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MC Daniel é anunciado como embaixador do Esportes da Sorte

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O cantor de funk MC Daniel firmou acordo para tornar-se o novo integrante do time de embaixadores do Esportes da Sorte. O acerto do paulista com a empresa foi anunciado durante a Farofa da Gkay, festa que reúne diversos famosos e que também conta com patrocínio da plataforma de apostas esportivas.

“Pra mim é uma honra enorme poder representar a Esportes da Sorte, uma empresa que é responsável, consciente e humana. Tenho certeza que vamos criar uma história incrível juntos. Não poderia escolher outro site de entretenimento para fazer parte, vamos juntos”, comentou MC Daniel.

No mercado musical desde 2021, o paulista de 25 anos é um dos nomes mais conhecidos do funk atualmente. Em 2022 destacou-se como um dos artistas revelação do ano e, no momento, conta com mais de mais de 14,9 milhões de seguidores no Instagram. Já no Spotify, são mais de 10,7 milhões de ouvintes mensais.

O primeiro lançamento de maior impacto do cantor foi a faixa “Revoada”, divulgada em agosto do ano passado e que atualmente conta com mais de 65 milhões de reproduções somadas. No momento o “Falcão”, como é conhecido, também soma sucessos recentes como as músicas “Balmain” – com mais de 60 milhões de visualizações somente no Youtube –, “Tubarão Te Amo” – que chegou na 3ª posição do “Top Virals – USA” no Spotify, um dos maiores rankings musicais dos Estados Unidos – e “Namora Aí” – hoje com mais de 110 milhões de reproduções no Spotify e 82 milhões de plays do Youtube.

“Desejamos muito boas-vindas ao MC Daniel, um sucesso do funk e que tem sido um dos artistas de grande destaque no Brasil. Ficamos muito satisfeitos em associar nossa marca a esta figura tão grandiosa e agradecemos pela confiança”, afirma Ícaro Quinteiro, COO do Grupo Esportes da Sorte.

Além do acerto com MC Daniel, o Esportes da Sorte também conta com outros embaixadores como Deolane, Carlinhos Maia e Virgínia. Presente no futebol, com patrocínios a clubes e competições, a empresa também mantém participação no polo do entretenimento, com ativações em shows e festivais que ocorrem pelo Brasil.

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Léo Santana é o novo embaixador do Esportes da Sorte

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Cantor entra para o time de celebridades e influenciadores de destaque da companhia 

O cantor Léo Santana é o novo integrante do time de embaixadores do Grupo Esportes da Sorte, que se destaca no Brasil pela presença nos segmentos do esporte e do entretenimento. A partir de agora, o baiano se junta ao time de influenciadores da companhia, para a realização de ativações em conjunto com a marca.

Aos 36 anos, Léo Santana é considerado um dos maiores cantores em atividade no Brasil. Dono de hits como “Rebolation”, “Perna Bamba” e “Zona de Perigo”, o baiano acumula indicações em premiações e está prestes a iniciar mais uma turnê pelo país cantando sucessos da carreira.

“Se eu já cantava para milhões, agora faço parte de uma nação. Encontrei minha comunidade, a maior do planeta. Agora eu sou Esportes da Sorte. Somos dois milhões de apaixonados pelo maior site de entretenimento do Brasil. Quem está comigo sabe, gigante só anda com gigante. Esportes da Sorte é muito mais que bet, é sucesso”, declarou Léo Santana.

“Desejamos boas-vindas ao Léo Santana, um dos maiores cantores de destaque do Brasil e agora embaixador da Esportes da Sorte. Estamos muito felizes em firmar esta parceria e associar nossa marca a esta figura tão importante no cenário nacional”, comenta Marcela Campos, Vice-presidente do Grupo Esportes da Sorte.

Além do baiano, o Esportes da Sorte conta com outros cantores de peso no time de embaixadores, dentre eles MC Daniel, Michel Teló e Zé Felipe. Fora da música, a empresa é parceira de diversos nomes consagrados no Brasil como Carlinhos Maia, Virgínia, Jojo Toddynho, entre outros.

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Casal Black, conhecido por fazer ménage a trois, revela sentir ciúme e não ser a favor de relacionamento aberto

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Recentemente, em conversa no podcast Acompanhadas, Eduardo e Amanda compartilharam histórias e dificuldades para atuarem como profissionais do sexo

Em conversa no podcast Acompanhadas, patrocinado pelo Fatal Model – maior site de acompanhantes do Brasil, Amanda e Eduardo, mais conhecidos nas redes sociais como Casal Black, por performarem ménage a trói ou sexo a três, revelaram que sentem ciúmes e que não são a favor do relacionamento aberto:

“Acho uma loucura um casal abrir o relacionamento. É melhor fazer junto”, comenta Edu no bate-papo. Embora o trabalho da dupla envolva o contato íntimo com outras pessoas, o casal não se sente confortável com todas as situações que o serviço proporciona. “Houve um momento em que foi solicitado que eu a gravasse com outro homem. No início da gravação, senti desconforto. Mas logo racionalizei meus sentimentos e compreendi que, naquele momento, eu sou produtor e ela é atriz. Não posso esquecer que sustento minha família através dessa cena”, complementa o ator.

Natural de Angra dos Reis, Rio de Janeiro, o casal se conheceu ainda na escola. Eduardo trabalhava como marinheiro particular e Amanda auxiliava sua mãe na venda de marmitas. Ambos já tinham filhos, frutos de antigos relacionamentos, e não tinham pretensão de entrar no mercado sexual: “Começamos a produzir conteúdo sensual nas redes durante a pandemia, quando nossa renda familiar caiu e as contas passaram a não fechar”, diz Eduardo. 

A popularidade do casal cresceu por serem adeptos do sexo a três e passaram a receber convites para produzirem conteúdo adulto nas redes. “Aceitamos elevar o nível para produção de conteúdo sexual em sites quando um colega nos revelou que lucrava, por mês, cerca de 6 mil dólares. Nós precisávamos desse dinheiro e já estávamos sendo assunto na cidade toda, não tínhamos o que perder”, conta o casal. 

Na conversa, Amanda traz à luz o fato de que ganharam espaço ao se tornarem o primeiro casal preto a ganhar relevância no mercado sexual: “As pessoas que nos convidaram costumavam mencionar que iríamos conquistar muitos seguidores se aceitássemos a proposta. Seríamos o primeiro casal de pretos no mercado de conteúdo adulto”. Hoje, o Casal Black reúne cerca de 143 mil seguidores no perfil profissional no Instagram. 

O podcast Acompanhadas foi criado com o objetivo de ampliar a discussão e dar voz aos profissionais e adeptos do mercado adulto. É um podcast audacioso que derruba tabus e cria espaços para conversas provocantes e livres de julgamentos, abordando temas com convidados de áreas diversas como arte, cultura, política, religião, entretenimento e finanças.

Os episódios têm, em média, entre quarenta e sessenta minutos e começam com uma breve apresentação dos convidados. 

A entrevista é feita em formato bate-papo. Já estiveram presentes a atriz Deborah Secco, a youtuber e influenciadora Dora Figueiredo, e Edson Castro, criador e apresentador do Manual do Homem Moderno.

O podcast Acompanhadas pode ser acessado através do canal no Youtube ou pelo Spotify.

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Conheça a trajetória dos irmãos que criaram a Amazonika Mundi

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Thiago Rosolem teve uma grande ideia ao ouvir um clássico de Alceu Valença

Thiago e Bruno levaram o pão delícia para o Estado do Rio de Janeiro, um pão de fermentação lenta. A fábrica ficava em São Cristóvão e se chamava Pãozinho dos Deuses. 

Após alguns anos, começou a expandir e fabricar pão congelado para Marina, supermercadistas e hospitais federais. Em 2016, atrás de novas perspectivas na vida e algo que tivesse significado, Thiago começou a frequentar o mundo vegano, vegetariano e ali caiu uma ficha: “que essa turma tinha uma missão e propósito”. Desde então, os irmãos começaram a mergulhar nessa filosofia de vida. 

“Em 2018 veio a grande mudança, largamos tudo que tínhamos para mergulhar de cabeça no mercado de proteína vegetal. Já em 2017, tínhamos lançado falafel e burguer de quinoa, sempre com um olhar do vegetariano e o que ele comia em botecos e bares. Vimos o feijuca como uma boa alternativa, lembro que de 2016 até 2018 o que via nesses botecos para comer era batata frita e aipim. Em busca de alternativas nacionais, para um projeto bacana pro país e para mim,  em 2018 fiz uma imersão em proteínas vegetais e alternativas que tínhamos no país, estava vendo grão de bico, jaca, etc….certa quarta a noite entra no meu spotify Alceu Valença e a música morena tropicana, na hora peguei o celular e liguei pro meu irmão aos gritos repetia “Bruno, tem carne de caju, Bruno, tem carne de caju” ele ficou sem entender aí depois com mais calma tudo foi fazendo sentido para nós”, começa ele recordando.

“Jogamos no Google no dia seguinte e tinha um projeto da Embrapa para a utilização do bagaço do caju, fizemos uma ligação e fomos para uma reunião lá, e aí tudo mais ainda fez sentido, a pesquisadora líder do projeto Dra. Janice lima, que tem sua origem no Ceará, um dos estados produtores do caju, estava sendo transferida do CE pro RJ e aí as coisas começaram a deslanchar no que eu chamo de “cagada divina” quando tudo se alinha para que sua missão seja cumprida na terra”, completa.

Hoje, Thiago está à frente da presidência da Amazonika Mundi. O projeto com o caju continua. Esse ano, junto com a Embrapa, a fibra alimentar oriunda do bagaço do caju estará disponível para uso diverso, ou seja, aplicação em iogurte, shakes, suplementos alimentares. 

“Ainda na área da pesquisa, esse ano, conseguimos viabilizar um laboratório nosso em parceria com a UFRJ para a produção de proteínas vegetais, começamos com a nacionalização do ISOLADO PROTEICO DE ERVILHA, insumo encontrado em Whey Proteins e outros suplementos alimentares, com a nacionalização desse ingrediente conseguiremos baratear a produção e quem ganha é o consumidor. A ideia não é parar aí, com o nosso laboratório o foco será em produzir e promover o bioma amazônico e suas proteínas a fim de manter a floresta em pé, ou seja, ingredientes naturais, produzidos em nosso pais, com alta tecnologia, promovendo a pesquisa e os pesquisadores nacionais e empurrando cada vez mais nosso país para frente”, afirma.

Amazonika Mundi

A Amazonika Mundi, empresa de alimentos Plant Based Brasileira.

Uma inovadora união entre sabor, sustentabilidade e saúde. Essa é a essência da Amazonika Mundi, que chega com o uso pioneiro de carne de fibra de caju em seus alimentos 100% plant based – ou seja, feitos apenas de plantas, substitutos da proteína animal. O propósito da foodtech, que aposta na biotecnologia (modelo econômico e industrial que utiliza matérias-primas regenerativas), é trazer para o dia a dia de quem consome carne animal alternativas praticamente idênticas em cor, sabor e textura, que vão impactar de forma positiva a saúde das pessoas e do planeta. Além disso, os produtos são sem conservantes, transgênicos ou gorduras trans. Pelo contrário, os produtos AMZK Mundi são ricos em nutrientes.

Foram os irmãos Rosolem, Thiago (CEO) e Bruno (Diretor Comercial) que fundaram a food tech. A empresa revolucionou o mercado alimentício com duas inovações: a carne de fibra de caju e a utilização de especiarias originárias da Floresta Amazônica, maior bioma do Brasil e um dos maiores do mundo. Tudo isso, de maneira ambientalmente e socialmente responsável. Sem exploração de força de trabalho, sem sofrimento animal, sem desmatamento, mas com muito sabor. 

A utilização inédita da carne de fibra de caju está presente em seus produtos, que chegaram aos principais supermercados e restaurantes do país. A inovação se deu graças a uma importante parceria com a Embrapa. O pilar sustentabilidade entra em cena ao aumentar a cadeia de valor do caju cultura, uma das mais importantes do Nordeste. Antes descartada pela indústria (cerca de 75% das 580 mil toneladas eram desperdiçadas por ano), essa fibra é um coproduto da fabricação do suco da fruta. 

Outra iniciativa de sustentabilidade merece destaque: o uso de ingredientes da região amazônica, valorizando o que é genuinamente brasileiro e contribuindo na criação de cadeias de valor para produtos da floresta. Quando utilizados de forma sustentável, os recursos naturais amazônicos têm um impacto positivamente transformador na economia do país e na preservação do bioma. 

Em 2023, a linha ganhará novidades como Tirinha Amazonika (nuggets) e uma linha Kids inspirada em personagem do folclore brasileiro. Mas a aposta da foodtech não para por aí. A marca já conta com outros itens 100% vegetais, sem glúten, sem lactose e livre de conservantes e de insumos geneticamente modificados. São eles o Falafel Burger, o Quinoa Burger e os Bolinhos Falafel, Quinoa e Feijuca.  No total, são 12 opções cuidadosamente desenvolvidas para proporcionar uma experiência única. 

A Amazonika Mundi utiliza na composição de seus produtos insumos como extrato de açaí, óleo de patauá, óleo de sacha inchi, tucupi preto, pimenta assîsî e urucum. 

Também vale ressaltar o uso de feijão-manteiguinha de Santarém e farinha d’água de Bragança. Todas essas matérias-primas têm sua produção baseada na sustentabilidade e na preocupação em manter a floresta amazônica ‘de pé’. 

Para garantir isso, a Amazonika Mundi firmou parcerias com a Origens Brasil (organização que promove negócios sustentáveis na Amazônia em áreas prioritárias de conservação), a Imaflora, a Concepta Ingredients (do grupo Sabará) e a Manioca. Assim, é possível conhecer cada núcleo.

A Amazonika Mundi é completamente contra explorar a força de trabalho de uma população vulnerável e contra extrair recursos naturais de maneira a agredir a natureza. Pelo contrário, a food tech oferece uma fonte de renda justa para produtores indígenas e ribeirinhos, fortalecendo dezenas de famílias. Produtores, estes, que conhecem a Amazônia como ninguém e cultivam alimentos respeitando o tempo e os limites da natureza. 

1. Famílias da Floresta Amazônica positivamente afetadas pela produção de: 

– Pimenta Assîssî: 87 

– Óleo de Patauá: 36 

– Extrato de açaí: 18 

– Óleo de sacha inchi: 500 

2. Área da Amazônia conservada pela produção de (km2): 

– Pimenta Assîssî: 3.97 MI 

– Óleo de Patauá: 123 

– Extrato de açaí: 206 

– Óleo de sacha inchi: 750 

P&D: Evolução e inovação constantes 

A AMZK reconhece a importância de realizar estudos minuciosos e constantes acerca de insumos vegetais e seu potencial no mercado alimentício. Por este motivo, as pesquisas da empresa se estendem além da fibra alimentar de caju. No momento, estão sendo feitos estudos com o cogumelo Yanomami, fungo nativo da Amazônia, e a aquafaba, líquido derivado do cozimento de leguminosas – como feijão e lentilha.

A food tech produz uma aquafaba à base de grão-de-bico com shelflife de 12 meses e está desenvolvendo uma maionese plant-based à base dela. Em receitas veganas, caseiras ou industriais, já é comum que se utilize aquafaba como substituta do ovo, por sua consistência. É possível produzir bolos, biscoitos, marshmallows, mousses e brownies com aquafaba ao invés de 

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