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Saúde

Ana Estela, psicoterapeuta faz alerta sobre quadro de ansiedade profissional

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No mundo corporativo a competitividade vem gerando o aumento da ansiedade. Essa é uma doença que vem afetando milhares de pessoas em todo o mundo. 

” Dados da OMS/OIT demonstram que, em todo o mundo, 301 milhões de pessoas conviveram com a ansiedade e 208 milhões com depressão, enquanto o último mapeamento global de saúde mental feito pela OMS revelou que o Brasil tem a maior prevalência de ansiedade, com 9,3% da população sofrendo do transtorno. Já o Relatório Anual do Estado Mental do Mundo, encomendado pela Sapien Labs, divulgado em março de 2023, mostra que o Brasil ocupou o terceiro pior índice de saúde mental em um ranking que contou com 64 países habilitados para a internet, ficando abaixo apenas da África do Sul e do Reino Unido. Segundo o estudo, 33,5% dos brasileiros, ou seja, uma a cada três pessoas, relataram diversos sintomas relacionados a transtornos mentais.”

Observando os dados vemos que esse transtorno vem assolando de forma drástica a vida das pessoas e que é de suma importância saber controla-lo.

“Estima-se que 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente por causa da depressão e da ansiedade, custando à economia mundial quase 1 trilhão de dólares. Os dados são do relatório “Diretrizes sobre Saúde Mental no Trabalho”, publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em setembro de 2022, e confirmam a necessidade de se trazer o debate ainda mais à tona.”

É importante estar atento a rotina e as demandas (pressão) que são colocadas sobre a responsabilidade dos funcionários. Ter um estilo de vida em equilíbrio é um dos fatores importantes para ter uma vida pessoal e profissional livre de ansiedade.

No ambiente corporativo a ansiedade pode advir de diversas causas e as principais são: preocupação excessiva, prazos apertados e excesso de responsabilidade. Devemos estar atentos a cada um desses pontos, pois com o passar do tempo eles podem afetar o rendimento profissional e afetar a qualidade de vida.

Ao falar de prazos apertados, eles naturalmente são capazes de trazer uma sensação de ansiedade. Mas, ao falarmos de questões corriqueiras, entendemos que as mesmas dificilmente podem ser capazes de criar algum efeito negativo na saúde mental de uma pessoa que é saudável.

Em contrapartida, se os prazos apertados acontecerem repetidamente e com frequência, aí sim, pode gerar um desenvolvimento de um quadro de transtorno de ansiedade e essa pode passar a predominar a vida das pessoas e em pouco tempo sem buscar ajuda, pode passar a um quadro crônico.

É imprescindível ter atenção com a preocupação demasiada. No ambiente de trabalho é comum as pessoas ficarem preocupadas com o seu futuro dentro do quadro de funcionários e também com o seu futuro no mundo corporativo.

É importante o indivíduo que sofre com preocupação excessiva no trabalho buscar ajuda afim de que seja entendido se esse indivíduo também sofre dessa mesma questão em outras áreas da vida.

Ficar atento (a) em quais os momentos em que a preocupação se instaura facilitará a avaliação do caso.

Um outro campeão que devemos citar é o excesso de responsabilidade no trabalho. Esse é um quadro que leva a uma ansiedade crônica quando não vigiado. 

Profissionais que unem muitas funções ou que precisam estar gerindo várias pessoas ao mesmo tempo em sua rotina diária, infelizmente são fortes candidatos a desenvolverem um transtorno de ansiedade.

Quando está em uma profissão que oferece risco, estes deparam-se com possibilidades ainda mais reais. É imprescindível que este profissional tenha um acompanhamento profissional psicológico, seja qual for a função que desempenha. 

Como é sabido a ansiedade tem um vínculo muito forte com a escolha do estilo de vida. Mesmo que existam fatores como genética, tipos de personalidade, sexo ou gênero, traumas que facilitam o desenvolvimento da doença, os hábitos ainda são muito importantes e determinantes para o aparecimento e agravamento do transtorno de ansiedade.

Dessa forma é de suma importância gerir a sua rotina para eliminar os riscos de ser afetado (a) como milhões de pessoas, em especial quando se fala da rotina de trabalho.

Quando se trabalha durante longas horas de forma ininterrupta, entende-se que o rendimento profissional e a saúde das pessoas podem ser afetados. É indicado ter pequenas pausas e certamente elas lhe darão mais disposição para enfrentar o dia a dia.

No ambiente de trabalho não existe nada pior do que estar imerso em um monte de tarefas que terão que ser realizadas durante o dia e não saber por onde começar. Sabemos que no mundo corporativo isso é muito comum, em especial qual a pessoa assume a cadeira de um cargo que traz a responsabilidade de gerir o seu trabalho e o trabalho de outros colaboradores.

A dica de ouro é que seja feita uma lista de tudo é que precisa ser feito por ordem de importância, só assim você conseguirá aliviar seu estresse e aumentará a sua produtividade, tendo a sua ansiedade diminuída, pois dessa forma terá um maior controle sobre o que é mais importante de ser resolvido.

Um outro vilão da ansiedade no trabalho é a procrastinação. Sabemos que todas as pessoas em algum momento da vida protelam algo, mas assim como a ansiedade, quando procrastinamos muito estamos criando um fantasma que vai nos “assustar” e gerará mais estresse e consequentemente mais ansiedade.

Para resolver a procrastinação é importante ter um local de trabalho organizado e criar um hábito que aumente a sua eficiência na função que você exerce. 

Como falamos acima a mudança de hábitos é de suma importância para uma vida menos ansiosa e fazer atividade física é um hábito capaz de diminuir o estresse, os seus níveis de ansiedade e melhora de forma exponencial a sua saúde como um todo, bem como lhe dará mais disposição para enfrentar a sua rotina de trabalho. 

Procure um esporte que se goste e pratique. Tenha certeza que você verá muito rapidamente os lindos resultados no que tange a sua qualidade de vida.

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Geral

Viviane Kassner desenvolveu metodologia multissensorial com alto impacto social

iviane Kassner, consultora educacional e especialista em aprendizagem inclusiva, criou um modelo educacional centrado na aprendizagem adaptativa e inclusiva que tem impacto direto tanto no desenvolvimento dos alunos quanto na inserção social.

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O Impacto Social do trabalho de metodologia multissensorial desenvolvido por Viviane Kassner

Viviane Kassner, consultora educacional e especialista em aprendizagem inclusiva, criou um modelo educacional centrado na aprendizagem adaptativa e inclusiva que tem impacto direto tanto no desenvolvimento dos alunos quanto na inserção social. Sua metodologia não apenas melhora o desempenho acadêmico, mas também promove o bem-estar emocional, ajudando a criar um ambiente escolar acolhedor e estimulante.
A abordagem de Kassner além do modelo tradicional, oferecendo soluções personalizadas para estudantes com dificuldades de aprendizagem, como dislexia e TDAH. O uso de atividades práticas, jogos sensoriais e conexões com experiências cotidianas permite que os estudantes associem conhecimento com situações reais, aumentando a retenção e o engajamento.
Sua metodologia tem sido implementada com sucesso em contextos diversos, e tem potencial para projetos educacionais internacionais.
Além de atender às necessidades individuais dos alunos, o trabalho de Viviane demonstra como a educação pode ser uma ferramenta de inclusão social. Ao promover uma abordagem que respeita o ritmo de cada estudante, sua metodologia é reconhecida por criar um sistema educacional mais equitativo e sustentável.
Com o crescimento da demanda por práticas inclusivas, seu modelo surge como uma solução prática e inovadora que pode ser replicada em escolas ao redor do mundo, inclusive nos Estados Unidos, onde ainda há um grande gargalo na Educação de Crianças com transtornos de Aprendizagem.

Metodologia Multissensorial- Adaptação e Impacto no Brasil

A educação multissensorial é uma abordagem pedagógica que integra diversos estímulos para facilitar o aprendizado, a especialmente em estudantes com dificuldades cognitivas, como dislexia e TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). Esse método foi desenvolvido inicialmente por especialistas como Samuel Orton e Anna Gillingham, que combinaram princípios de neurociência e linguística para criar uma metodologia que envolve canais sensoriais múltiplos: visual, auditivo e tátil-sinestésico.
O modelo de Orton-Gillingham, criado na década de 1930, tem sido amplamente aplicado em escolas ao redor do mundo para promover a alfabetização inclusiva e personalizada. Com o passar dos anos, a metodologia foi refinada e expandida para diversas áreas da educação, tornando-se uma referência em intervenções para alunos com dificuldades de aprendizagem.
No Brasil, a metodologia multissensorial foi adaptada por Viviane Kassner, que integrou elementos locais e culturais às práticas originais para melhor atender às demandas específicas do sistema educacional brasileiro. Essa adaptação tem demonstrado resultados expressivos em ambientes escolares, tanto públicos quanto privados.

Estatísticas Relevantes sobre a Dificuldade de Aprendizagem

Estudos indicam que aproximadamente 5 a 10% das crianças em idade escolar sofrem de dislexia, enquanto o TDAH afeta entre 3 e 7% dos estudantes, segundo dados da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA). No Brasil, muitos desses alunos não recebem o suporte adequado devido à falta de recursos especializados e à superlotação nas escolas públicas.
A proposta multissensorial adaptada por Viviane Kassner não apenas enfrenta esses desafios, mas também se destaca por ser uma solução econômica e de fácil implementação em diferentes contextos educacionais.

Adaptação e Personalização para Brasileiro
A metodologia de Viviane Kassner se diferencia ao integrar práticas pedagógicas brasileiras e o uso de recursos disponíveis localmente. Em vez de seguir uma abordagem puramente teórica, a metodologia emprega atividades práticas e jogos sensoriais que conectam o aprendizado com a realidade do aluno. Além disso, Além disso, a metodologia respeita o ritmo de aprendizagem individual e oferece suporte contínuo aos alunos.
Professores e famílias trabalham em conjunto para garantir que cada estudante tenha um plano de ensino personalizado, com foco em seus pontos fortes e no desenvolvimento das áreas de maior dificuldade. Essa prática colaborativa tem mostrado resultados significativos, promovendo não apenas o aprendizado acadêmico, mas também desenvolvimento social e emocional dos alunos.
Impacto no Desempenho Escolar e Inclusão
Pesquisas apontam que a adoção de práticas multissensoriais pode aumentar em até 30% desempenho de alunos com dificuldades de aprendizagem.

No Brasil, a aplicação do método por Viviane Kassner tem sido particularmente eficaz onde um esforço crescente por modelos pedagógicos mais inclusivos e acessíveis. Sua abordagem reduz a evasão escolar e melhora o engajamento dos estudantes, ao mesmo tempo em que otimiza recursos disponíveis nas instituições.

Com o aumento da demanda por práticas inclusivas no Brasil e internacionalmente, a metodologia adaptada por Viviane Kassner se destaca como uma solução capaz de transformar a realidade muitos alunos e suas famílias. O impacto desse modelo se estende além das salas de aula, promovendo uma educação mais equitativa e sustentável.

Viviane Kassner -Consultora educacional E Palestrante | MBA USP/Esalq, Gestão Escolar

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Saúde

Saúde mental a partir de maio: psicóloga fala sobre medidas que podem ser adotadas no trabalho

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A partir de maio as empresas devem implementar métodos para promover um ambiente de trabalho psicologicamente saudável

A partir de 26 de maio, a implementação da Lei 14.311/2022 e da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) exigirá que as empresas promovam um ambiente de trabalho psicologicamente saudável. Esse movimento é motivado pelo aumento expressivo de problemas de saúde mental no trabalho. Em 2024, foram registradas 472.328 licenças médicas devido a questões psicológicas, um aumento de 68% em relação a 2014, segundo o Ministério da Previdência Social. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) reforça que o trabalho pode ser um fator positivo para a saúde mental, ao proporcionar estrutura, propósito e interação social. No entanto, também pode ser prejudicial em ambientes com pressão excessiva, metas irrealistas ou jornadas de trabalho exaustivas.

A psicóloga Rosemary Andriani, especialista no tema, destaca que a promoção da saúde mental no trabalho é um processo contínuo e adaptado às particularidades de cada empresa. Ela enfatiza que o ponto de partida é a liderança, promovendo a cultura de saúde mental e incentivando práticas de autocuidado e bem-estar. Segundo ela, a mudança deve considerar os aspectos físicos, emocionais e psicológicos dos colaboradores para alcançar resultados efetivos.

Entre as medidas mínimas recomendadas por Rosemary, destacam-se:

  1. Treinamento e conscientização: Capacitação em temas como estresse, ansiedade, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e Burnout.
  2. Política de saúde mental: Estabelecimento de ações preventivas, de detecção e tratamento de problemas psicológicos.
  3. Acesso a serviços especializados: Benefícios ou parcerias que disponibilizem psicoterapia, psiquiatria e outros recursos.
  4. Ambiente físico saudável: Condições adequadas, como boa iluminação, ventilação e espaços para descanso.
  5. Gestão do estresse: Medidas como horários flexíveis, pausas regulares e estratégias de redução de esgotamento.
  6. Suporte aos colaboradores: Apoio emocional e assistência aos que enfrentam dificuldades psicológicas.
  7. Monitoramento contínuo: Avaliação constante da eficácia das iniciativas e da saúde mental geral dos trabalhadores.

Para empresas que desejam ir além, Andriani sugere programas de bem-estar, como meditação, ginástica laboral, suporte para dependentes, treinamento de gestores sobre saúde mental e parcerias com profissionais da área. Essas iniciativas, segundo a especialista, trazem benefícios significativos tanto para empregadores quanto para funcionários.

“A curto prazo, pode haver redução do estresse e ansiedade, melhoria da comunicação e do clima de trabalho, e aumento da motivação e engajamento dos colaboradores”

Do ponto de vista corporativo, os empregadores podem se beneficiar com maior produtividade, redução de absenteísmo e turnover, e melhoria da reputação e clima organizacional. Para os colaboradores, os ganhos incluem melhora do bem-estar, autoestima, desenvolvimento profissional e relações interpessoais mais saudáveis. Andriani também enfatiza a importância de os trabalhadores assumirem um papel ativo em sua saúde mental, investindo em autoconhecimento, autocuidado e buscando apoio quando necessário.

Em relação aos resultados, a psicóloga destaca que já no curto prazo (de 3 a 6 meses), ações informativas e pontuais podem reduzir o estresse e melhorar o clima organizacional. Em médio e longo prazo, os efeitos incluem maior engajamento, produtividade, eficiência e a consolidação de uma cultura organizacional mais saudável e respeitosa. “A curto prazo, pode haver redução do estresse e ansiedade, melhoria da comunicação e do clima de trabalho, e aumento da motivação e engajamento dos colaboradores. A médio prazo, pode haver melhoria da saúde mental e bem-estar dos colaboradores, aumento da produtividade e eficiência, desenvolvimento de habilidades e competências, e melhoria das relações interpessoais e de trabalho. E a longo prazo, pode haver uma cultura organizacional mais saudável e respeitosa, liderança mais eficaz e comprometida com a saúde mental, colaboradores mais engajados e motivados, e melhoria da reputação e imagem da empresa”, finaliza.

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Saúde

Sexo na gravidez pode? Doutora Silvia Haick conta sobre os benefícios da prática sexual durante a gestação

Apesar dos mitos acerca do tema, a vida ativa sexualmente ao longo da gestação deve ocorrer desde que mãe e bebê estejam saudáveis

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Doutora Silvia Haick conta sobre os benefícios da prática sexual durante a gestação (Foto: Divulgação)
Doutora Silvia Haick conta sobre os benefícios da prática sexual durante a gestação (Foto: Divulgação)

Um mito muito comum ao longo da gravidez é a vida sexual da mulher. Apesar de ser algo categorizado como proibido, ter uma rotina ativa no que diz respeito à intimidade é uma escolha benéfica desde que a gestação seja saudável. E não existe um limite. A prática do sexo pode ocorrer ao longo dos nove meses tranquilamente.

“A atividade sexual é fundamental para manter a intimidade do casal, saúde mental e física. O que pode acontecer é uma variação da libido da mulher nessa fase da vida, tanto pelo fator hormonal, quanto pela parte física, adaptação ao seu novo corpo, as posições sexuais que antes eram tão fáceis agora não são mais”, alerta a Doutora Silvia Haick, ginecologista e obstetra

Algumas posições, como de lado, podem deixar a mulher mais confortável. Dessa forma ela consegue se manter mais apoiada na cama, e sua barriga mais estável. “Ficar por cima também é uma ótima posição quando estamos com a barriga maior, assim podemos controlar os movimentos e o barrigão não atrapalha tanto”, a médica aconselha.

Mas e o bebê? Afinal, ele sente ou não o ato sexual? Não, ele não sente a penetração. O que ele sente é o bem estar e relaxamento que a mãe sente na hora, por exemplo, do orgasmo, quando ocorre uma maior descarga de endorfina que passa também para ele.

O mais importante é que o casal possa conversar sobre esse assunto para que o ato sexual continue prazeroso mesmo em uma fase de mudanças significativas na vida do casal. “Isso é uma decisão que deve ser tomada em conjunto, respeitando as opiniões de ambos. Devemos fazer o que nos traga felicidade e não medo ou insegurança”, Silvia destaca.

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