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Ex-secretária do Plano Nacional do Livro e Leitura destaca a importância do Dia Mundial da Poesia

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Renata Costa fala sobre o atual cenário cultural brasileira, destaca seis leituras obrigatórias de poesia, além do mercado editorial e político

Nesta segunda-feira,21 de março, é comemorado o Dia Mundial da Poesia, que foi instituído na 30ª Conferência Geral da UNESCO, em 1999. O IPLB escolheu o envio on-line do poema Eu e Ela de Cesário Verde para celebrar este dia. No dia 14 deste mês,  também celebramos o Dia da Poesia no Brasil. A comemoração surgiu como uma homenagem a Castro Alves, grande poeta brasileiro com uma história de lutas por causas nobres e pela Abolição da Escravidão. O Dia da Poesia é o mesmo que o aniversário de Castro Alves, que nasceu no dia 14 de março de 1847, na Bahia.

Renata Costa, ativista em defesa da cultura e educação fala sobre a importância do incentivo à leitura, e fomento às redes de acesso à leitura e literatura “ A cultura, a leitura e a poesia são como o alimento diário que precisamos para o corpo, necessitamos buscar essas fontes de conhecimento todos os dias” destaca ela.

Política, cultura e pandemia

Para Renata Costa, a pandemia devastou o setor cultural em todo o país. Artistas, que dependiam do seu público, se viram sem possibilidade de trabalho. Para o setor do livro, editoras e livrarias fecharam suas portas e atividades, em especial as livrarias de rua, tão tradicionais no Rio de Janeiro. A retomada possibilitará um respiro para a cadeia produtiva do livro.

“É muito importante que o mercado editorial continue entendendo o setor como parte fundamental da incidência em políticas públicas. Artistas, escritores, poetas, ilustradores precisam do processo editorial e livreiro para, além da sobrevivência, fomentar a cadeia mediadora do livro, como as bibliotecas públicas e comunitárias. Entidades do livro como CBL, LIBRE e SNEL a partir da construção do Plano Nacional do Livro e Leitura, hoje fazem parte dessa grande roda. Comprar em pequenas livrarias, estimular as pequenas e médias editoras, tão especializadas em suas linhas editoriais, trazer escritores brasileiros para as adoções em escolas ajudará a todas as cadeias do livro. Políticas públicas de fomento, parcerias público-privada, as famosas PPPs, editais para publicação e compra de acervo para atualização dos espaços de leitura são ações que fortalecerão o mercado”, explica a ex- secretária Nacional do Livro e Leitura.

Renata Costa, indica seis livros de poesia para ler:

1) O livro das ignorãças – Manoel de Barros
2) Toda poesia – Paulo Leminski
3) De Medos e Assombrações – Cora Coralina
4) Desperdiçando rima – Karina Buhr
5) A teus pés – Ana Cristina Cesar (a poeta marginal)
6) Livro de Mágoas – Florbela Espanca

Renata Costa ainda destaca a importância das contadoras de histórias para a disseminação da cultura no Brasil.

“Acredito que dentro de nós, mulheres, há uma contadora de histórias por excelência. Somos aquelas que, a partir das histórias, levamos nossa humanidade e nosso ser-mulher adiante, para frente, impulsionando umas às outras nessa grande roda feminina. A mágica da trama que envolve o mistério das nossas vidas. A intuição latente que nos ronda ao longo de nossas vidas faz com que nossas histórias sejam sentidas e inspiradas por outras mulheres. Não obstante, quando olhamos para a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, as mães são as maiores responsáveis pelo encantamento das crianças aos livros, são a referência principal do estímulo à leitura. Sejamos sempre nossas próprias contadoras de histórias, das nossas histórias, dos nossos caminhos” finaliza.

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6 em cada 10 brasileiros LGBT relatam dificuldades em conseguir trabalho

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Seis em cada dez brasileiros LGBTQIAPN+ relatam dificuldades em ingressar no mercado de trabalho, segundo dados da terceira edição do estudo do Oldversity, produzido pelo Grupo Croma. Por outro lado, 52% percebe que marcas e empresas têm se ajustado mais às suas necessidades.

Quatro em cada dez pessoas creem que as lojas estão mais preparadas para atender o público LGBTQIAPN+. A Natura possui o maior índice de aceitação, com 33%; O Boticário, segunda no ranking, com 12%. Globo e Avon possuem 6%.

Fonte: Veja

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Camila Silveira vai palestrar no evento, que é imperdível para empreendedores, visionários e amantes do desenvolvimento

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A primeira edição da Expo Arujá, maior feira de negócios do Alto Tietê, acontece de 8 a 10 de maio, das 10h às 20h. Arujá será o epicentro de oportunidades para indústria, comércio, serviços e agronegócio.

A feira é um espaço onde as mentes mais inovadoras se reúnem, em que negócios são iniciados e parcerias são forjadas. O evento conta uma ampla gama de expositores representando diversos setores, desde a indústria até o agronegócio. Esta é a oportunidade de explorar novos horizontes e expandir operações.

Durante três dias, acontecem palestras de líderes de pensamento e especialistas em diversos campos. E no dia 10 de maio, às 14h, a oportunidade única de participar do evento de capacitação ao Marketing Digital, com a renomada Camila Silveira. O participante poderá aprimorar suas habilidades e levar sua estratégia de marketing para o próximo nível.

Saiba por que participar da feira:

Networking Poderoso: Conecte-se com outros empresários, fornecedores e especialistas do setor. A troca de ideias e experiências pode abrir portas inimagináveis.

Oportunidades de Negócio: Descubra novos produtos, serviços e tecnologias que podem impulsionar o crescimento do seu negócio.

Atualização Profissional: Mantenha-se à frente da concorrência com insights valiosos das palestras e workshops ministrados por especialistas reconhecidos.

Visibilidade da Marca: Exponha sua empresa para um público qualificado e aumente o reconhecimento da sua marca.

O evento acontece no Aflord – Estrada Pl Arujá Para mais informações e para garantir sua presença, visite o site oficial em www.aexpoarujá.com.br.

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Casamento x união estável- saiba as principais semelhanças e diferenças nas duas formas legais de relacionamento

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Advogado Daniel Romano Hajaj fala sobre os regimes de casamento

Muito se pergunta quais são as principais semelhanças e diferenças entre a união estável e o casamento.O advogado Daniel Romano Hajaj, com vasta experiência em direito de família, esclarece que ambas são formas legais de estabelecer um vínculo matrimonial, seja entre pessoas do mesmo ou de diferentes sexos.

“O casamento é a forma mais tradicional de união em nosso País. É uma forma de reconhecimento automático e garantia dos cônjuges a todos os direitos previstos em nossa legislação, como divisão de bens em um divórcio e herança, por exemplo”.

Em relação à União Estável, o advogado esclarece que ela tem que cumprir alguns requisitos, sendo os principais uma convivência pública, contínua e duradoura, com objetivo de constituição de família, e, não necessariamente que tenham filhos.

“Quanto ao regime de bens, ou seja, a forma com que o patrimônio do casal será gerido, as regras são as mesmas. A diferença é que na União Estável, se ela não for registrada, a regra é o regime de comunhão parcial de bens, ou seja, tudo o que foi adquirido após o início do relacionamento, pertence a ambos”, enfatiza o advogado.

Em relação ao regime de casamento, o advogado esclarece que são 3 os mais utilizados, a comunhão parcial de bens, que é a regra, tanto para casamento, quanto para união estável, onde tudo o que é adquirido após a união pertence ao patrimônio comum do casal. A separação total de bens, onde cada cônjuge tem o seu patrimônio, separado e não se comunica com o patrimônio do outro; e por fim, a comunhão total, onde todos os bens, sejam anteriores ou posteriores ao casamento integram o patrimônio do casal.

“A grande diferença é que no caso do casamento, há possibilidade de mudança do regime de casamento, ou seja, você pode mudar de comunhão parcial para separação total por exemplo, já na união estável, se não há registro, prevalece a comunhão parcial de bens”, ressalta o advogado Daniel Romano Hajaj.

Por outro lado, esclarece o advogado, que a União Estável pode ser registrada a qualquer tempo, com data retroativa, ou seja, o casal pode viver anos juntos, sem registro algum e, em dado momento, formalizar a união indicando o mês e ano de início e, ainda, o regime de bens. Essa possibilidade é interessante quando há necessidade de proteger o patrimônio do casal.

Já em relação ao término do relacionamento, as regras estipuladas do regime de bens têm que ser observadas e a divisão tem que ser conforme o previsto na legislação.

“Mas quando falamos em união estável informal, o famoso, vamos morar juntos, a divisão dos bens e torna um problema, e, muitas vezes, é necessário entrar com uma ação para reconhecer e dissolver a união estável, pedindo, ainda, que o juiz determine a divisão dos bens, ainda que registrados apenas em nome de um dos cônjuges”, ressalta o advogado.

Por fim, o advogado enfatiza que para o casal resguardar seus direitos de forma saudável, devem sempre conversar e alinhar, seja no momento da união, seja no momento da separação, já que em um litígio, onde a decisão será dada por um juiz, todos acabarão perdendo.

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