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Imply lança plataforma completa de marketplace e e-commerce para venda integrada de ingressos e produtos

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Com soluções phygital, canais de venda ilimitados e tecnologia antifraude, a Eleven360 tem como objetivo colocar o cliente no centro

A Eleven360, plataforma que é reconhecida como uma das líderes do mercado de ingressos, acessos e gestão de sócios para futebol, eventos de grande porte e atrações premium, torna-se agora uma empresa independente.

A nova empresa Eleven360 é uma spin-off da Imply, que completou 20 anos de mercado, e já conta com experiência na Copa do Mundo, Copa América, Libertadores, Sul-Americana, além de atuar com grandes clubes como Flamengo, Athletico Paranaense, Internacional, entre outros, e importantes eventos e atrações, como a Oktoberfest Blumenau, Theatro Municipal e Jardim Botânico do Rio de Janeiro, por exemplo. A Eleven360 registrou, no ano passado, 36% de todo o market-share da Copa do Brasil, um dos principais eventos do futebol brasileiro.  Somente na Copa América, a plataforma transacionou cerca de R$ 215 milhões e controlou mais de 2 milhões de acessos na Copa do Mundo de 2014. Este ano, a marca tem mantido 36% do market-share do Campeonato Brasileiro.

Com soluções completas, a Eleven360 oferece desde venda de ingressos, acesso, consumos cashless, programas de vantagens e equipes de suporte. A nova empresa nasce juntamente com o lançamento de sua nova solução de marketplace e e-commerce, desenvolvida em conjunto com os maiores operadores de eventos, turismo e atrações do Brasil, com tecnologias integradas para inovar a gestão de relacionamentos e vendas. A nova plataforma da Eleven360 está disponível clicando aqui.

Segundo Rafael Porto, CEO da Eleven360, o lançamento surge por uma demanda de mercado. “Até agora não havia uma solução completa onde você pode adquirir ingressos junto com produtos. A nova plataforma de e-commerce da Eleven360 permitirá tudo isso”, afirmou o executivo.

A plataforma foi desenvolvida para atender a diversos segmentos, como eventos, shows, festas, espetáculos, congressos, atrações e cinemas. É possível criar canais de venda ilimitados, incluindo uma loja própria online exclusiva, vendas em marketplace, rede de afiliados e pdvs, para a comercialização de ingressos, experiências, produtos, serviços, estacionamento, combos e muito mais. A solução é “phygital”, reunindo todos canais de venda físicos e digitais, com o estoque 100% integrado.

Com essa nova solução, a Eleven360 espera oferecer uma experiência de compra mais integrada e conveniente, além de facilitar as operações e o aumento dos resultados dos clientes B2B. “É uma solução completa e funcional tanto para o cliente final, quanto para o produtor, que poderá cadastrar sua loja ou seu evento, convidar os participantes, controlar o acesso, pré-carregar o consumo e receber o dinheiro. Tudo isso de forma simples e direta, do início ao fim”, completou Porto.

Rafael Porto é profissional com experiência de 20 anos em empresas de vendas e tecnologia e 14 anos de experiência no negócio do entretenimento. O executivo tem passagens por empresas de grande porte no mercado de vendas de ingressos e bilheteria. O executivo assumiu a posição na Eleven360 no mês de fevereiro e tem auxiliado no processo de desenvolvimento da plataforma. “Venho desse mercado e tenho convicção de que estamos lançando um sistema completo, capaz de fornecer tudo que os usuários precisam, com o maior número de funcionalidades”, afirmou Porto.

O executivo destaca que o lançamento da plataforma só foi possível com a ação de um time experiente focado em fornecer algo inovador ao mercado. “Estou muito satisfeito em ter encontrado uma equipe sólida, composta por profissionais de alto gabarito e especialistas em seus respectivos campos. Temos pessoas talentosas dedicadas ao produto, que fazem toda a diferença”, afirmou o executivo. Dentre os profissionais que fazem parte desse lançamento, está o head-comercial da Eleven360, Caio Gonçalves, que traz consigo uma ótica de entusiasta do entretenimento e criador de conteúdo, com vasta experiência no segmento.

“Acima de tudo, nosso foco é sempre no cliente, oferecendo a melhor experiência possível. Além disso, a Eleven360 conta com um grupo capitalizado, com potencial para fomentar o mercado com investimentos em grandes projetos de entretenimento”, completou o executivo.

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Marca de chocolates zero açúcar em forte crescimento, GoldKo inaugura nova unidade no Botafogo Praia Shopping

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É a terceira unidade da rede no Rio de Janeiro

 O Rio de Janeiro acaba de ganhar um novo destino para os apaixonados por chocolate que não abrem mão da saudabilidade. A GoldKo, marca pioneira em unir tecnologia de sabor com zero adição de açúcares, inaugura nesta sexta-feira (27) sua terceira unidade na capital fluminense, desta vez no icônico Botafogo Praia Shopping.

A chegada à Zona Sul marca um momento estratégico para a companhia liderada pelos irmãos Gregory e Chantal Kopenhagen Goldfinger, ao lado do pai, Paulo. Com a meta  de atingir 60 lojas no Brasil até o final de 2026, a GoldKo consolida sua presença em solo carioca, provando que o “chocolate de verdade” pode, sim, ser surreal e saudável ao mesmo tempo.

Herança e Inovação

Mais do que uma chocolateria, a GoldKo é um fenômeno de engajamento digital. Ao abrir os bastidores da produção e focar em uma comunicação humanizada, a marca transformou o consumo consciente em desejo nacional. No Rio, a nova operação será capitaneada pelas franqueadas Ingrid Gomes e Nina Roncisvalle.

Uma Experiência  Completa
O novo espaço foi projetado para ser um refúgio com vista para um dos cartões-postais da cidade. O mix de produtos vai muito além das barras de chocolate:

Cafés Especiais: Blends exclusivos desenvolvidos para harmonizar com o portfólio da marca, servidos com o icônico marshmallow GoldKo (o primeiro do mundo sem açúcar com textura real).

Menu de Indulgência: Destaque para o cappuccino “chocolatudo” e o clássico croissant francês com creme de avelã – tudo zero adição de açúcares.

Presentes com Atitude: Opções que unem sofisticação, sabor e funcionalidade (sem glúten e sem açúcar), ideais para o público exigente da Zona Sul.

“Queremos ser a cafeteria favorita do brasileiro. Nosso foco é unir cafés de altíssima qualidade ao nosso jeito humanizado de receber, proporcionando uma experiência onde o cliente não sinta que está fazendo uma ‘concessão’ por escolher um produto sem açúcar”, afirma Gregory Goldfinger, CEO da GoldKo.

Serviço – Inauguração GoldKo Botafogo
Data: Sexta-feira, 27 de março
Horário: 16h
Local: Botafogo Praia Shopping, Piso Térreo
Endereço: Praia de Botafogo, 400 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ
Instagram: @goldko.botafogo / @goldko
Obrigada Vanessa haddad 11985304381

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Empresários brasileiros analisam impactos da ampliação de tarifas nos Estados Unidos e apontam caminhos estratégicos

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aturais de Recife e radicados nos Estados Unidos, os irmãos André Carvalho e Raphael Carvalho são fundadores de um grupo empresarial com atuação internacional que emprega centenas de colaboradores. Com trajetória iniciada do zero no mercado americano, onde chegaram em momentos distintos e sem estrutura inicial, consolidaram empresas multimilionárias e hoje também atuam como mentores de empresários e autores best-sellers na área de negócios e liderança.

Diante da ampliação de tarifas sobre importações nos Estados Unidos, os empresários avaliam que a medida vai além de uma questão tributária e pode alterar de forma significativa a dinâmica financeira e estratégica de empresas de diferentes portes.

Para André, o primeiro reflexo do aumento tarifário é direto no custo estrutural das empresas. Quando o governo eleva tarifas, aumenta o custo de entrada de produtos, matérias-primas e insumos no país, impactando o COGS (Cost of Goods Sold) de indústrias, varejo e até empresas de serviços que dependem de equipamentos, químicos, tecnologia ou peças importadas.

Segundo ele, o efeito imediato costuma ser a compressão de margem. Empresas que já operam com margens mais ajustadas precisam decidir entre absorver o custo e reduzir lucro, repassar o aumento ao consumidor e arriscar perder competitividade ou buscar novos fornecedores, o que nem sempre é simples ou viável no curto prazo.

Ele também destaca a volatilidade na cadeia de suprimentos. Fornecedores internacionais tendem a revisar contratos, prazos e preços, podendo gerar ruptura de estoque ou necessidade de antecipação de compras para evitar novos aumentos, o que impacta fluxo de caixa e planejamento financeiro. Para pequenas e médias empresas, especialmente negócios de imigrantes que operam com menor capital de giro, o impacto pode ser ainda mais sensível devido à menor capacidade de negociação e proteção financeira.

Na avaliação de Raphael, o cenário exige uma leitura estratégica mais ampla. Para ele, o aumento de tarifas força o empresário a repensar sua cadeia de valor e reduzir dependências excessivas de fornecedores estrangeiros, além de estimular a busca por sourcing doméstico ou regional, reestruturação de contratos de longo prazo e ganhos de eficiência operacional para compensar custos maiores.

Ele também observa que, em alguns casos, a ampliação de tarifas pode estimular a produção interna, criando oportunidades para empresas que atuam em setores como manufatura, construção, logística e manutenção. Por outro lado, alerta para possível impacto inflacionário caso os custos sejam amplamente repassados ao consumidor, o que pode reduzir demanda e exigir ajustes na estratégia comercial e na proposta de valor.

Para os empresários, a ampliação de tarifas nos Estados Unidos não é apenas uma questão de custo, mas de posicionamento. Empresas que operam apenas de forma reativa tendem a sofrer mais, enquanto aquelas que contam com estrutura financeira, análise de dados e visão de longo prazo podem transformar um ambiente protecionista em vantagem competitiva.

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Por que empresas estão recusando contratos mesmo em um mercado aquecido?

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O contador e CEO da Trivium Cláudio Lasso explica que as empresas não conseguem expandir por escassez de mão de obra qualificada

O cenário é contraditório à primeira vista. O Brasil vive um mercado aquecido, com demanda ativa em diversos setores, mas um número crescente de empresas tem recusado contratos, adiado projetos e limitado sua expansão. O motivo não é falta de clientes. É falta de gente preparada para executar.

“A escassez de mão de obra qualificada se tornou um dos principais gargalos operacionais do empresariado brasileiro. Mesmo com taxas de desemprego relativamente baixas, os empresários enfrentam dificuldades para preencher vagas básicas e técnicas. O problema deixou de ser conjuntural. Ele é estrutural”, explica o contador e CEO da Trivium Cláudio Lasso

Lasso diz que na prática, muitas empresas chegaram ao limite da capacidade operacional. “Sem profissionais suficientes ou minimamente preparados, aceitar novos contratos significa assumir risco de atraso, quebra de padrão de entrega e desgaste com clientes. Para preservar reputação e caixa, a decisão passa a ser recusar crescimento”.

O contador explica que um dos fatores centrais é o desalinhamento educacional. “O Brasil forma poucos jovens com qualificação técnica ou profissionalizante. Enquanto países da OCDE têm entre 35% e 65% dos jovens nesse tipo de formação, o Brasil gira em torno de 11%. Isso cria um vácuo entre o que o mercado precisa e o que a força de trabalho entrega”.

Outro ponto relevante, de acordo com Cláudio Lasso, é a mudança no perfil e nas expectativas dos trabalhadores. “Cresce a preferência por trabalhos flexíveis, digitais e com menor rigidez de jornada. Modelos tradicionais, como escala 6×1 e atividades operacionais presenciais, enfrentam rejeição crescente. O resultado é um choque entre a estrutura das empresas e as escolhas individuais dos profissionais”.

De acordo com o empresário, o mercado aquecido amplia ainda mais o problema. Com poucas pessoas qualificadas disponíveis, a competição por mão de obra se intensifica. Ele afirma que isso pressiona salários, benefícios e condições de trabalho, elevando custos operacionais. Empresas menores e médias sentem esse impacto de forma mais aguda.

“A alta rotatividade fecha o ciclo negativo. Funcionários entram, saem rapidamente e desestimulam o investimento em treinamento. Sem estabilidade mínima, a empresa não consegue formar pessoas internamente nem criar cultura operacional consistente. O resultado é perda de produtividade e retrabalho constante”.

Ele aponta que os setores mais afetados já sentem isso de forma clara. Construção civil, varejo ampliado, indústria e serviços operam com níveis elevados de dificuldade para contratação. Em muitos casos, obras atrasam, lojas reduzem horário de funcionamento e contratos são adiados ou cancelados.

“Diante desse cenário, empresas têm sido forçadas a agir. Melhoria de salários, ampliação de benefícios, revisão de jornadas, investimento pesado em treinamento interno e processos seletivos mais rápidos tornaram-se medidas de sobrevivência, não de diferenciação”.

Cláudio Lasso esclarece que o ponto central é que o crescimento deixou de ser apenas uma decisão comercial. Ele passou a depender diretamente da capacidade de formar, reter e organizar pessoas. Sem estrutura humana, não há escala possível.

“Empresas que não entenderem esse movimento continuarão presas a um paradoxo perigoso: demanda existe, mercado quer comprar, mas o negócio não consegue operar. Em um ambiente assim, crescer sem estrutura deixa de ser oportunidade e passa a ser risco”, conclui.

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