Há muitos anos atuando como cirurgião, Dr. Seung Lee é formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, realizou residência médica nas áreas de cirurgia geral no Hospital Federal de Ipanema, obtendo o título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e pelo MEC. Realizou também estágio em cirurgia plástica estética e reparadora na Oblige Plastic Surgery – Coréia do Sul. Aprendeu a técnica de Lipoaspiração em alta definição (Lipo HD) com o criador dessa técnica, Dr. Alfredo Hoyos.
Hoje tivemos a honra em bater um papo exclusivo com o cirurgião queridinho de muitas famosas e vamos esclarecer alguns mitos e as principais dúvidas quando o assunto é cirurgia plástica.
1) Qual a idade mais apropriada para se fazer uma cirurgia plástica?
Depende de qual região do corpo será abordado. Por exemplo, se for cirurgia para correção de orelha de abano pode realizar a partir dos 7 anos de idade onde a orelha está praticamente formada, se for mama, após o desenvolvimento completo da mama que varia dos 16 a 18 anos. Então a cirurgia pode ser feita após desenvolvimento completo da região.
2) Qual o preço de uma cirurgia plástica?
Cada procedimento tem um valor diferente. Cirurgias maiores e mais complexas serão de maior custo e cirurgias menores terão custo mais baixo. Mais em geral, tem os custos da internação do hospital e da equipe cirúrgica composta pelo cirurgião principal, cirurgião auxiliar, anestesista e instrumentadora.
3) Uma das principais dúvidas é sobre os Planos de Saúde, se normalmente eles cobrem as cirurgias plásticas?
Os Planos de saúde podem cobrir cirurgias reparadoras, porém não as que são estéticas.
4) É possível “copiar” traços corporais ou da feição de celebridades ou de outras pessoas? Por exemplo, o (a) paciente tem o “sonho” de ficar parecido com um determinado ator ou atriz. Ou então, quer ter um “nariz” igual ao de uma amiga. Ou o “abdome” semelhante ao de um amigo. A cirurgia plástica pode proporcionar isso?
A cirurgia plástica pode proporcionar um resultado próximo dependendo das características da paciente e da pessoa que ela deseja ficar parecida. Porém os resultados de uma cirurgia plástica tem um limite.
5) A cirurgia plástica é mais adequada para mulheres?
Cirurgia plástica é adequada tanto para mulheres quanto para homens. Porém a maior procura ainda é do sexo feminino. Interessante notar que a cada ano o público masculino está aumentando progressivamente.
6) É possível reverter o resultado de uma cirurgia plástica?
Vai depender do tipo de cirurgia realizada. Mas a grande maioria que envolvem corte e retirada de tecido não serão revertidas exatamente como era antes.
7) Cirurgias plásticas deixam muitas cicatrizes?
As cicatrizes vão depender do tamanho da incisão que irá ser necessário. Quanto maior a incisão maior será a cicatriz.
8) Antes de realizar uma cirurgia plástica, é possível ver fotos de “antes e depois” de realizado um procedimento?
Sim o paciente pode ver fotos com explicação dos procedimentos durante a consulta médica.
9) Quais as cirurgias mais procuradas nessa época de pandemia?
As cirurgias mais procuradas envolvem o contorno corporal, como por exemplo: lipoescultura, abdominoplastia e mamoplastia.
Para saber mais informações a respeito dos trabalhos realizados pelo Dr. Seung Lee, acesse o Instagram @dr.seung
Viviane Kassner desenvolveu metodologia multissensorial com alto impacto social
iviane Kassner, consultora educacional e especialista em aprendizagem inclusiva, criou um modelo educacional centrado na aprendizagem adaptativa e inclusiva que tem impacto direto tanto no desenvolvimento dos alunos quanto na inserção social.
O Impacto Social do trabalho de metodologia multissensorial desenvolvido por Viviane Kassner
Viviane Kassner, consultora educacional e especialista em aprendizagem inclusiva, criou um modelo educacional centrado na aprendizagem adaptativa e inclusiva que tem impacto direto tanto no desenvolvimento dos alunos quanto na inserção social. Sua metodologia não apenas melhora o desempenho acadêmico, mas também promove o bem-estar emocional, ajudando a criar um ambiente escolar acolhedor e estimulante. A abordagem de Kassner além do modelo tradicional, oferecendo soluções personalizadas para estudantes com dificuldades de aprendizagem, como dislexia e TDAH. O uso de atividades práticas, jogos sensoriais e conexões com experiências cotidianas permite que os estudantes associem conhecimento com situações reais, aumentando a retenção e o engajamento. Sua metodologia tem sido implementada com sucesso em contextos diversos, e tem potencial para projetos educacionais internacionais. Além de atender às necessidades individuais dos alunos, o trabalho de Viviane demonstra como a educação pode ser uma ferramenta de inclusão social. Ao promover uma abordagem que respeita o ritmo de cada estudante, sua metodologia é reconhecida por criar um sistema educacional mais equitativo e sustentável. Com o crescimento da demanda por práticas inclusivas, seu modelo surge como uma solução prática e inovadora que pode ser replicada em escolas ao redor do mundo, inclusive nos Estados Unidos, onde ainda há um grande gargalo na Educação de Crianças com transtornos de Aprendizagem.
Metodologia Multissensorial- Adaptação e Impacto no Brasil
A educação multissensorial é uma abordagem pedagógica que integra diversos estímulos para facilitar o aprendizado, a especialmente em estudantes com dificuldades cognitivas, como dislexia e TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). Esse método foi desenvolvido inicialmente por especialistas como Samuel Orton e Anna Gillingham, que combinaram princípios de neurociência e linguística para criar uma metodologia que envolve canais sensoriais múltiplos: visual, auditivo e tátil-sinestésico. O modelo de Orton-Gillingham, criado na década de 1930, tem sido amplamente aplicado em escolas ao redor do mundo para promover a alfabetização inclusiva e personalizada. Com o passar dos anos, a metodologia foi refinada e expandida para diversas áreas da educação, tornando-se uma referência em intervenções para alunos com dificuldades de aprendizagem. No Brasil, a metodologia multissensorial foi adaptada por Viviane Kassner, que integrou elementos locais e culturais às práticas originais para melhor atender às demandas específicas do sistema educacional brasileiro. Essa adaptação tem demonstrado resultados expressivos em ambientes escolares, tanto públicos quanto privados.
Estatísticas Relevantes sobre a Dificuldade de Aprendizagem
Estudos indicam que aproximadamente 5 a 10% das crianças em idade escolar sofrem de dislexia, enquanto o TDAH afeta entre 3 e 7% dos estudantes, segundo dados da Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA). No Brasil, muitos desses alunos não recebem o suporte adequado devido à falta de recursos especializados e à superlotação nas escolas públicas. A proposta multissensorial adaptada por Viviane Kassner não apenas enfrenta esses desafios, mas também se destaca por ser uma solução econômica e de fácil implementação em diferentes contextos educacionais.
Adaptação e Personalização para Brasileiro A metodologia de Viviane Kassner se diferencia ao integrar práticas pedagógicas brasileiras e o uso de recursos disponíveis localmente. Em vez de seguir uma abordagem puramente teórica, a metodologia emprega atividades práticas e jogos sensoriais que conectam o aprendizado com a realidade do aluno. Além disso, Além disso, a metodologia respeita o ritmo de aprendizagem individual e oferece suporte contínuo aos alunos. Professores e famílias trabalham em conjunto para garantir que cada estudante tenha um plano de ensino personalizado, com foco em seus pontos fortes e no desenvolvimento das áreas de maior dificuldade. Essa prática colaborativa tem mostrado resultados significativos, promovendo não apenas o aprendizado acadêmico, mas também desenvolvimento social e emocional dos alunos. Impacto no Desempenho Escolar e Inclusão Pesquisas apontam que a adoção de práticas multissensoriais pode aumentar em até 30% desempenho de alunos com dificuldades de aprendizagem.
No Brasil, a aplicação do método por Viviane Kassner tem sido particularmente eficaz onde um esforço crescente por modelos pedagógicos mais inclusivos e acessíveis. Sua abordagem reduz a evasão escolar e melhora o engajamento dos estudantes, ao mesmo tempo em que otimiza recursos disponíveis nas instituições.
Com o aumento da demanda por práticas inclusivas no Brasil e internacionalmente, a metodologia adaptada por Viviane Kassner se destaca como uma solução capaz de transformar a realidade muitos alunos e suas famílias. O impacto desse modelo se estende além das salas de aula, promovendo uma educação mais equitativa e sustentável.
Viviane Kassner -Consultora educacional E Palestrante | MBA USP/Esalq, Gestão Escolar
A partir de maio as empresas devem implementar métodos para promover um ambiente de trabalho psicologicamente saudável
A partir de 26 de maio, a implementação da Lei 14.311/2022 e da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) exigirá que as empresas promovam um ambiente de trabalho psicologicamente saudável. Esse movimento é motivado pelo aumento expressivo de problemas de saúde mental no trabalho. Em 2024, foram registradas 472.328 licenças médicas devido a questões psicológicas, um aumento de 68% em relação a 2014, segundo o Ministério da Previdência Social. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) reforça que o trabalho pode ser um fator positivo para a saúde mental, ao proporcionar estrutura, propósito e interação social. No entanto, também pode ser prejudicial em ambientes com pressão excessiva, metas irrealistas ou jornadas de trabalho exaustivas.
A psicóloga Rosemary Andriani, especialista no tema, destaca que a promoção da saúde mental no trabalho é um processo contínuo e adaptado às particularidades de cada empresa. Ela enfatiza que o ponto de partida é a liderança, promovendo a cultura de saúde mental e incentivando práticas de autocuidado e bem-estar. Segundo ela, a mudança deve considerar os aspectos físicos, emocionais e psicológicos dos colaboradores para alcançar resultados efetivos.
Entre as medidas mínimas recomendadas por Rosemary, destacam-se:
Treinamento e conscientização: Capacitação em temas como estresse, ansiedade, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e Burnout.
Política de saúde mental: Estabelecimento de ações preventivas, de detecção e tratamento de problemas psicológicos.
Acesso a serviços especializados: Benefícios ou parcerias que disponibilizem psicoterapia, psiquiatria e outros recursos.
Ambiente físico saudável: Condições adequadas, como boa iluminação, ventilação e espaços para descanso.
Gestão do estresse: Medidas como horários flexíveis, pausas regulares e estratégias de redução de esgotamento.
Suporte aos colaboradores: Apoio emocional e assistência aos que enfrentam dificuldades psicológicas.
Monitoramento contínuo: Avaliação constante da eficácia das iniciativas e da saúde mental geral dos trabalhadores.
Para empresas que desejam ir além, Andriani sugere programas de bem-estar, como meditação, ginástica laboral, suporte para dependentes, treinamento de gestores sobre saúde mental e parcerias com profissionais da área. Essas iniciativas, segundo a especialista, trazem benefícios significativos tanto para empregadores quanto para funcionários.
“A curto prazo, pode haver redução do estresse e ansiedade, melhoria da comunicação e do clima de trabalho, e aumento da motivação e engajamento dos colaboradores”
Do ponto de vista corporativo, os empregadores podem se beneficiar com maior produtividade, redução de absenteísmo e turnover, e melhoria da reputação e clima organizacional. Para os colaboradores, os ganhos incluem melhora do bem-estar, autoestima, desenvolvimento profissional e relações interpessoais mais saudáveis. Andriani também enfatiza a importância de os trabalhadores assumirem um papel ativo em sua saúde mental, investindo em autoconhecimento, autocuidado e buscando apoio quando necessário.
Em relação aos resultados, a psicóloga destaca que já no curto prazo (de 3 a 6 meses), ações informativas e pontuais podem reduzir o estresse e melhorar o clima organizacional. Em médio e longo prazo, os efeitos incluem maior engajamento, produtividade, eficiência e a consolidação de uma cultura organizacional mais saudável e respeitosa. “A curto prazo, pode haver redução do estresse e ansiedade, melhoria da comunicação e do clima de trabalho, e aumento da motivação e engajamento dos colaboradores. A médio prazo, pode haver melhoria da saúde mental e bem-estar dos colaboradores, aumento da produtividade e eficiência, desenvolvimento de habilidades e competências, e melhoria das relações interpessoais e de trabalho. E a longo prazo, pode haver uma cultura organizacional mais saudável e respeitosa, liderança mais eficaz e comprometida com a saúde mental, colaboradores mais engajados e motivados, e melhoria da reputação e imagem da empresa”, finaliza.
Doutora Silvia Haick conta sobre os benefícios da prática sexual durante a gestação (Foto: Divulgação)
Um mito muito comum ao longo da gravidez é a vida sexual da mulher. Apesar de ser algo categorizado como proibido, ter uma rotina ativa no que diz respeito à intimidade é uma escolha benéfica desde que a gestação seja saudável. E não existe um limite. A prática do sexo pode ocorrer ao longo dos nove meses tranquilamente.
“A atividade sexual é fundamental para manter a intimidade do casal, saúde mental e física. O que pode acontecer é uma variação da libido da mulher nessa fase da vida, tanto pelo fator hormonal, quanto pela parte física, adaptação ao seu novo corpo, as posições sexuais que antes eram tão fáceis agora não são mais”, alerta a Doutora Silvia Haick, ginecologista e obstetra
Algumas posições, como de lado, podem deixar a mulher mais confortável. Dessa forma ela consegue se manter mais apoiada na cama, e sua barriga mais estável. “Ficar por cima também é uma ótima posição quando estamos com a barriga maior, assim podemos controlar os movimentos e o barrigão não atrapalha tanto”, a médica aconselha.
Mas e o bebê? Afinal, ele sente ou não o ato sexual? Não, ele não sente a penetração. O que ele sente é o bem estar e relaxamento que a mãe sente na hora, por exemplo, do orgasmo, quando ocorre uma maior descarga de endorfina que passa também para ele.
O mais importante é que o casal possa conversar sobre esse assunto para que o ato sexual continue prazeroso mesmo em uma fase de mudanças significativas na vida do casal. “Isso é uma decisão que deve ser tomada em conjunto, respeitando as opiniões de ambos. Devemos fazer o que nos traga felicidade e não medo ou insegurança”, Silvia destaca.