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Gastronomia

Alimentação saudável no inverno é possível?

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Quem não sente mais fome nos dias frios, não é mesmo? A chegada do inverno juntamente das tradicionais festividades juninas com comidinhas típicas colabora para muitas pessoas desenvolverem uma alimentação desbalanceada por dois, três ou até quatro meses do ano. Porém, é importante redobrar os cuidados nos “exageros” típicos desta época, principalmente nos alimentos muito calóricos ou ricos em gorduras.

Em períodos com baixas temperaturas, as necessidades energéticas do organismo humano aumentam em função de uma maior produção de calor para manter a temperatura corporal. Assim, é normal haver aumento do apetite, mas frutas, verduras e legumes não podem ser esquecidos, pois são fundamentais para o fornecimento de vitaminas, sais minerais e fibras, que ajudam no equilíbrio do organismo, preservando a imunidade, dentre outros fatores.

“Sabemos que as preferências dos clientes nessa época são por comidas que aqueçam, pelo frio que faz em São Paulo. Mas quando planejamos um cardápio de restaurante, é imprescindível que alinhemos essa preferência com o sabor, é claro, mas também com os ingredientes fundamentais e saudáveis que todos precisamos em qualquer estação “, comenta Bruno Miziara, sócio do Califórnia Superfood.

Bruno Miziara

O restaurante, especializado em alimentação saudável, pensou em algumas opções especialmente para essa época, visando manter a combinação entre sabor e comidas quentes, sem esquecer dos nutrientes.

“O caldo de cenoura com gengibre e laranja, caldo de abóbora com alecrim e leite de côco, strogonoff de cogumelos são opções muito queridas dos nossos clientes, assim como pratos com Salmão e a nossa Tilápia do Molho de Mostarda e Mel, pratos saudáveis, saborosos e que se encaixam muito bem nesses dias mais frios do ano”, concluiu Bruno.

Outra medida fundamental e que não pode passar despercebida é beber bastante água todos os dias! Para o bom funcionamento do corpo, quando a pele sofre agressões do vento e do tempo gelado, precisando se manter hidratada.

 

Instagram:  @californiasuperfood

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Gastronomia

Nova marca chega ao mercado com inovadoras alternativas à proteína animal

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A Amazonika Mundi produz alimentos 100% plant based, sem conservantes, transgênicos ou gorduras trans

Uma inovadora união entre sabor, sustentabilidade e saúde. Essa é a essência da Amazonika Mundi, que chega com o uso pioneiro de carne de fibra de caju em seus alimentos 100% plant based – ou seja, feitos apenas de planta, substitutos da proteína animal. O propósito da foodtech, que aposta na biotecnologia (modelo econômico e industrial que utiliza matérias-primas regenerativas), é trazer para o dia a dia de quem consome carne animal alternativas praticamente idênticas em cor, sabor e textura, que vão impactar de forma positiva a saúde das pessoas e do planeta. Além disso, os produtos são sem conservantes, transgênicos ou gorduras trans. Pelo contrário, os produtos AMZK Mundi são ricos em nutrientes!
Foram os irmãos Rosolem, Thiago (CEO) e Bruno (Diretor Comercial) que fundaram a food tech. A empresa revolucionou o mercado alimentício com duas inovações: a carne de fibra de caju e a utilização de especiarias originárias da Floresta Amazônica, maior bioma do Brasil e um dos maiores do mundo. Tudo isso, de maneira ambientalmente e socialmente responsável. Sem exploração de força de trabalho, sem sofrimento animal, sem desmatamento, mas com muito sabor.
A utilização inédita da carne de fibra de caju está presente no Amazonika Burger, na Almôndega Amazonika e no Siriju (um bolinho com consistência e sabor que lembram siri), que chegaram aos principais supermercados e restaurantes do país. A inovação se deu graças a uma importante parceria com a Embrapa. O pilar sustentabilidade entra emcena ao aumentar a cadeia de valor da cajucultura, uma das mais importantes do nordeste. Antes descartada pela indústria (cerca de 75% das 900 mil toneladas eram desperdiçadas por ano), essa fibra é um coproduto da fabricação do suco da fruta.
Outra iniciativa de sustentabilidade merece destaque: o uso de ingredientes da região amazônica, valorizando o que é genuinamente brasileiro e contribuindo na criação de cadeias de valor para produtos da floresta. Quando utilizados de forma sustentável, os recursos naturais amazônicos têm um impacto positivamente transformador na economia do país e na preservação do bioma.

Em 2022, a linha ganhará novidades como nuggets, kafta, carne moída e carne de siri, já para a ampliação do food service para bares, restaurantes e indústria. Mas a aposta da foodtech não para por aí. A marca já conta com outros itens 100% vegetais, sem glúten, sem lactose e livre de conservantes e de insumos geneticamente modificados. São eles o Falafel Burger, o Quinoa Burger e os Bolinhos Falafel, Quinoa e Feijuca. No total, são oito opções cuidadosamente desenvolvidas para proporcionar uma experiênciaúnica.
A Amazonika Mundi utiliza na composição de seus produtos insumos como extrato deaçaí, óleo de patauá, óleo de sacha inchi, tucupi preto, pimenta assîsî e urucum.
Também vale ressaltar o uso de feijão-manteiguinha de Santarém e farinha d’água de Bragança. Todas essas matérias-primas têm sua produção baseada na sustentabilidade ena preocupação em manter a floresta amazônica ‘de pé’.
Para garantir isso, a Amazonika Mundi firmou parcerias com a Origens Brasil (organização que promove negócios sustentáveis na Amazônia em áreas prioritárias de conservação), a Imaflora, a Concepta Ingredients (do grupo Sabará) e a Manioca. Assim,é possível conhecer cada núcleo.

Saiba mais sobre a Amazonika Mundi

Todos os anos, aproximadamente 650 mil toneladas de bagaço de caju são descartadas pela indústria da cajucultura – principalmente na produção de suco. Thiago Rosolem, impactado por essa realidade, iniciou um minucioso trabalho de pesquisa, procurando maneiras de aproveitar o bagaço, rico em fibras, para produzir alimentos. Uma nutritiva e versátil solução foi desenvolvida: a carne de fibra de caju, feita a partir da liofilização (processo de desidratação por sublimação) do bagaço da fruta.
Utilizando-se essa carne vegetal como base, foram criados os três primeiros alimentos da food tech: Amazonika Burger, Almôndega Amazonika e Siriju. Desde então, a Amazonika Mundi já lançou outros sete produtos. Conheça a linha completa:
Amazonika Burger, Almôndega Amazonika e Carne Moída Amazonika Consistência, sabor e aroma semelhantes aos da proteína bovina. Os três possuem a mesma formulação, mas formatos diferentes, para você escolher o que mais se adequa à sua receita.
Siriju
Bolinho 100% vegetal cujo sabor é comparado ao de um bolinho de siri. Siri + Caju = Siriju! Ele é macio por dentro e crocante por fora. Todo mundo ama!
Falafel e Falafel Burger
O tradicional bolinho maravilhoso da gastronomia árabe, mas com um toque de sabor da Amazônia: Óleo de Sacha Inchi. Temos no formato tradicional e hambúrguer.
Quinoa e Quinoa Burger
Com quinoa preta, vermelha, branca e tucupi preto – espécie de shoyu indígena -, ele arrasa corações! Temos no formato tradicional e hambúrguer.
Feijuca
Bolinho de feijoada 100% vegetal, com direito até a bacon vegano. Espetacular!
Kafta Amazonika
Assim como o Falafel AMZK, é uma adaptação da deliciosa gastronomia árabe. Saborosamente temperada e suculenta como a receita original do Oriente Médio, mas 100% vegetal.
Sabores da Amazônia
Entre os ingredientes dos alimentos da food tech, estão oito especiarias da Floresta Amazônica: Tucupi preto, pimenta indígena Assîssî, extrato de açaí, feijão-manteiguinha de Santarém, urucum, farinha d’água de Bragança, óleo de sacha inchi e óleo de patauá.
Elas são produzidas por indígenas e ribeirinhos da Amazônia, pequenos produtores que praticam extrativismo sustentável e lucram com o trabalho, fortalecendo a economia local. Para garantir que as trocas comerciais são socialmente responsáveis e que o ecossistema não está sendo prejudicado, tudo é monitorado pela rede Origens Brasil e pela ONG Imaflora.
A Amazonika Mundi é completamente contra explorar a força de trabalho de uma população vulnerável e contra extrair recursos naturais de maneira a agredir a natureza. Pelo contrário, a food tech oferece uma fonte de renda justa para produtores indígenas e ribeirinhos, fortalecendo dezenas de famílias. Produtores, estes, que conhecem a Amazônia como ninguém e cultivam alimentos respeitando o tempo e os limites da natureza.

1. Famílias da Floresta Amazônica positivamente afetadas pela produção de:
– Pimenta Assîssî: 87
– Óleo de Patauá: 36
– Extrato de açaí: 18
– Óleo de sacha inchi: 500
2. Área da Amazônia conservada pela produção de (km2):
– Pimenta Assîssî: 3.97 MI
– Óleo de Patauá: 123
– Extrato de açaí: 206
– Óleo de sacha inchi: 750
P&D: Evolução e inovação constantes
A AMZK reconhece a importância de realizar estudos minuciosos e constantes acerca de insumos vegetais e seu potencial no mercado alimentício. Por este motivo, as pesquisas da empresa se estendem além da fibra alimentar de caju. No momento, estão sendo feitos estudos com o cogumelo Yanomami, fungo nativo da Amazônia, e a aquafaba, líquido derivado do cozimento de leguminosas – como feijão e lentilha.
A food tech produz uma aquafaba à base de grão-de-bico com shelflife de 12 meses e está desenvolvendo uma maionese plant-based à base dela. Em receitas veganas, caseiras ou industriais, já é comum que se utilize aquafaba como substituta do ovo, por sua consistência. É possível produzir bolos, biscoitos, marshmallows, mousses e brownies com aquafaba ao invés de ovo.
Onde encontrar os produtos
Nas prateleiras de mercados
Você encontra caixinhas com nossos produtos congelados, ou, em alguns estabelecimentos, pratos pré-prontos congelados produzidos com insumos Amazônia Mundi.
Nos pedidos
Vários restaurantes – de saladerias a hamburguerias – utilizam nossos insumos para produzir algumas das receitas do cardápio. Pratos deliciosos!
Confira os pontos de venda em https://amazonikamundi.com.br/onde-encontrar/ Nos siga no Instagram: http://instagram.com/amazonikamundi

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Gastronomia

Amazônia Soul conquista o paladar paulistano

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É fato que os paulistanos adoram descobrir novas culturas gastronômicas, a cidade de São Paulo reúne diversos restaurantes de culinária internacional e de diversas regiões do Brasil, que reafirmam isso.  

Na Vila Mariana o Amazônia Soul, tem chamado atenção e virou point dos amantes de açaí, boa gastronomia e até de Happy Hour.  

Especializado em culinária nortista, o restaurante oferece pratos que exaltam a culinária dos povos indígenas, tacacá, pato no tucupi, são pratos famosos que possuem como ingredientes principais o tucupi, caldo amarelo, aromático e muito saboroso extraído da mandioca brava.  

A casa comandada pelo Paraense Pedro Amaral, também tem em seu menu a famosa maniçoba, que é símbolo de Belém do Pará na grande festa do Círio de Nazaré. A proteína base do restaurante são os peixes, todos oriundos do norte: tambaqui, filhote, pirarucu e dourada, com diferentes tipos de preparos, eles fazem a alegria dos nortistas que moram na cidade.  

Apesar de “diferente” do que o paulistano está habituado a comer, quem prova as comidas deste cantinho do norte em São Paulo, se apaixona.  

Mesmo que o foco do restaurante seja servir menu completo, há muitas pessoas que visitam o espaço para fazer Happy Hour e consomem petiscos e cervejas paraenses, os mais pedidos são: pastel de queijo com jambu, dadinho de maniçoba, isca de dourada, casquinho de caranguejo, dadinho de tapioca paraense com geléia do chef, unha de caranguejo e bolinho de filhote.  

Com cardápio fixo, o restaurante faz entregas para até 7 km ou retirada no local.  
Cardápio: https://www.goomer.app/amazoniasoulsp/menu     
 
Pedidos pelo Whatsapp. (11) 5083-4046 Instagram: @amazoniasoulsp. Retirada: R. Áurea, 361, Vila Mariana. Atendimento de mesa: Ter a Sáb: 12h às 22h. Dom: 12h às 18h. Delivery: Ter a Sáb: 12h às 21:30. Dom: 12h às 17h30.   
 
 
 
Imagem divulgação / Amazônia Soul 

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Gastronomia

5 lugares incríveis para saborear as melhores cocadas na capital paulista.

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Muitos historiadores afirmam que a origem da cocada é africana, pois os negros traficados nos navios tumbeiros, que eram responsáveis pelos afazeres nas grandes fazendas de cana-de-açúcar e café começaram a preparar o doce. As escravas ralavam o coco, preparavam a calda de açúcar ou melado e acrescentavam a fruta, preparados em grandes tachos, assentados em fornalhas, cujo fogo daria o ponto para o doce preferido por todos; sejam senhores de fazenda ou escravos.

Com o passar dos anos, a famosa cocada que era escura (por conta do uso do açúcar mascavo), se transformou em cocada branca pelo uso do açúcar refinado. Ganhou cores e texturas diferentes como a amarela (com maracujá), a roxa (com adição de amora) marrom escura (com toque de café), e várias versões, cortada no tabuleiro da baiana, servidas em copos, na própria casca da fruta ou em bowls com sorvete. O que importa é que esta delicia se tornou uma das queridinhas dos brasileiros.

Conheça 5 lugares onde o tradicionalíssimo doce ganhou versões e preparos irresistíveis, com preços acessíveis, mas com a doce memória do tabuleiro baiano.

 

1- Cocada na Parrilla

 

Preparada com coco fresco, leite condensado e açúcar cristal os ingredientes são defumados na Parrilla. Esta versão pode ser encontrada na Carnívoros Steak Burger, que oferece sobremesas com toques especiais.

 

Endereço: Rua Conselheiro Brotero, 870 – Santa Cecília – São Paulo

 

 

 

 

 

 

2- Cocada de forno com sorvete de creme  

 

Uma das sobremesas mais solicitadas pelos clientes do Coco Bambu é a cocada de forno com sorvete de creme. O restaurante dispõe de duas versões, com ou sem acompanhamento de sorvete de creme. Uma explosão de sabores onde o doce saído do forno contrasta com a refrescância do gelato.

 

Endereço: Várias unidades, consulte site: www.cocobambu.com

 

 

3 – Cocada cremosa com doce de leite, sorvete de creme, chips de coco e calda de frutas vermelhas

 

Quem visitar o Mania de Churrasco – Unidade Itaim Bibi poderá degustar esta deliciosa combinação da cocada cremosa com o puro doce de leite argentino, acompanhado de sorvete de creme e uma calda de frutas vermelhas que ao mesmo tempo une todos os sabores com o toque “azedinho” das frutas.

4 – Cocada Cremosa com lascas

 

Com um cardápio cheio de delícias e um sabor caseiro, daqueles que remetem às sobremesas preparadas pelas avós, a Doçaria da Vila também tem a sua versão para a cocada no pote, saborosa, molhadinha e sempre fresca.

 

Endereço: R.Francisco Cruz, 612 Vila Mariana, São Paulo.

 

 

5 – Cocadas de cereja, jabuticaba e amora

 

A Dona Doceira é uma das poucas marcas no país especialista em doces tradicionais brasileiros, com um cardápio repleto de doces que te levam para a infância, seu objetivo é resgatar e valorizar ingredientes, práticas antigas e reinventá-las, transformando doces em verdadeiras obras de arte. As tradicionais cocadas ganham ingredientes naturais, formato de flores e são vendidas nos sabores cereja, jabuticaba, amora, morango, goiaba e coco.

Endereço: Rua Tabapuã, 838 – Itaim Bibi, São Paulo

 

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