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Empresário brasileiro ganha a vida comprando e vendendo carros nos EUA: “minha missão é ajudar pessoas”

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Diego Moralles Silva á a figura hoje do empresário brasileiro que deu certo lá fora. Morando nos Estados Unidos há anos, se tornou referência na compra e venda de carros em Orlando pelo simples fato de querer ajudar. “Eu notei que os brasileiros vinham comprar carro aqui desconfiados e decidi quer queria mudar esse cenário. Eu mesmo aprendi muito quando vim, porque não dividir o conhecimento?”, fala. Aos 35 anos, formado em Relações Internacionais, Diego descobriu que seu verdadeiro dom era vender e se deu bem na terra do Tio Sam. “Sempre tive essa veia de vendedor, mas confesso que não sabia até onde ia meu potencial. Descobri de verdade meu dom quando em um desafio, limpei o estoque de veículos da loja em menos de um mês”, confessa o empreendedor. Hoje, ele é um dos sócios da Real Car Sales, loja que possibilita o sonho do carro próprio a muitas pessoas, inclusive, brasileiros.
O brasileiro deixou pra trás o país de origem porque se viu sem perspectivas. “Há 5 anos vim com a cara e coragem e muita vontade. Sem falar nada de inglês lutei e consegui meu lugar ao Sol. Não podia imaginar que, em um país novo, sem falar inglês fluente, eu pudesse tirar o melhor de mim e foi exatamente o que aconteceu. Hoje estamos bem aqui e claro que o resultado veio com muito trabalho e dedicação”, declara.
A ideia de montar algo relacionado a compra e venda de carros veio da dificuldade que os brasileiros tem em entender as diferenças das legislações. “Resolvi abraçar esse nicho porque aqui o cliente chega com insegurança para comprar o carro. Com a pandemia, o mercado de carro zero estagnou por conta da falta de peças e o de usados disparou. Com isso, vem a desconfiança, é claro, e é aí que entra o meu trabalho: convenço o cliente a levar o melhor modelo de acordo com sua necessidade”, ressalta.
Para quem vai se aventurar na compra do carro usado em solo americano, o especialista dá as dicas: “Exija garantia: carros usados não possuem garantia como estamos acostumados no Brasil, por isso, procure por lojas que te ofereçam este diferencial. Aqui o seguro é obrigatório e se você não o fizer é crime. Fique de olho no imposto anual para veículos. Esse imposto é calculado pelo peso do carro e você precisa pagar todos os anos, no dia do aniversário do titular. É uma espécie de IPVA. Um Corolla, por exemplo, vai te custar $38 anuais”, detalha. Diego ainda é enfático: “Nos Estados Unidos procure construir seu crédito: comprar carro financiado é uma das melhores formas de se obter histórico de crédito e aqui isso é muito importante. este tema é muito importante!”.

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“O médico pediu para desligar o ar e o bebê chegou”, diz mãe em depoimento emocionante sobre a maternidade no Hospital Saint Patrick

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Cuidar de uma vida é uma habilidade especial e em uma sala de parto então, isso é lei. Assim funciona a maternidade do Hospital Saint Patrick, em que mamãe e bebê são o centro de tudo. Após uma reestruturação e mudança de direção, o hospital vive uma nova fase que traz uma gestão moderna, acolhedora e totalmente voltada ao bem-estar de seus pacientes. A estrutura une tecnologia de ponta, atendimento humanizado e equipes altamente qualificadas. O resultado é visível logo na chegada: um ambiente que inspira confiança, conforto e cuidado em cada detalhe.

Para Rosa Beatriz Paulino de Souto, mamãe do Guilherme, que veio ao mundo no dia 10 de janeiro último, a experiência de ter o bebê no Saint Patrick foi única. Na foto da matéria realizada por Andressa Ollie, fotógrafa de parto, podemos ver a alegria da mãe e do pequeno, no momento do parto.

A mãe sentiu tudo de pertinho e fez questão de registrar. “Foi tudo maravilhoso e perfeito. Vivi uma sensação indescritível. Meu parto foi exatamente como eu sonhei! Tirei muitas fotos, e tudo o que pedi ao médico, ele fez com todo carinho — inclusive os registros com meu filho. Depois que meu bebê nasceu, eu e meu esposo nos emocionamos muito. Teve um momento especial em que ele não parava de chorar, e o médico disse: ‘Papai, vem conversar com seu bebê para ele reconhecer sua voz’. E foi incrível… assim que meu esposo começou a falar, nosso bebê parou de chorar na hora”, conta Rosa.

A Maternidade, que oferece uma experiência completa, desde o pré-natal até o pós-parto, opera com a coordenação do Dr. Marcelo Koji Ota, obstetra e ginecologista do Hospital Saint Patrick, que afirma que o principal objetivo é proporcionar acolhimento e segurança para cada gestante. “Nosso foco é fazer com que cada mãe se sinta em casa, cercada de atenção e tranquilidade. O nascimento de um bebê é um momento único, e queremos que ele seja lembrado com carinho para sempre”, comenta.

Emocionada, a mamãe conta que ficou impressionada com o cuidado da equipe. “Lembro como se fosse hoje: o médico avisando que ele estava nascendo, pedindo para desligar o ar-condicionado e então, o chorinho veio. Naquele momento, eu e meu esposo não conseguimos segurar as lágrimas. Foi o dia mais feliz das nossas vidas”.

“Mais do que um hospital, o Saint Patrick se tornou um espaço de histórias, recomeços e momentos que marcam a vida. E a cada novo nascimento, cresce a certeza de que o maior diferencial dessa instituição é o mesmo que faz toda a diferença na medicina: o cuidado genuíno com as pessoas”, fala o médico.

A ala da Maternidade conta com quartos amplos, estrutura moderna, Centro Obstétrico Completo e atendimento 24 horas. Assim, o Hospital Saint Patrick vem se consolidando como referência em saúde integral na região. A combinação entre tecnologia, conforto e um time de profissionais comprometidos tem transformado a forma de cuidar das pessoas.

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Desconto no combustível vira alívio em meio à crise internacional

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Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra alvos estratégicos no Irã intensificaram a instabilidade no Oriente Médio e colocaram o petróleo no centro da disputa. A ameaça iraniana de bloquear o Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial, transformou o barril a US$ 200 em uma possibilidade concreta. O mercado já reage com forte volatilidade, com o Brent oscilando entre US$ 113 e US$ 120, refletindo o temor de interrupções mais amplas no fornecimento.

Um bloqueio prolongado poderia retirar milhões de barris por dia do mercado global, empurrando os preços para patamares inéditos. As consequências seriam globais: inflação elevada, custos de transporte disparando e aumento do preço dos alimentos. Países asiáticos, grandes importadores, seriam os mais afetados, mas economias como a brasileira também sentiriam o impacto duplo, com combustíveis mais caros internamente e, ao mesmo tempo, oportunidade de exportação com margens maiores. Em resumo, o petróleo deixou de ser apenas uma commodity e tornou-se arma geopolítica. Se a escalada militar persistir, o barril a US$ 200 será inevitável.

“O projeto Corre Certo vem como uma alternativa concreta, dando uma margem de alívio para quem precisa rodar todos os dias”

Diante dessa realidade, o projeto Corre Certo, focado na proteção de motorista de aplicativo, aparece como uma boa saída para os motoristas de aplicativos, que podem economizar até R$ 0,60 por litro de combustível. “Sabemos que a guerra vai impactar ainda mais o bolso de quem depende do carro para ganhar o sustento, porque é do motorista que sai o custo do abastecimento. Nesse cenário de incerteza e alta nos combustíveis, qualquer economia faz diferença. O projeto Corre Certo vem como uma alternativa concreta, dando uma margem de alívio para quem precisa rodar todos os dias”, ressalta o presidente da associação, Guilherme Lima.

O Corre Combustível, com descontos de R$ 0,25 a R$ 0,60 por litro, já está presente em 282 postos pelo país, do Rio Grande do Sul ao Maranhão. Só em São Paulo são 79, 29 no Rio Grande do Sul e 13 em Sergipe. Muitos motoristas de aplicativo, que também atuam como influenciadores, aderiram à iniciativa e passaram a divulgar o projeto. “É preciso fazer planejamento financeiro, e as economias fazem diferença no final do mês. Por exemplo, eu não como na rua, passo no mercado e compro pão de forma, peito de peru, iogurtes e frutas como a banana para minha alimentação diária. O combustível com desconto também ajuda muito, porque há semanas boas e semanas ruins, então precisamos garantir de todas as maneiras. O importante é fazer de tudo para ficar na rua, porque é de lá que vem o dinheiro”, afirma Niuilas Fernando, de São Paulo, conhecido como “Fernando Uber Black”.

“Eu tenho uma loja dentro do carro, o que me dá uma verba a mais além das corridas. É importante ter um espírito empreendedor, e toda economia conta muito, principalmente no combustível. Em uma jornada de 12 horas, rodando 300 quilômetros por dia, a diferença é grande”, relata o embaixador do projeto em Goiânia, Matheus Alencar.

Em um cenário de guerra e alta do petróleo, iniciativas como o Corre Certo mostram que soluções locais podem oferecer alívio para trabalhadores que dependem do carro como fonte de renda. A economia no combustível não resolve a crise global, mas representa um respiro essencial para quem precisa continuar nas ruas todos os dias.

Serviço:

Corre Certo-  www.correcertoprotecao.com.br  e (11) 99983-7408 

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Bilhões em incentivos fiscais seguem ignorados enquanto contribuintes podem decidir destino de até 6% do imposto

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Durante a declaração do Imposto de Renda, leis de incentivo se consolidam como principal instrumento de destinação com impacto econômico relevante

Em meio ao início da declaração do Imposto de Renda 2026, especialistas alertam para um paradoxo fiscal no país: enquanto bilhões de reais poderiam ser direcionados a projetos sociais, culturais e esportivos por meio de incentivos legais, a maior parte desse potencial segue sem uso. Hoje, o contribuinte brasileiro pode escolher o destino de até 6% do imposto devido, mas a adesão ainda é baixa diante do impacto comprovado dessas políticas.

Entre os mecanismos disponíveis, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, se destaca como a mais utilizada e consolidada no país. Em 2025, o volume de recursos captados por meio da lei atingiu R$ 3,41 bilhões, com crescimento contínuo nos últimos anos e presença em todas as regiões brasileiras.

Além disso, estudos recentes mostram que o impacto vai além do setor cultural: a cada R$ 1 investido, R$ 7,59 retornam para a economia, com geração de empregos e movimentação em cadeias produtivas diversas. Esse protagonismo ajuda a explicar por que a Rouanet é hoje a principal porta de entrada para contribuintes, pessoas físicas podem destinar até 6% do imposto devido, enquanto empresas tributadas pelo lucro real podem aplicar até 4%.

Apesar desse avanço, o cenário geral revela um enorme espaço inexplorado. Levantamentos indicam que menos de 6% do potencial total das leis de incentivo fiscal é efetivamente utilizado no Brasil, o que significa que bilhões de reais deixam de ser direcionados a projetos sociais todos os anos.

Para Vanessa Pires, CEO da Brada, “num cenário de pressão por mais investimentos sociais e eficiência no uso de recursos públicos, os incentivos fiscais se consolidam como uma ferramenta estratégica ainda pouco explorada no Brasil. Para o contribuinte, trata-se não apenas de um benefício tributário, mas de uma decisão sobre impacto: deixar o recurso seguir automaticamente para o caixa público ou direcioná-lo, de forma consciente, para transformar realidades”.

Entre os instrumentos menos utilizados e que demandam maior atenção estão: o Fundo da Infância e Adolescência (FIA): apesar de serem uma das principais fontes de financiamento de políticas públicas para crianças e adolescentes, menos de 1% dos contribuintes realizam esse tipo de destinação.

Quanto a lei de Incentivo ao Esporte que é voltada à inclusão social e formação esportiva, ainda enfrenta baixa adesão, mas conseguiu avançar em algumas frentes e ganhou força em projetos regionais, assim como a lei do Audiovisual que permite deduções relevantes, inclusive com possibilidade de abatimento integral em alguns casos, mas ainda é pouco conhecida entre contribuintes.

Na prática, todas essas modalidades compartilham a mesma lógica: não representam custo adicional, mas sim a escolha sobre o destino de um imposto já devido. Para pessoas físicas, o limite global de destinação chega a 6% do imposto devido, enquanto empresas podem aplicar percentuais menores, geralmente até 4% dependendo do tipo de incentivo.

A utilização, no entanto, exige atenção às regras, como a escolha de projetos aprovados e a declaração no modelo completo do Imposto de Renda.

Outro fator que limita a adesão é a percepção equivocada de complexidade. Embora o processo exija organização, como a guarda de recibos e o correto preenchimento da declaração, a própria Receita Federal permite realizar parte dessas destinações diretamente no momento da entrega do IR facilitando o acesso ao mecanismo.

Em um cenário de pressão por mais investimentos sociais e eficiência no uso de recursos públicos, os incentivos fiscais se consolidam como uma ferramenta estratégica ainda subutilizada no Brasil. Para o contribuinte, trata-se não apenas de um benefício tributário, mas de uma decisão sobre impacto: deixar o recurso seguir automaticamente para o caixa público ou direcioná-lo, de forma consciente, para transformar realidades.

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