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Influencer Carolina Botelho afirma que animais de estimação trazem conforto emocional

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Carolina Botelho com os cães Dingo e Cacau - Foto Acervo Pessoal

O isolamento social imposto pela pandemia motivou inúmeras pessoas a procurarem amigos de outras espécies, mas a influencer Carolina Botelho alerta que os cuidados devem ser analisados, já que animais não são descartáveis.

Durante a pandemia cresceu ainda mais a procura por animais de estimação, fato que evidencia uma tendência já observada há anos nos lares brasileiros, com mais pets e menos crianças: conforme dados de 2015 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de mascotes nos lares brasileiros era de cem milhões, enquanto que o de crianças era de 45 milhões na época do levantamento, em 2013.

O comportamento ganhou força no isolamento social. Só em São Paulo, a organização não governamental União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), localizada na Zona Norte da capital paulista, registrou crescimento de 400% na procura por cães e gatos.

No entanto, vale destacar que toda adoção ou compra de um mascote implica responsabilidades. “Antes de você adotar ou adquirir um pet você tem que saber como funciona a dinâmica da sua família, analisar seu estilo de vida, se você tem crianças, se tem tempo para passear, se mora em casa ou apartamento, se há algum jardim ou área verde, quais os cuidados que aquele animal precisa”, afirma Carolina Botelho, dona dos cães Dingo e Cacau.

Carolina Botelho com os cães Dingo e Cacau – Foto Acervo Pessoal

Ela é uma apaixonada por animais e seu amor pela dupla é tanta que criou o perfil do Instagram Os Paulistinhas, que reúne 202 mil seguidores, ou “aufãs”, como gosta de se referir. Na página, além de mostrar o dia a dia dos “aumigos” ela aborda temas como a responsabilidade dos tutores.

O principal motivo que leva a adotar ou a comprar um animal é a saúde mental. Pesquisa publicada em junho de 2020 na revista acadêmica Journal of Veterinary Behavior analisou o papel dos pets durante a pandemia do novo coronavírus. Foram analisadas as respostas de 1.297 pessoas na Espanha sobre sua relação com seus pets durante a quarentena. As medidas de isolamento social foram extremamente rígidas no País, com ação policial e multa para quem desrespeitasse.

No total, 75% dos entrevistados disseram que os animais ajudaram a lidar com o período de confinamento. Carolina Botelho não só concorda, como também compartilha seu relato. “Para mim, em termos de cabeça, eles fazem muito bem. Na quarentena, se não fosse eles, eu acredito que eu teria ficado maluca, temos uma conexão muito forte, eles me dão força e me acalmam, são uma base”. Para ela, todo o trabalho e custos de ter um animal são recompensados.

“Ter um mascote em casa chega a me emocionar, é muito maravilhoso, o brilho no olhar de um animal é absolutamente especial, eles nos olham nos olhos, não querem nada em troca além de um carinho e um afago. Eles não sabem falar, mas se comunicam com o olhar e com gestos, o melhor de tudo é que sempre falam a verdade, não existe um mascote que não seja sincero!”.

Carolina Botelho com os cães Dingo e Cacau – Foto Acervo Pessoal

Responsabilidades

Para quem quiser entrar no maravilhoso mundo dos pets, a recomendação da tutora do Dingo e da Cacau é analisar tudo o que envolve receber um novo integrante na família. “Animal não é só dar água e comida, tem que brincar e dar atenção, é um serzinho com um coração que bate”, alerta Carolina.

Os custos podem variar conforme a espécie e a raça, mas é importante ter em mente que não se resumem à alimentação apenas — que deve ser de boa qualidade — há que se levar em conta também consultas veterinárias, vacinas, remédios, brinquedos e custos gerais, como os envolvidos para levar o animal em uma viagem ou para pagar um local ou uma pessoa para cuidar do pet quando for viajar.

“Tem que pensar em todos estes aspectos, se preparar inclusive para o fato de ter que abrir mão de algum passeio ou viagem por causa dele em alguma situação”, lembra Carolina. Tudo isso sem falar no tempo: eles precisam de atenção.

Cães de pequeno porte têm necessidades diferentes dos de grande porte, já os gatos têm outra dinâmica: são mais independentes e gostam de ficar em casa. No entanto, qualquer animal exige uma rotina de cuidados, que pode ser mais ou menos intensa. Portanto, antes de tudo, o ideal é conversar com profissionais e outros tutores para se informar qual é o perfil de pet ideal para você, jamais escolher apenas o mais bonito.

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Fundação Paulistana: Vinte anos transformando vidas e criando oportunidades

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A Fundação Paulistana de Educação, Tecnologia e Cultura, entidade da administração indireta da Prefeitura de São Paulo, vinculada à Secretaria de Governo Municipal, está celebrando 20 anos de atuação.

Foto: Felipe Damper


Sua missão é promover a educação profissional, o trabalho e a cultura, visando o desenvolvimento social, cultural, tecnológico, territorial e econômico solidário, especialmente nas áreas mais periféricas da cidade de São Paulo.
Ao longo dessas duas décadas, a Fundação Paulistana tem sido um pilar essencial para a formação profissional e a inserção no mercado de trabalho de milhares de paulistanos.


Suas atividades de ensino, pesquisa e extensão alinham-se com as demandas da população e as políticas públicas do Executivo Municipal, contribuindo significativamente para o desenvolvimento metropolitano.

Parcerias Estratégicas e Iniciativas Transformadoras


Uma das recentes conquistas da Fundação Paulistana é a renovação da parceria com o Instituto Capim Santo para o programa Cozinha Escola. Este programa, focado no eixo da gastronomia, visa capacitar 4.000 munícipes através de cursos, workshops e treinamentos práticos. A iniciativa busca desenvolver habilidades essenciais para ingressar no mercado de trabalho e fomentar o empreendedorismo no setor gastronômico.


“Estamos muito entusiasmados em renovar nossa parceria com o Instituto Capim Santo para capacitar mais munícipes na área da gastronomia,” afirma Juliano Pasqual, diretor geral da Fundação Paulistana.


Liderança e Compromisso


Juliano Pasqual, que recentemente assumiu a direção geral da Fundação Paulistana, tem sido uma força motriz na ampliação e fortalecimento das iniciativas da instituição. Com uma visão estratégica e um profundo compromisso com a inclusão social e a geração de oportunidades, Pasqual tem liderado a Fundação em uma nova era de crescimento e impacto social.

“A assinatura desses termos representa um passo significativo na nossa missão de preparar os cidadãos de São Paulo para os desafios do mercado de trabalho,” destaca Pasqual.
 
O Futuro: Qualificação e Desenvolvimento


Com um investimento público de R$ 48 milhões destinado a projetos de qualificação profissional, a Fundação Paulistana está preparada para continuar sua trajetória de sucesso, oferecendo cursos gratuitos em diversos setores, como Comércio e Varejo, Economia Criativa, Indústria, Saúde, Tecnologia e Inovação, entre outros. A expectativa é que essas ações resultem na certificação de milhares de munícipes, promovendo a elevação de suas competências técnicas e comportamentais e garantindo sua inserção produtiva no mercado de trabalho.


São Paulo: A Cidade das Oportunidades


Com iniciativas como estas, a Fundação Paulistana reafirma seu compromisso em transformar vidas e reduzir desigualdades, consolidando São Paulo como a cidade das oportunidades. A parceria sólida com a Prefeitura de São Paulo é fundamental para o sucesso de seus projetos, permitindo que cada vez mais paulistanos tenham a chance de alcançar seus sonhos e construir um futuro melhor.


Para mais informações sobre os programas e iniciativas da Fundação Paulistana, visite nosso site ou siga-nos nas redes sociais.
 
AF Conexão- jornalista responsável Andrea Feliconio.

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SIS oferece curso de qualificação para professores

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Realizado no começo de junho, o programa terá mais de 10 opções de cursos para os profissionais da educação

 Nesta sexta-feira (07), a Swiss International School (SIS), um dos maiores e mais antigos conglomerados de educação privada europeu, promove o evento Professional Development para os mais de 200 docentes brasileiros do grupo. A iniciativa ocorre no Windsor Barra Hotel, localizado no Rio de Janeiro, com direito a uma série de workshops pensados para o aprimoramento, formação e qualificação dos professores. 

A abertura contou com uma sessão de boas-vindas conduzida por Carolina Vieira, CEO do grupo SIS Brasil. Depois disso, haverá uma palestra “Inteligência Artificial em Sala de Aula”, que terá como porta-voz a jornalista e especialista em inovação Dora Kaufman. Dora tem como missão inserir a IA em temas críticos à sociedade e é  professora do Programa Tecnologias da Inteligência e Design Digital da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (TIDD PUC-SP).

Após a palestra, os professores seguirão para a Escola Nova by SIS,  para o início de mais um módulo de treinamento, que terá uma série de atividades e workshops pensados nas tendências atuais. Cada professor escolheu três cursos diferentes para participar. Os workshops contam com especialistas convidados, oferecendo um momento aprofundado de aprendizado. Os cursos permeiam diversos temas e repertórios que visam contribuir para a formação docente, entre eles: 

  • Desafios na sala de aula: pensando as relações no processo ensino-aprendizagem;​
  • Sustentabilidade e ESG​;
  • Infância e a dimensão estética;
  • Criança, Tecnologia e Arte; ​
  • Gamificação​;
  • Mindfulness e a comunicação não violenta para educadores​;
  • Bilinguismo e diferenciação​;
  • Raising students outcomes in writing (Melhorar os resultados na escrita dos estudantes).

Carolina Vieira destaca a intenção de fortalecer o ensino e os vínculos estudantis: “O Professional Development foi pensado para melhorar a formação do nosso corpo docente, transformando nosso ensino e aprofundando as relações entre os profissionais, para um ensino mais entrosado e atualizado”.

A SIS Swiss International School é um grupo colegial com unidades na Suíça, Alemanha e Brasil. Com um ensino voltado para a formação de alunos bilíngues, as escolas são qualificadas com o IB Diploma, um certificado reconhecido em diversas universidades ao redor do mundo. 

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Amor e Autismo: neurologista Dr. Matheus Trilico explica os desafios e possibilidades nos relacionamentos amorosos

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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) não é um impedimento para a vida amorosa. Independentemente do grau do TEA, relacionamentos afetivos são possíveis e podem ser experiências incríveis e enriquecedoras. No entanto, é fundamental respeitar as vontades e necessidades individuais de cada pessoa, pois nem todos com TEA desejam se envolver romanticamente.


Adultos com TEA podem enfrentar desafios únicos em seus relacionamentos amorosos, como dificuldades na comunicação e interação social.


“Para um relacionamento saudável e duradouro, é essencial estabelecer uma comunicação clara e objetiva. Isso ajuda a fortalecer os laços do casal e a evitar mal-entendidos”, explica o Dr. Matheus Trilico, neurologista referência em Autismo e TDAH em adultos no Brasil. “


Além da comunicação, o neurologista ressalta que o respeito mútuo e o consentimento são pilares fundamentais em qualquer relacionamento, especialmente quando um ou ambos os parceiros têm TEA. É importante estabelecer regras e limites claros, levando em consideração as necessidades sensoriais e emocionais de cada indivíduo.


Segundo Dr. Matheus, por exemplo, se um parceiro com TEA tem dificuldade com contato físico prolongado, é essencial que o outro parceiro respeite esses limites e encontre formas alternativas de demonstrar afeto, como palavras de carinho ou gestos claros.


“A interação social também desempenha um papel crucial nos relacionamentos amorosos. Para pessoas com TEA, expressar sentimentos pode ser um desafio, por isso é importante criar um ambiente seguro e acolhedor onde ambos os parceiros se sintam à vontade para compartilhar suas emoções e pensamentos”, enfatiza o neurologista, que é referência no assunto.

O médico fala também que, nos últimos anos, tem havido uma maior conscientização sobre as necessidades dos adultos com TEA, o que levou ao desenvolvimento de serviços e produtos específicos para esse público. Os aplicativos de relacionamento, por exemplo, podem ser uma ferramenta útil para conectar pessoas com interesses e experiências semelhantes, permitindo uma compreensão mútua antes mesmo do contato físico.


Dr. Trilico cita o exemplo de Sarah (nome de paciente fictício), uma mulher de 28 anos com TEA: “Ela conheceu parceiro atual através de um aplicativo de namoro, pois era impensável iniciar um relacionamento conversando diretamente com a outra pessoa. Finalmente, quando se encontraram fisicamente, a surpresa foi grande. Ambos estavam no espectro! Sarah disse ter sido reconfortante saber que estavam na mesma situação desde o início e que podiam ser eles mesmos, sem medo de julgamentos”.
 
Para Dr. Matheus não há uma fórmula única. Cada indivíduo e cada relacionamento é único. O mais importante é ser fiel a si mesmo, respeitar seus próprios limites e se abrir para a conexão emocional em seu próprio ritmo.


“O amor é a base da vida. E com atitudes positivas e entendimentos verdadeiros, os relacionamentos serão uma experiência única e de crescimento mútuo. Viva do Dia dos Namorados”, completa o neurologista.

Dr. Matheus Luis Castelan Trilico – CRM 35805PR, RQE 24818.


– Médico pela Faculdade Estadual de Medicina de Marília (FAMEMA);


– Neurologista com residência médica pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR);


– Mestre em Medicina Interna e Ciências da Saúde pelo HC-UFPR;


– Pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista.

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