégia do que e como divulgar seu produto onde sem este princípio bem definido podemos ouvir sempre aquelas frases de pessoas que investem valores em impulsionamento e culpam o marketing de não obter retorno algum, para ilustrar esta situação podemos imaginar um atleta que toma anabolizante mas não pratica exercícios, ele irá apenas inflar sem obter músculos, o mesmo pode acontecer com uma rede social sem planejamento que irá obter apenas números sem retornos financeiros.

Para que isto não ocorra é necessário ter as áreas de marketing muito separadas na clareza de sua estratégia para saber onde estará investindo e de que forma irá escalonar seu negócio em uma métrica de crescimento contínuo. Em 2021 69% das pessoas compraram através do impulso de um anúncio visualizado nas redes sociais e a previsão é que logo nos primeiros meses este número cresça pelo menos 32%

 

4)Comunidades engajadas em valores

A pandemia nos isolou e fez com que todos buscassem ter como prioridades buscar pessoas com compatibilidade de valores e crenças, fazendo com que as redes sociais mesmo num âmbito comercial seja determinada por este princípio, em 2022 empreendedores que deixarem em evidência a causa para além do produto sem dúvida ganham destaque, nicho de beleza natural , moda fora do padrão e comidas feitas em casa no estilo alimentação saudável são a grande aposta tal como temas relacionados a movimentos sociais, os chamados “change-Makers”.

 

5)Revolução digital no comércio tradicional

74% da população pertencente a geração até 34 anos não carrega dinheiro na carteira, muito menos compram produtos antes de “Stalkear” ( analisar e pesquisar tudo que seja informativo sobre o produto e ou comércio ) tornando fundamental mesmo os comércios tradicionalmente físicos estarem presente no meio virtual e ter em seus estabelecimentos todas as formas digitais de expansão de vendas e fidelização de mercado para isto tenha sempre exposto de formas visíveis que incentivem os clientes e visitantes a pertencerem em suas redes isto pode ser feito de forma simples com adesivos do QRCODE que podem facilmente acessar Instagram e passar a seguir, Pix para meio de pagamentos rápidos e isentos de taxas e WhatsApp que será uma grande forma de captação de lead (cadastro dos clientes) para possíveis prospecções futuras e contínuas.

 

Para ter acesso a mais passos a passos decorrentes para seu crescimento não deixe de seguir o Instagram @camilasilveiraoficial , e ter acesso às tendências mais atualizadas e inéditas do mercado de forma simples e estratégica.

 

 

 

 

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Marca de chocolates zero açúcar em forte crescimento, GoldKo inaugura nova unidade no Botafogo Praia Shopping

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É a terceira unidade da rede no Rio de Janeiro

 O Rio de Janeiro acaba de ganhar um novo destino para os apaixonados por chocolate que não abrem mão da saudabilidade. A GoldKo, marca pioneira em unir tecnologia de sabor com zero adição de açúcares, inaugura nesta sexta-feira (27) sua terceira unidade na capital fluminense, desta vez no icônico Botafogo Praia Shopping.

A chegada à Zona Sul marca um momento estratégico para a companhia liderada pelos irmãos Gregory e Chantal Kopenhagen Goldfinger, ao lado do pai, Paulo. Com a meta  de atingir 60 lojas no Brasil até o final de 2026, a GoldKo consolida sua presença em solo carioca, provando que o “chocolate de verdade” pode, sim, ser surreal e saudável ao mesmo tempo.

Herança e Inovação

Mais do que uma chocolateria, a GoldKo é um fenômeno de engajamento digital. Ao abrir os bastidores da produção e focar em uma comunicação humanizada, a marca transformou o consumo consciente em desejo nacional. No Rio, a nova operação será capitaneada pelas franqueadas Ingrid Gomes e Nina Roncisvalle.

Uma Experiência  Completa
O novo espaço foi projetado para ser um refúgio com vista para um dos cartões-postais da cidade. O mix de produtos vai muito além das barras de chocolate:

Cafés Especiais: Blends exclusivos desenvolvidos para harmonizar com o portfólio da marca, servidos com o icônico marshmallow GoldKo (o primeiro do mundo sem açúcar com textura real).

Menu de Indulgência: Destaque para o cappuccino “chocolatudo” e o clássico croissant francês com creme de avelã – tudo zero adição de açúcares.

Presentes com Atitude: Opções que unem sofisticação, sabor e funcionalidade (sem glúten e sem açúcar), ideais para o público exigente da Zona Sul.

“Queremos ser a cafeteria favorita do brasileiro. Nosso foco é unir cafés de altíssima qualidade ao nosso jeito humanizado de receber, proporcionando uma experiência onde o cliente não sinta que está fazendo uma ‘concessão’ por escolher um produto sem açúcar”, afirma Gregory Goldfinger, CEO da GoldKo.

Serviço – Inauguração GoldKo Botafogo
Data: Sexta-feira, 27 de março
Horário: 16h
Local: Botafogo Praia Shopping, Piso Térreo
Endereço: Praia de Botafogo, 400 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ
Instagram: @goldko.botafogo / @goldko
Obrigada Vanessa haddad 11985304381

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Empresários brasileiros analisam impactos da ampliação de tarifas nos Estados Unidos e apontam caminhos estratégicos

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aturais de Recife e radicados nos Estados Unidos, os irmãos André Carvalho e Raphael Carvalho são fundadores de um grupo empresarial com atuação internacional que emprega centenas de colaboradores. Com trajetória iniciada do zero no mercado americano, onde chegaram em momentos distintos e sem estrutura inicial, consolidaram empresas multimilionárias e hoje também atuam como mentores de empresários e autores best-sellers na área de negócios e liderança.

Diante da ampliação de tarifas sobre importações nos Estados Unidos, os empresários avaliam que a medida vai além de uma questão tributária e pode alterar de forma significativa a dinâmica financeira e estratégica de empresas de diferentes portes.

Para André, o primeiro reflexo do aumento tarifário é direto no custo estrutural das empresas. Quando o governo eleva tarifas, aumenta o custo de entrada de produtos, matérias-primas e insumos no país, impactando o COGS (Cost of Goods Sold) de indústrias, varejo e até empresas de serviços que dependem de equipamentos, químicos, tecnologia ou peças importadas.

Segundo ele, o efeito imediato costuma ser a compressão de margem. Empresas que já operam com margens mais ajustadas precisam decidir entre absorver o custo e reduzir lucro, repassar o aumento ao consumidor e arriscar perder competitividade ou buscar novos fornecedores, o que nem sempre é simples ou viável no curto prazo.

Ele também destaca a volatilidade na cadeia de suprimentos. Fornecedores internacionais tendem a revisar contratos, prazos e preços, podendo gerar ruptura de estoque ou necessidade de antecipação de compras para evitar novos aumentos, o que impacta fluxo de caixa e planejamento financeiro. Para pequenas e médias empresas, especialmente negócios de imigrantes que operam com menor capital de giro, o impacto pode ser ainda mais sensível devido à menor capacidade de negociação e proteção financeira.

Na avaliação de Raphael, o cenário exige uma leitura estratégica mais ampla. Para ele, o aumento de tarifas força o empresário a repensar sua cadeia de valor e reduzir dependências excessivas de fornecedores estrangeiros, além de estimular a busca por sourcing doméstico ou regional, reestruturação de contratos de longo prazo e ganhos de eficiência operacional para compensar custos maiores.

Ele também observa que, em alguns casos, a ampliação de tarifas pode estimular a produção interna, criando oportunidades para empresas que atuam em setores como manufatura, construção, logística e manutenção. Por outro lado, alerta para possível impacto inflacionário caso os custos sejam amplamente repassados ao consumidor, o que pode reduzir demanda e exigir ajustes na estratégia comercial e na proposta de valor.

Para os empresários, a ampliação de tarifas nos Estados Unidos não é apenas uma questão de custo, mas de posicionamento. Empresas que operam apenas de forma reativa tendem a sofrer mais, enquanto aquelas que contam com estrutura financeira, análise de dados e visão de longo prazo podem transformar um ambiente protecionista em vantagem competitiva.

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Por que empresas estão recusando contratos mesmo em um mercado aquecido?

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O contador e CEO da Trivium Cláudio Lasso explica que as empresas não conseguem expandir por escassez de mão de obra qualificada

O cenário é contraditório à primeira vista. O Brasil vive um mercado aquecido, com demanda ativa em diversos setores, mas um número crescente de empresas tem recusado contratos, adiado projetos e limitado sua expansão. O motivo não é falta de clientes. É falta de gente preparada para executar.

“A escassez de mão de obra qualificada se tornou um dos principais gargalos operacionais do empresariado brasileiro. Mesmo com taxas de desemprego relativamente baixas, os empresários enfrentam dificuldades para preencher vagas básicas e técnicas. O problema deixou de ser conjuntural. Ele é estrutural”, explica o contador e CEO da Trivium Cláudio Lasso

Lasso diz que na prática, muitas empresas chegaram ao limite da capacidade operacional. “Sem profissionais suficientes ou minimamente preparados, aceitar novos contratos significa assumir risco de atraso, quebra de padrão de entrega e desgaste com clientes. Para preservar reputação e caixa, a decisão passa a ser recusar crescimento”.

O contador explica que um dos fatores centrais é o desalinhamento educacional. “O Brasil forma poucos jovens com qualificação técnica ou profissionalizante. Enquanto países da OCDE têm entre 35% e 65% dos jovens nesse tipo de formação, o Brasil gira em torno de 11%. Isso cria um vácuo entre o que o mercado precisa e o que a força de trabalho entrega”.

Outro ponto relevante, de acordo com Cláudio Lasso, é a mudança no perfil e nas expectativas dos trabalhadores. “Cresce a preferência por trabalhos flexíveis, digitais e com menor rigidez de jornada. Modelos tradicionais, como escala 6×1 e atividades operacionais presenciais, enfrentam rejeição crescente. O resultado é um choque entre a estrutura das empresas e as escolhas individuais dos profissionais”.

De acordo com o empresário, o mercado aquecido amplia ainda mais o problema. Com poucas pessoas qualificadas disponíveis, a competição por mão de obra se intensifica. Ele afirma que isso pressiona salários, benefícios e condições de trabalho, elevando custos operacionais. Empresas menores e médias sentem esse impacto de forma mais aguda.

“A alta rotatividade fecha o ciclo negativo. Funcionários entram, saem rapidamente e desestimulam o investimento em treinamento. Sem estabilidade mínima, a empresa não consegue formar pessoas internamente nem criar cultura operacional consistente. O resultado é perda de produtividade e retrabalho constante”.

Ele aponta que os setores mais afetados já sentem isso de forma clara. Construção civil, varejo ampliado, indústria e serviços operam com níveis elevados de dificuldade para contratação. Em muitos casos, obras atrasam, lojas reduzem horário de funcionamento e contratos são adiados ou cancelados.

“Diante desse cenário, empresas têm sido forçadas a agir. Melhoria de salários, ampliação de benefícios, revisão de jornadas, investimento pesado em treinamento interno e processos seletivos mais rápidos tornaram-se medidas de sobrevivência, não de diferenciação”.

Cláudio Lasso esclarece que o ponto central é que o crescimento deixou de ser apenas uma decisão comercial. Ele passou a depender diretamente da capacidade de formar, reter e organizar pessoas. Sem estrutura humana, não há escala possível.

“Empresas que não entenderem esse movimento continuarão presas a um paradoxo perigoso: demanda existe, mercado quer comprar, mas o negócio não consegue operar. Em um ambiente assim, crescer sem estrutura deixa de ser oportunidade e passa a ser risco”, conclui.

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