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Fundo de investimento Privado X Fundo de investimento Aberto

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Entenda a diferença das modalidades e conheça os fundamentos

Antes de mais nada, gostaríamos de enfatizar a importância de adquirir conhecimento. Buscar entender sobre o mercado financeiro, suas faces, riscos e tudo que ele pode oferecer, te ajuda a não ter problemas ou surpresas no futuro.

Fundos

Para que você entenda a diferença de cada um, vamos explicar melhor sobre os fundos de investimentos, em uma visão macro.

Imagine um “condomínio” de investidores. Os mesmos reúnem os recursos de diversos participantes e aplicam em conjunto no mercado financeiro e de capitais. Os ganhos obtidos com essas aplicações, são distribuídos entre os participantes, de acordo com o valor investido por cada um.

As opções são muitas. Os fundos de investimento podem ser uma ótima escolha para quem quer sair da poupança e procura mais rentabilidade. Também existem tipos de fundos mais arrojados, para investidores mais sofisticados e habituados com o mercado financeiro.

Tipos de Fundos

Existem alguns tipos de fundos, e recomendamos que você busque conhecimento sobre cada um e sobre como funciona melhor todo o ecossistema, para fazer a escolha certa!

Os tipos de fundos são:

  • Fundo de Curto Prazo;
  • Fundo Referenciado;
  • Fundo de Renda Fixa;
  • Fundo de Ações;
  • Fundo Cambial;
  • Fundo de Dívida Externa; e
  • Fundo Multimercado.

Fundo de investimento Privado X Fundo de investimento Aberto

Fundo Aberto X Fundo Fechado

A principal diferença entre eles é que: Nos fundos de capital aberto, a aplicação e o resgate podem ser realizados nas instituições responsáveis pela distribuição das cotas, ou seja, em bancos ou corretoras e quando o investidor quiser. Já nos fundos de capital fechado, a entrada e a saída dos cotistas não acontece a qualquer tempo – e sim, apenas em momentos específicos.

No fundo de capital fechado, por exemplo, a entrada dos investidores acontece no chamado “período de captação”, da mesma forma que o resgate também possuí prazo e data fixa para acontecer.

Por onde começar?

Existem diversas maneiras de entrar para o mundo dos investimentos, e isso pode ser perigoso se você não estudar sobre cada detalhe.

Existem corretoras e administradoras de capitais, abertos ou fechados, que exercem este tipo de serviço. Um exemplo é a MK CAPITAL, uma empresa de gestão de fundos de risco situada em Chicago e Ann Arbor, em fase inicial, e que investe em empresas do setor de software e nuvem. Eles se alinham com os empresários, que entram como parceiros de financiamentos e mentores confiáveis para construção de novos negócios.

Fundo de investimento Privado X Fundo de investimento Aberto

A MK CAPITAL é confiável?

O slogan já diz: Capital de risco para empreendedores da próxima geração.

Uma chamada forte, atrativa, mas que nos trás algumas reflexões das quais já falamos acima.

Para saber sobre a empresa, acesse: https://www.mkcapital.com/

Estar atento ao mercado, buscar conhecimento e ajuda profissional de confiança, é essencial para o sucesso dos seus investimentos e para alcançar o resultado desejado.

E você, já investe seu dinheiro, diversificando sua carteira?

Fundo de investimento Privado X Fundo de investimento Aberto

Fundos de investimento no exterior crescem 38,4% em 1 ano

Em junho do ano passado o patrimônio líquido desses fundos cresceu R$799,7 bilhões

Os fundos de investimento no exterior, têm adquirido voz junto aos investidores, isso porque, o número de pessoas diversificando seus investimentos cresce a cada dia.

Os dados de crescimento desses fundos, fornecidos pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), falam por si. Veja:

O patrimônio líquido desses fundos atingiu R$ 799,7 bilhões em junho de 2021, contra R$ 577,7 bilhões em junho de 2020.

Os fundos multimercados com investimento no exterior, tinham um patrimônio líquido de R$ 630,9 bilhões contra R$ 496,1 bilhões um ano antes. Já os fundos de ações com investimento no exterior, tinham um patrimônio líquido de R$ 162,8 bilhões, ante R$ 79,3 bilhões no ano de 2020.

Os fundos de renda fixa com investimento no exterior tinham um patrimônio líquido de R$ 5,9 bilhões. No ano de 2020, o valor era de R$ 2,3 bilhões.

A captação, segundo a Anbima, foi de R$ 54 bilhões nos fundos multimercados com investimento no exterior, ante R$ 27 bilhões de 2020.

Nos fundos de ações com investimento no exterior, a captação foi de R$ 17,9 bilhões em 2021, ante R$ 4 bilhões em 2020. E nos fundos de renda fixa com investimentos no exterior, a captação foi de R$ 1,8 bilhão em junho de 2021 contra R$ 1 bilhão em junho de 2020. (Fonte de dados: Valor Investe)

Fundo de investimento Privado X Fundo de investimento Aberto

Quais são as empresas de fundos de investimento no exterior?

Existem diversas empresas de diversos tamanhos e proporções que oferecem serviços de gerenciamento de fundos de investimento, como por exemplo a MK CAPITAL, com sedes em Northfield e Ann Arbor, em fase inicial e que investe em empresas inovadoras de tecnologia e serviços em nuvem.

Outra empresa é a Conti Capital, que fica situada em Dallas no Texas. O Fundo identifica oportunidades em mercados de alto crescimento no Sun Belt, região Sul dos EUA. O CONTI RE High-Growth Fund IV oferece a oportunidade de participar de um investimento, que cria uma carteira diversificada de investimentos imobiliários multifamily.

*Vale lembrar que a Anbima mapeia os fundos que estão autorizados a investir no exterior, portanto, sempre procure saber quais fundos são confiáveis, quem é a empresa e quem são os sócios por trás desses fundos, e busque conhecimento antes de ingressar no mundo do mercado financeiro e de investimentos.

 

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Mariah Morais leva cultura e esperança às mulheres privadas de liberdade

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Com uma escrita que atravessa fronteiras e conecta literatura, turismo, motivação e tecnologia, Mariah Morais vem se consolidando como um dos grandes nomes da nova geração de autores no Brasil. A escritora, que em 2025 emplacou dois livros simultaneamente (A Saga Cafu e Depois do Depois) na lista de best-sellers, está transformando o modo como o público se relaciona com a leitura e com o mundo. 

Seu mais novo desafio é criar bibliotecas, rodas de leituras, oficinas de redações e curso básico de português, para mulheres que se encontram no sistema prisional.

“Nesses locais existe muito tempo ocioso, que precisa ser preenchido de uma maneira, que eleve a cultura e conhecimento”, conta Mariah. 

A ideia surgiu após uma palestra que participou no último mês de outubro em Londrina, onde a jornalista teve a oportunidade de conhecer algumas histórias de menores infratores.

” Saí de lá com a certeza que podia e faria algo para mudar aquelas realidades. A partir daí, começaram as reuniões com especialistas pedagógicos, que estão firmes, trabalhando na formatação do projeto, que já definiu, onde será o primeiro núcleo”, conta.

 Conhecida por suas obras que combinam narrativas envolventes com experiências reais e imersivas, Mariah tem arrastado uma legião de leitores e entusiastas por onde passa. Suas histórias não apenas inspiram, mas também convidam à ação, explorando destinos, ideias e vivências que estimulam o autoconhecimento e o empreendedorismo. 

 Esposa do eterno capitão Cafu, Mariah tem ganhado ainda mais projeção, com uma agenda intensa de palestras e apresentações pelo Brasil e exterior, participando de feiras literárias, encontros corporativos e experiências culturais. Ela também lidera imersões temáticas, que unem leitura, viagens e transformação pessoal em um formato inovador que tem conquistado cada vez mais leitores

 Além do sucesso editorial, sua atuação multifacetada como escritora, palestrante e criadora de experiências a coloca como uma das principais vozes do cenário contemporâneo, ajudando a levar o nome da literatura brasileira a novos patamares.

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Leis de incentivo fiscal se tornam braço estratégico do marketing institucional em 2026

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Com a alta do custo da mídia digital, empresas passam a usar o imposto devido como alavanca para ampliar alcance, reputação e impacto por meio de projetos incentivados

Com a confirmação de que, a partir de 2026, a Meta, controladora do Instagram e do Facebook passará a repassar tributos como PIS, Cofins e ISS aos anunciantes, o custo da mídia digital no Brasil entrará em um novo patamar. A mudança, que eleva em mais de 12% o valor dos investimentos nessas plataformas, impõe um desafio direto aos orçamentos de marketing e acelera uma virada de chave: o uso estruturado das leis de incentivo fiscal como parte das estratégias de comunicação.

Nesse novo cenário, eficiência não será apenas uma questão de performance ou criatividade, mas de como as empresas organizam seus recursos, incluindo os tributos que já pagariam para potencializar seus planos de marketing institucional. É nesse contexto que as leis de incentivo ganham protagonismo, funcionando como um forte braço estratégico para marcas que precisam manter presença, relevância e impacto mesmo com a mídia mais cara.

A Brada atua exatamente nesse ponto de convergência, apoiando empresas a destinar parte do imposto devido para projetos incentivados, transformando esse valor em campanhas, ações de reputação e presença institucional. Em vez de simplesmente recolher esses recursos ao governo, as empresas passam a direcionar parte deles a iniciativas alinhadas aos seus objetivos de marca e posicionamento, ampliando o retorno do investimento em comunicação.

Segundo Vanessa Pires, CEO da Brada, o marketing moderno precisa conhecer e incorporar as leis de incentivo fiscal como ferramenta estratégica. “Hoje, profissionais de marketing precisam saber que existem mecanismos legais que permitem transformar parte do imposto que a empresa já pagaria em projetos de comunicação e impacto. Quando uma empresa do lucro real ou presumido destina esse valor a iniciativas incentivadas, ela não está criando um novo custo, está apenas redirecionando o imposto devido para gerar visibilidade, posicionamento e valor institucional. É assim que conseguimos transformar impostos também em marketing social”, afirma.

Com a mídia digital pressionada por custos mais altos, as empresas que saírem na frente em 2026 serão aquelas que compreenderem que as leis de incentivo fiscal não são apenas uma vantagem tributária, mas um instrumento de planejamento de marketing. Ignorar esse movimento significa depender cada vez mais de mídia paga, enquanto concorrentes passam a operar com uma estrutura mais inteligente, usando o próprio imposto para fortalecer sua presença de marca e seus projetos estratégicos.

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Bioinsumos e fertilizantes são alternativas viáveis para o déficit hídrico na safra de soja de 2026

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O uso desses produtos complementam mecanismos biológicos que aumentam raízes em 20-30%

Os bioinsumos são altamente eficazes contra déficit hídrico na soja, complementando fertilizantes com mecanismos biológicos que aumentam raízes em 20-30% e regulam hormônios de estresse. Microrganismos como Azospirillum, Bacillus e micorrizas melhoram absorção de água e nutrientes sob seca, recuperando 10-20% da produtividade perdida em florescimento 

Para Douglas Vaz-Tostes, gerente técnico nacional da GIROAgro, a força da safra está diretamente ligada à qualidade dos insumos utilizados: “A escolha correta dos insumos, principalmente dos fertilizantes,  define a eficiência de todo o sistema produtivo. Quando o produtor investe em nutrientes adequados, na dose certa e no momento certo, ele reduz perdas, aumenta a rentabilidade e protege o potencial produtivo da cultura.”

Os fertilizantes foliares são uma das principais alternativas viáveis para a safra de soja 2026/27 no Brasil, especialmente sob chuvas irregulares no Centro-Oeste. A adoção já atinge 46,7% da área cultivada (soja 62% do total), com crescimento anual de 20%, comprovando eficácia prática em cenários climáticos adversos.

A previsão climática para 2026 no Rio Grande do Sul, por exemplo, indica um ano de transição: começa sob influência da La Niña, passa para neutralidade entre o fim do verão e o outono e pode evoluir para um episódio de El Niño entre o inverno e a primavera. Além disso, a meteorologista ressalta que fenômenos de curto prazo, menos previsíveis, podem ocorrer ao longo do ano e alterar temporariamente o padrão climático esperado, mesmo dentro desse cenário geral. 

Apesar de ser um momento em que há muita adversidade climática, este não é um fator que irá determinar tanto o desempenho da safra de soja para o ano de 2026, que deve ser recorde no Brasil, superando 2025/26 apesar de chuvas irregulares localizadas. Abiove projeta 177,7 milhões de toneladas, um aumento de cerca de 3,4%  (172,1 milhões de toneladas) em relação a  2025.

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