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Especialistas Vikaas Consultoria dão 7 dicas para uma liderança de sucesso no mundo corporativo

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Especialistas dão 7 dicas para uma liderança de sucesso no mundo corporativo

Consultores da Vikaas Consultoria compartilham os seus melhores ensinamentos

A necessidade de se reinventar e aumentar os resultados das empresas num cenário de tantas incertezas faz com que muitos líderes sintam que precisam desenvolver novas habilidades, ter uma equipe mais ágil, mais engajada e com alta performance.

Se você tivesse que escolher sua melhor dica para dar a um líder que precisa melhorar seus resultados, de sua equipe e empresa, qual seria?

Os consultores da Vikaas Consultoria e Treinamento, todos com mais de 15 anos de experiência em suas áreas de atuação, movidos por alavancar resultados e apaixonados pelo desenvolvimento de pessoas, selecionaram as dicas mais valiosas, a partir do acompanhamento dos desafios e casos de sucesso de diversos clientes dos mais diferentes tamanhos, culturas e segmentos.

Dica 1 – Gere segurança psicológica no seu time. O resto, será consequência

“Segurança psicológica é quando as pessoas sentem que podem confiar no seu líder e que o ambiente é seguro para se expressar. Compartilho essas práticas que se forem realizadas com constância, irão impactar no aumento de performance, engajamento e produtividade e estimular a criação de uma cultura de inovação e colaboração: Deixe claro quais são os valores e propósito da empresa, independente dele estar ou não pendurado na parede é essencial que o time identifique-os nas suas falas e decisões diárias, crie práticas de reuniões 1:1 para ouvir e conhecer cada um e a cada falha ou reclamação provoque o seu time a pensar: Qual foi o aprendizado? – essa pergunta instiga o time a desenvolver atitudes mais resilientes e protagonistas, gerando aprendizagem e aproximação”, afirma Ellen Ravaglio, psicóloga, coach e consultora em desenvolvimento de lideranças e times.

Dica 2 – Olhe para os resultados das pessoas e fique feliz por elas

“Você já percebeu que muita gente olha para pessoas com ótimos resultados e começa a criticar?

A crítica é uma capa que você joga por cima daquilo que você não quer olhar. Quando eu crítico o outro eu tiro a atenção de mim.

Para mudar esse olhar, exercite: selecione aquela pessoa que você mais critica, e faça a seguinte lista: Quais coisas que essa pessoa faz e você não faz? Quais coisas a pessoa tem e você não tem? (ex: produtos, clientes, cursos, competências…). Depois escreva as críticas que você faz sobre essa pessoa: adjetivos e depois se pergunte: Quando eu critico, quando eu faço essa crítica, o que eu quero ou tento esconder sobre mim? O que eu deveria aprender com essa pessoa e não estou me dando abertura pra isso? E diga pra si em si: Muito obrigada por ser um espelho! Pois através de você, eu pude ver a mim”, reflete Francine Costa, coach e especialista em crenças.

Dica 3 – Receba feedback como um presente e oportunidade

“O feedback é uma das ferramentas mais valiosas para o nosso crescimento pessoal e profissional. A regra de diamante é: recebe-lo como um presente, uma oportunidade de sabermos como estamos sendo percebidos pelo outro, e impactando nossos times e de evoluir comportamentos e nos tornarmos lideres melhores”, compartilha Helen Santos, coach e mentora de carreira e liderança.

Dica 4 – Ter planejamento é a chave para direcionar o seu time

“Mesmo em tempos de incertezas, o líder precisa direcionar o seu trabalho e do seu time tendo como base um planejamento assertivo e aberto a revisões, ajustes ou modificações. Por isso é importante alinhar com o seu time: Garanta que todos estejam na mesma página e alinhe performance, expectativas, valores e acordos. Inspire uma visão compartilhada como forma de guiar e motivar as ações de todos os seus liderados. Equipes atuam melhor quando são guiadas por um propósito!”, explica Kallen Chen, consultora de marketing, negócios e planejamento, explica

5 – Entenda para surpreender, encantar e fidelizar clientes

“Se sua empresa quer construir relações de longo prazo, confiáveis e sustentáveis com seus clientes, é preciso solucionar seus problemas, realizar desejos e surpreendê-los positivamente. A compra e a fidelização virão como consequências! Para que isso seja possível, é preciso: Conhecê-los, entender suas expectativas, gerar uma conexão que permita uma venda consultiva, num atendimento altamente personalizado e surpreendê-los com algo além do esperado, algo que encante!”, pontua Melissa Sacic, consultora em estratégias comerciais, precificação e planejamento estratégico.

6 – Construa relações de confiança

“A forma como os líderes tratam seus liderados hoje, trará resultados a médio e longo prazo para a organização. E estes resultados podem ser positivos ou negativos dependendo de como estão as relações de confiança.

Ou as pessoas estão competindo entre si ou existe confiança e, com isso, um desejo partilhado de comprometimento para um objetivo comum. Ou existe controle ou confiança. É impossível manter os dois.

E como melhorar isso? Com feedbacks constantes, comunicação transparente, proximidade, interesse genuíno, investindo tempo, criando um ambiente com segurança psicológica e oferecendo autonomia para a equipe”, afirma Renata Andraus, coach e trainer de liderança.

7 – Seja exemplo de conduta

Isso significa que ele deve ser um exemplo de conduta, de ações e de excelência. Nem todos praticam o que pregam e poucos têm consciência de suas ações. Contudo, sabem que são constantemente observados, principalmente por seus liderados, pois servem de espelho aos que querem aprender. Sorria, você está sendo filmado!!” conclui Wilson Roberto Lourenço, coach e consultor em liderança, gestão de conflitos e planejamento estratégico

Quem precisar de um apoio profissional para gerar mudanças, alcançar seus objetivos e implementar novas soluções que tragam aumento de resultados as empresas pode contar com a expertise dos consultores Vikaas e com soluções personalizadas através do desenvolvimento de líderes, de equipes, de empreendedores.

A Vikaas Consultoria fica na Av. Paulista 302, 1º andar e o site é www.vikaas.com.br. Perfil do instagram @vikaasconsultoria.

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Brasil lidera ranking de maior produtividade sustentável no agronegócio

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Empresas como a Organic Brazil contribuem para uma agronomia mais sustentável e amiga do meio ambiente

O Brasil lidera a maior produtividade sustentável no agronegócio em um ranking com outros dez países, segundo dados de um estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

De acordo com os dados divulgados, o Brasil sai na frente no que diz respeito ao uso de tecnologia para o crescimento econômico e para o avanço do setor agropecuário de maneira sustentável.

O estudo avaliou os seguintes países: Estados Unidos, Holanda, Brasil, Alemanha, França, Espanha, China, Itália, Canadá e Bélgica, e definiu nosso país como o que mais está comprometido com o aspecto sustentável de suas produções agrícolas.

Tal fato se dá, pela preocupação das empresas de agronegócio em cuidar do meio-ambiente, e garantir um plantio sustentável. É o caso da empresa Organic Brazil.

Localizada em Rio Verde, em Goiás, a empresa está comprometida em transformar a agricultura através da inovação, atendendo tanto pequenos quanto grandes agricultores com fertilizantes de alta qualidade.

“Nossa missão é oferecer soluções sustentáveis e eficientes, garantindo resultados excepcionais em cultivos como cana-de-açúcar, sorgo, milho e soja. Nossos fertilizantes organominerais são projetados com foco na sustentabilidade. Eles aumentam a capacidade de retenção de água do solo, promovem a atividade microbiana benéfica e fornecem nutrientes de maneira mais eficiente às plantas”, explica a empresa.

“Comparados aos fertilizantes químicos tradicionais, nossos produtos são menos prejudiciais ao meio ambiente, ajudando a preservar a saúde do solo, reduzir a erosão e manter a fertilidade. Além disso, tornam as plantas mais resistentes a estresses climáticos, como seca e temperaturas extremas. Esses benefícios resultam de uma abordagem que combina ciência e tecnologia para criar produtos que fortalecem o ecossistema agrícola de forma holística”, completa.

Parceiro na agricultura moderna, a Organic Brazil tem resultados positivos com seus fertilizantes, garantindo um aumento significativo na produtividade dos seus cultivos.

“Isso se traduz em uma economia de até 30% para os agricultores, resultando em grãos mais saudáveis e pesados em comparação com o uso de fertilizantes convencionais”, afirma a Organic Brazil.

Além de oferecer fertilizantes de alta qualidade e que contribuem para uma plantação mais saudável, a empresa também utiliza suas redes sociais para conscientizar os agricultores e pessoas interessadas no agro com informações relevantes ao que diz respeito a área. No Instagram @organicbr, é possível encontrar postagens sobre a temática e dados importantes sobre lavouras, fertilizantes, dentre outros.

Com empresas como a Organic Brazil, o país apresenta crescimento no mercado do agronegócio, sem deixar de lado o sustentável, pensando sempre no meio-ambiente e no agro sustentável.

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Cresce o número de ‘superendividados’ no primeiro semestre

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Segundo Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), chega a 20,8% o número de pessoas que compromete mais de 50% da renda em dívidas no Brasil, chamados de ‘superendividados’. São as principais causas que explicam este fenômeno o empréstimo consignado, com 32,39%, e o pessoal, com 59,74%  Em seguida, cartões de crédito com percentual de 63,66%; dívidas negativadas, 30%; e cheque especial, 6,37% são os que mais prejudicam os consumidores.

Para Fernando Lamounier, educador financeiro e diretor da Multimarcas Consórcios, uma alta taxa de juros prefixada pela Selic (10,5%) faz com que os bancos multipliquem essa porção em até três vezes, o que acarreta superendividamento aos indivíduos que tomarem emprestado às instituições financeiras: “Este não é um bom momento para recorrer ao crédito com juros no Brasil. Há uma série de movimentos recessivos no mundo que fizeram as taxas dos bancos em todo o mundo subirem. O problema é que há uma parcela da população que acaba dependendo justamente dessa modalidade de empréstimo para sobreviver”.

Com uma receita média de R$2979, muitos cidadãos recorrem aos grandes bancos para poder manter as contas em dia. Estima-se que o valor ideal para viver no Brasil esteja em R$5657,66. Milhares de brasileiros se acostumaram a usar a extensão do cartão de crédito como complemento de salário, o que é completamente utópico.

As circunstâncias podem piorar se, em 2025, houver um aumento da taxa Selic. Assim, as pessoas que já estão em condições ruins podem se comprometer ainda mais. Em agosto de 2023, esta se prefixou em 13,75%; naquele momento, era uma das mais altas do mundo.

Lamounier explica que uma das prioridades para este público é quitar o saldo devedor com as instituições financeiras, porém, para que isso ocorra, recorre-se a uma segunda jornada de trabalho para compor uma  renda extra e assim destinar parte do crédito a esta finalidade: “O cenário não está fácil para as pessoas que ganham até três salários mínimos. Tem de se considerar que há no Brasil uma informalização de trabalhos e um crescimento da demanda no setor de serviços. Ou seja, a qualidade dos trabalhos disponíveis no mercado não é tão boa para quem tem de fazer renda para sanar as pendências. Mesmo assim, a saída que muitos encontram é na informalidade para poder fazer dinheiro e sobreviver”.

Para esclarecer ainda mais o cenário, o especialista separou algumas dicas que ajudarão neste processo, são estas:

Elabore um orçamento: 
Controle seus gastos mensais, identificando despesas essenciais e supérfluas. Use planilhas ou aplicativos de finanças pessoais para monitorar seu fluxo de caixa.
Defina metas financeiras: estabeleça objetivos claros, como quitar dívidas ou economizar para emergências, e siga um plano para alcançá-los.

Evite o Uso Excessivo do Crédito:
Cartão de crédito com moderação: utilize o cartão de crédito apenas para compras planejadas e nunca como uma extensão do seu salário.
Cuidado com o cheque especial: evite usar o cheque especial, pois os juros são extremamente altos e podem aumentar rapidamente sua dívida.

Busque Alternativas de Renda:
Trabalho freelancer: considere atividades freelancer ou bicos que possam complementar sua renda sem comprometer seu bem-estar.

Economia colaborativa: participe de iniciativas como caronas compartilhadas ou locação de bens que não são usados frequentemente.

Negocie suas Dívidas:

Renegociação: entre em contato com seus credores para negociar prazos e taxas de juros mais favoráveis. Muitas instituições oferecem condições especiais para clientes com dificuldades financeiras.
Consolidação de dívidas: avalie a possibilidade de consolidar suas dívidas em uma única, com uma taxa de juros mais baixa.

Educação Financeira:

Cursos e workshops: participe de cursos e workshops sobre educação financeira para melhorar seu entendimento sobre como gerenciar suas finanças.
Leitura e pesquisa: mantenha-se informado através de livros, blogs e vídeos sobre finanças pessoais e investimentos.

Construir uma Reserva de Emergência:

Poupança: reserve parte de sua renda mensal para uma poupança de emergência, garantindo uma rede de segurança em caso de imprevistos.
Investimentos: explore opções de investimento de baixo risco para fazer seu dinheiro render e proteger-se contra crises financeiras.

Cuide da Saúde Mental:

Equilíbrio emocional: o estresse financeiro pode afetar sua saúde mental. Procure apoio psicológico se sentir que o endividamento está impactando negativamente sua vida.

Rede de apoio: converse com familiares e amigos sobre suas dificuldades financeiras. Eles podem oferecer apoio emocional e até mesmo soluções práticas.

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Um terço das pequenas empresas opera sem conta jurídica

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Métodos alternativos de pagamento ganham relevância no segmento responsável por 30% do PIB brasileiro

O Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, comemorado em 27 de junho, destaca a relevância do segmento para a economia. De acordo com o Sebrae, os pequenos negócios – somados aos microempreendedores individuais (MEIs) – movimentam cerca de R$ 420 bilhões ao ano. O montante corresponde a 30% do PIB brasileiro.  

Outro dado do Sebrae, com base no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), estima que o Brasil tenha pelo menos 2.300 novas MPEs abertas a cada dia. Entretanto, um número significativo opera sem conta bancária para Pessoa Jurídica (PJ), enfrentando desafios para manter operações financeiras em funcionamento.

Segundo a pesquisa Indicador Nacional de Atividade da Micro e Pequena Indústria, do Datafolha, 28% das empresas funcionam sem conta bancária de Pessoa Jurídica (PJ); entre microindústrias a porcentagem atinge 33%. O levantamento aponta São Paulo como o município com a maior taxa de empresas informais: um terço opera sem conta PJ.

Para Cristiano Maschio, CEO da fintech Qesh, a desbancarização reflete dificuldades econômicas e questões burocráticas enfrentadas por esses empreendimentos: “Muitas PMEs têm dificuldade para abrir contas devido a requisitos de documentação e histórico financeiro. Além disso, taxas elevadas associadas às contas bancárias podem ser um fardo significativo para empresas de menor porte”.

Conforme levantamento do Datafolha, 69% das empresas desbancarizadas faturam até R$ 15 mil por mês. Outra preocupação é a probabilidade de fechamento no curto prazo: 72% apresentam maior risco de fechamento em comparação com as que possuem contas de pessoas jurídicas.

“A falta de uma conta bancária formal pode impactar negativamente a capacidade das empresas de acessar crédito, realizar transações comerciais e expandir operações de forma estruturada”, ressalta Maschio.

Alternativas

Em meio aos desafios, métodos alternativos de pagamento despontam entre empresas desbancarizadas. Ainda de acordo com o Datafolha, 87% utilizam contas pessoais – pessoa física – para movimentar recursos da empresa, embora a prática possa gerar confusão entre finanças particulares e empresariais.

Soluções como contas digitais e cartões pré-pagos, oferecidos por fintechs, também são uma opção viável para PMEs. Conforme relatório compilado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pela Finnovista, o número de fintechs quadruplicou nos últimos seis anos na América Latina. A maioria, 57%, tem como alvo a população desbancarizada.

“Enquanto muitas pequenas e médias empresas no Brasil enfrentam desafios ao operar sem uma conta bancária de pessoa jurídica, o cenário está mudando com a introdução de soluções digitais. A busca por maior inclusão financeira e a simplificação dos processos burocráticos são essenciais para apoiar o crescimento sustentável desses empreendimentos no país”, afirma o CEO da Qesh.

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