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Por que tirar ou não os sisos?

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A extração dos dentes sisos é um assunto que gera muitas dúvidas. Por isso, uma especialista orienta sobre essa decisão.

Os sisos são heranças do homem primitivo. Naquela época, esse órgão era de extrema importância, pois, além de não haver instrumentos de corte, como as facas, os alimentos eram consumidos crus. Como consequência, os maxilares dos homens pré-históricos tinham um tamanho muito maior que o padrão atual. Com o passar dos séculos, as arcadas foram diminuindo de tamanho, acompanhando a evolução dos métodos de cocção dos alimentos e a adoção de uma alimentação mais pastosa pelos humanos. Com isso, o terceiro molar tornou-se praticamente obsoleto e sem espaço na cavidade bucal.

Nem sempre é necessário a extração dos sisos. A avaliação pelo cirurgião dentista é fundamental para dar este diagnóstico. Se os sisos estiverem em posição, ou com espaço suficiente, e se a higienização do paciente for satisfatória, não há motivos para a extração.

Por que a extração do siso é indicada?

Embora a maioria das pessoas só procure o dentista depois de sentir a dor provocada quando o siso rasga a gengiva, a especialista indica que o melhor período para retirá-lo é, em média, entre os 15 e os 18 anos, antes dos sisos aparecerem na cavidade bucal, pois a raiz ainda estará em formação, facilitando sua remoção.

“Muitas vezes, os sisos se encontram numa posição desfavorável, ou seja, abaixo ou na metade do nível do osso da mandíbula ou maxila, deitado, sem espaço, “travam” o espaço dos outros dentes, fazendo com que, durante o seu uso (mastigação, fala, etc.), não haja espaço para a movimentação natural dos outros dentes da arcada, ocasionando seu desalinhamento, ou até mesmo inflamados ou infeccionados”, esclarece a Dra Ana Paula. Nessas situações, é indicado realizar a remoção

EU POSSO EXTRAIR O SISO “INFLAMADO”?

Não é recomendado, pois a cirurgia “abre caminho” para a entrada das bactérias bucais e, como consequência, desordens mais graves podem acontecer. Por isso, o ideal é deixar o processo que está agudo, fique crônico, que a inflamação/infecção local seja iniciada o tratamento com medicação sistêmica, para que em seguida se realize a extração.

POSSO TIRAR OS QUATRO SISOS DE UMA VEZ?

É muito importante que o procedimento seja realizado por profissionais capacitados para este fim e que possam resolver as intercorrências, se necessário.

A decisão de extração múltipla, após avaliação pelo cirurgião, é do paciente.

 

QUAIS AS RECOMENDAÇÕES APÓS EXTRAIR OS DENTES SISOS?

O pós-operatório deverá ser rigorosamente seguido  pelo paciente, para que a cicatrização evolua sem intercorrências .

O paciente deverá permanecer em repouso absoluto por três dias. A alimentação, nesse momento, será líquida ou pastosa, fria ou gelada. Evitar fontes de calor (sol, fogão, banhos muito quentes). Aplicação de compressas de gelo na área operada é de extrema importância para que evite/diminua o inchaço nas primeiras 24 horas. Evitar fumo, bebidas alcoólicas, cuspir ou bochechar.

Em média, o atestado varia de 3 a 5 dias, dependendo do grau de complexidade do procedimento.

Com relação às atividades físicas, recomenda-se esperar ao menos a remoção dos pontos, o que acontece em 7 dias após o procedimento cirúrgico.

A cicatrização da gengiva ocorre de 7 a 21 dias. Já a cicatrização óssea e total remodelação da área demora de 03 a 06 meses após o procedimento. Como tal, não se assuste com o “buraco” existente no local. A gengiva irá preenchê-lo até que o osso termine de ser formado.

Seguindo-se todas as orientações, a cirurgia tende a ser um sucesso, sem traumas e dores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Entre família, beleza e protagonismo: Natália Guimarães vive pausa estratégica em meio à natureza

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A Miss Brasil 2007 aproveita dias de descanso ao lado do marido Leandro e das gêmeas Maya e Kiara, sem perder o foco nos preparativos do MUB 2026

A Miss Brasil 2007 Natália Guimarães (41) escolheu desacelerar a rotina intensa para viver dias de descanso e reconexão ao lado do marido, Leandro (KLB) (44), e das filhas gêmeas, Maya e Kiara (12), em um cenário cercado por verde, tranquilidade e experiências ao ar livre. O refúgio foi o Morro dos Anjos Resort, localizado em Bandeirantes – PR, destino que proporcionou momentos de lazer, bem-estar e contato direto com a natureza.

Conhecida por valorizar a família como pilar central de sua vida, Natália fez do período uma pausa estratégica para fortalecer laços, recarregar as energias e celebrar a maternidade, papel que ela faz questão de colocar no centro de suas escolhas.

Mesmo durante o período de férias, o protagonismo de Natália no universo miss segue em evidência. Figura-chave na organização do evento nacional de misses deste ano, ela  compõe o quadro de responsáveis pelo evento, ao lado de Julia Gama, Miss Brasil 2020 e também Top 2 no Miss Universo no mesmo ano. Junto com o empresário Rodrigo Ferro elas estão à frente do desenvolvimento de um cronograma especial de ações, experiências e atividades voltadas às candidatas de todo o país. O projeto está sendo construído e vem reforçar uma nova fase do concurso, com foco em preparo emocional, posicionamento, propósito e visibilidade internacional.

“Passar momentos em família, curtindo a natureza e nos reconectando com momentos especiais em um refúgio paradisíaco é fundamental para iniciarmos o ano reenergizados e prontos para os compromissos dos próximos meses. Após essa pausa retomamos a agenda de 2026, que será um ano muito especial para o Miss Universe Brasil”

Referência de beleza brasileira, Natália Guimarães segue impressionando também pela forma física impecável. O corpo esbelto, resultado de disciplina, rotina saudável e autocuidado, remete à trajetória que a levou ao Top 2 do Miss Universo, consolidando seu nome entre os mais marcantes da história do concurso.

Além do legado nas passarelas, Natália atua hoje como apresentadora, empresária e influenciadora, com forte presença em projetos ligados à moda, beleza, comunicação e eventos, mantendo relevância constante no cenário nacional.

Entre momentos em família e decisões estratégicas de carreira, Natália Guimarães reafirma sua imagem como mulher contemporânea, multifacetada e essencial para os rumos do universo miss no Brasil.

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Mariah Morais leva cultura e esperança às mulheres privadas de liberdade

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Com uma escrita que atravessa fronteiras e conecta literatura, turismo, motivação e tecnologia, Mariah Morais vem se consolidando como um dos grandes nomes da nova geração de autores no Brasil. A escritora, que em 2025 emplacou dois livros simultaneamente (A Saga Cafu e Depois do Depois) na lista de best-sellers, está transformando o modo como o público se relaciona com a leitura e com o mundo. 

Seu mais novo desafio é criar bibliotecas, rodas de leituras, oficinas de redações e curso básico de português, para mulheres que se encontram no sistema prisional.

“Nesses locais existe muito tempo ocioso, que precisa ser preenchido de uma maneira, que eleve a cultura e conhecimento”, conta Mariah. 

A ideia surgiu após uma palestra que participou no último mês de outubro em Londrina, onde a jornalista teve a oportunidade de conhecer algumas histórias de menores infratores.

” Saí de lá com a certeza que podia e faria algo para mudar aquelas realidades. A partir daí, começaram as reuniões com especialistas pedagógicos, que estão firmes, trabalhando na formatação do projeto, que já definiu, onde será o primeiro núcleo”, conta.

 Conhecida por suas obras que combinam narrativas envolventes com experiências reais e imersivas, Mariah tem arrastado uma legião de leitores e entusiastas por onde passa. Suas histórias não apenas inspiram, mas também convidam à ação, explorando destinos, ideias e vivências que estimulam o autoconhecimento e o empreendedorismo. 

 Esposa do eterno capitão Cafu, Mariah tem ganhado ainda mais projeção, com uma agenda intensa de palestras e apresentações pelo Brasil e exterior, participando de feiras literárias, encontros corporativos e experiências culturais. Ela também lidera imersões temáticas, que unem leitura, viagens e transformação pessoal em um formato inovador que tem conquistado cada vez mais leitores

 Além do sucesso editorial, sua atuação multifacetada como escritora, palestrante e criadora de experiências a coloca como uma das principais vozes do cenário contemporâneo, ajudando a levar o nome da literatura brasileira a novos patamares.

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Leis de incentivo fiscal se tornam braço estratégico do marketing institucional em 2026

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Com a alta do custo da mídia digital, empresas passam a usar o imposto devido como alavanca para ampliar alcance, reputação e impacto por meio de projetos incentivados

Com a confirmação de que, a partir de 2026, a Meta, controladora do Instagram e do Facebook passará a repassar tributos como PIS, Cofins e ISS aos anunciantes, o custo da mídia digital no Brasil entrará em um novo patamar. A mudança, que eleva em mais de 12% o valor dos investimentos nessas plataformas, impõe um desafio direto aos orçamentos de marketing e acelera uma virada de chave: o uso estruturado das leis de incentivo fiscal como parte das estratégias de comunicação.

Nesse novo cenário, eficiência não será apenas uma questão de performance ou criatividade, mas de como as empresas organizam seus recursos, incluindo os tributos que já pagariam para potencializar seus planos de marketing institucional. É nesse contexto que as leis de incentivo ganham protagonismo, funcionando como um forte braço estratégico para marcas que precisam manter presença, relevância e impacto mesmo com a mídia mais cara.

A Brada atua exatamente nesse ponto de convergência, apoiando empresas a destinar parte do imposto devido para projetos incentivados, transformando esse valor em campanhas, ações de reputação e presença institucional. Em vez de simplesmente recolher esses recursos ao governo, as empresas passam a direcionar parte deles a iniciativas alinhadas aos seus objetivos de marca e posicionamento, ampliando o retorno do investimento em comunicação.

Segundo Vanessa Pires, CEO da Brada, o marketing moderno precisa conhecer e incorporar as leis de incentivo fiscal como ferramenta estratégica. “Hoje, profissionais de marketing precisam saber que existem mecanismos legais que permitem transformar parte do imposto que a empresa já pagaria em projetos de comunicação e impacto. Quando uma empresa do lucro real ou presumido destina esse valor a iniciativas incentivadas, ela não está criando um novo custo, está apenas redirecionando o imposto devido para gerar visibilidade, posicionamento e valor institucional. É assim que conseguimos transformar impostos também em marketing social”, afirma.

Com a mídia digital pressionada por custos mais altos, as empresas que saírem na frente em 2026 serão aquelas que compreenderem que as leis de incentivo fiscal não são apenas uma vantagem tributária, mas um instrumento de planejamento de marketing. Ignorar esse movimento significa depender cada vez mais de mídia paga, enquanto concorrentes passam a operar com uma estrutura mais inteligente, usando o próprio imposto para fortalecer sua presença de marca e seus projetos estratégicos.

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