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Esperança Estudantil – “Novo FIES” terá papel social e resgate de oportunidades para os universitários

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Uma nova esperança para milhares de universitários brasileiros. O ministro da Educação (MEC), Camilo Santana, afirmou que vai lançar um novo Fundo de Financiamento Estudantil, que chamou de “FIES Social”. Hoje o programa é visto como mais um instrumento financeiro para cobrir os custos de mensalidades em instituições privadas do ensino superior, mas é preciso que ele volte ao objetivo inicial “ao seu papel social”.

De acordo com o ministro, a ideia é que os financiamentos possam cobrir até 100% do valor dos cursos, o que não ocorre hoje. Outro levantamento importante citado pelo Ministro é sobre a questão da inadimplência do programa, que precisa de uma reavaliação geral. “Existem pessoas que não pagam porque realmente não tem condições e outras que não querem pagar mesmo”.

Camilo não afirmou o valor da dívida, mas em março de 2023, o governo federal tinha R$ 11,3 bilhões em parcelas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que já deveriam ter sido pagas, mas estão em atraso. Dos quase 1,9 milhão de ex-estudantes que já estão na fase de pagamento das parcelas, a chamada amortização, 53,7% estão com a dívida atrasada há mais de três meses, segundo informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Rodrigo Bouyer, avaliador do Inep e sócio diretor da BrandÜ Consultoria e da Somos Young, empresa especializada em captar e auxiliar estudantes no ingresso a universidades, a alta procura por financiamento estudantil é resultado do endividamento familiar pós pandemia.

“As pessoas faziam o ENEM para melhorar a nota e conseguir o FIES e, assim, ter acesso ao ensino superior em instituições particulares. Mas, desde 2015, vemos menos investimento do governo no FIES, com menos contratos assinados com faculdades. É uma questão de política pública e a medida em que o endividamento familiar avança, as oportunidades no Fies e no Prouni reduzem, e o aumento de vagas das instituições públicas de ensino superior não é suficiente para suprir todos este aumento de demanda social”, explica Rodrigo.

O ministro disse que muitos dos recém-formados, não conseguem pagar nem a primeira parcela do financiamento, devido à escassez de vagas no mercado de trabalho. Por isso é importante renegociar as dívidas. “Ou seja, o novo FIES Social vai contar com uma renegociação e uma modalidade nova, que permite 100% do financiamento”, esclareceu.

Santana ressaltou que outra novidade será a garantia de que só tenha direito ao financiamento quem fez o exame do ENEM, “o que hoje não está claro na lei”. De acordo com o ministro, com o programa repaginado será possível mudar o teto do valor dos créditos. “Na medicina conseguimos aumentar, porque era uma decisão do grupo técnico do FIES, então isso já foi feito, um benefício importante”, pontuou.

A reorganização do programa vai trazer mais oportunidades. Dados mostram que em 2014, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) teve 732 mil contratos assinados. Já em 2021, apenas 45 mil foram ofertados, representando uma queda de quase 94% de novos contratos. Bouyer acrescenta que, no caso do Fies, as regras de acesso modificadas em 2018 devem ser revistas, pois “exclui muita gente que, na regra anterior, poderia se beneficiar, ou seja, a redução do Fies não foi apenas porque o Governo Federal disponibilizou menos orçamento, mas também porque as regras ficaram menos inclusivas”.

Bouyer ressalta a importância da socialização do programa. “É de extrema importância as mudanças apresentadas pelo Ministro Camilo e também pelo GT (Grupo Técnico) responsável pelas novas métricas e composto por servidores de secretarias e órgãos do Ministério, incluindo o FNDE e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Resgatar os princípios sociais do FIES é devolver a esperança para milhares de brasileiros que buscam no ENEM uma oportunidade não só nas universidades, mas no conjunto de benefícios dos programas do governo. Diminuir a evasão dos cursos, fazer com que mais jovens busquem formações principalmente em cidades com mais necessidades e com isso globaliza-los na sociedade, gerando empregos, oportunidades e melhorando não só a qualidade de vida, mas a econômica e social de todos os envolvidos”, explica o avaliador.

Os estudos do GT vão até o mês de setembro. Após a entrega dos resultados, o ministro se reunirá com a equipe para os ajustes finais e novas medidas. Dados positivos principalmente para os quase 4 milhões de inscritos no ENEM deste ano, com provas nos dias 5 e 12 de novembro

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“O médico pediu para desligar o ar e o bebê chegou”, diz mãe em depoimento emocionante sobre a maternidade no Hospital Saint Patrick

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Cuidar de uma vida é uma habilidade especial e em uma sala de parto então, isso é lei. Assim funciona a maternidade do Hospital Saint Patrick, em que mamãe e bebê são o centro de tudo. Após uma reestruturação e mudança de direção, o hospital vive uma nova fase que traz uma gestão moderna, acolhedora e totalmente voltada ao bem-estar de seus pacientes. A estrutura une tecnologia de ponta, atendimento humanizado e equipes altamente qualificadas. O resultado é visível logo na chegada: um ambiente que inspira confiança, conforto e cuidado em cada detalhe.

Para Rosa Beatriz Paulino de Souto, mamãe do Guilherme, que veio ao mundo no dia 10 de janeiro último, a experiência de ter o bebê no Saint Patrick foi única. Na foto da matéria realizada por Andressa Ollie, fotógrafa de parto, podemos ver a alegria da mãe e do pequeno, no momento do parto.

A mãe sentiu tudo de pertinho e fez questão de registrar. “Foi tudo maravilhoso e perfeito. Vivi uma sensação indescritível. Meu parto foi exatamente como eu sonhei! Tirei muitas fotos, e tudo o que pedi ao médico, ele fez com todo carinho — inclusive os registros com meu filho. Depois que meu bebê nasceu, eu e meu esposo nos emocionamos muito. Teve um momento especial em que ele não parava de chorar, e o médico disse: ‘Papai, vem conversar com seu bebê para ele reconhecer sua voz’. E foi incrível… assim que meu esposo começou a falar, nosso bebê parou de chorar na hora”, conta Rosa.

A Maternidade, que oferece uma experiência completa, desde o pré-natal até o pós-parto, opera com a coordenação do Dr. Marcelo Koji Ota, obstetra e ginecologista do Hospital Saint Patrick, que afirma que o principal objetivo é proporcionar acolhimento e segurança para cada gestante. “Nosso foco é fazer com que cada mãe se sinta em casa, cercada de atenção e tranquilidade. O nascimento de um bebê é um momento único, e queremos que ele seja lembrado com carinho para sempre”, comenta.

Emocionada, a mamãe conta que ficou impressionada com o cuidado da equipe. “Lembro como se fosse hoje: o médico avisando que ele estava nascendo, pedindo para desligar o ar-condicionado e então, o chorinho veio. Naquele momento, eu e meu esposo não conseguimos segurar as lágrimas. Foi o dia mais feliz das nossas vidas”.

“Mais do que um hospital, o Saint Patrick se tornou um espaço de histórias, recomeços e momentos que marcam a vida. E a cada novo nascimento, cresce a certeza de que o maior diferencial dessa instituição é o mesmo que faz toda a diferença na medicina: o cuidado genuíno com as pessoas”, fala o médico.

A ala da Maternidade conta com quartos amplos, estrutura moderna, Centro Obstétrico Completo e atendimento 24 horas. Assim, o Hospital Saint Patrick vem se consolidando como referência em saúde integral na região. A combinação entre tecnologia, conforto e um time de profissionais comprometidos tem transformado a forma de cuidar das pessoas.

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Desconto no combustível vira alívio em meio à crise internacional

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Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra alvos estratégicos no Irã intensificaram a instabilidade no Oriente Médio e colocaram o petróleo no centro da disputa. A ameaça iraniana de bloquear o Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial, transformou o barril a US$ 200 em uma possibilidade concreta. O mercado já reage com forte volatilidade, com o Brent oscilando entre US$ 113 e US$ 120, refletindo o temor de interrupções mais amplas no fornecimento.

Um bloqueio prolongado poderia retirar milhões de barris por dia do mercado global, empurrando os preços para patamares inéditos. As consequências seriam globais: inflação elevada, custos de transporte disparando e aumento do preço dos alimentos. Países asiáticos, grandes importadores, seriam os mais afetados, mas economias como a brasileira também sentiriam o impacto duplo, com combustíveis mais caros internamente e, ao mesmo tempo, oportunidade de exportação com margens maiores. Em resumo, o petróleo deixou de ser apenas uma commodity e tornou-se arma geopolítica. Se a escalada militar persistir, o barril a US$ 200 será inevitável.

“O projeto Corre Certo vem como uma alternativa concreta, dando uma margem de alívio para quem precisa rodar todos os dias”

Diante dessa realidade, o projeto Corre Certo, focado na proteção de motorista de aplicativo, aparece como uma boa saída para os motoristas de aplicativos, que podem economizar até R$ 0,60 por litro de combustível. “Sabemos que a guerra vai impactar ainda mais o bolso de quem depende do carro para ganhar o sustento, porque é do motorista que sai o custo do abastecimento. Nesse cenário de incerteza e alta nos combustíveis, qualquer economia faz diferença. O projeto Corre Certo vem como uma alternativa concreta, dando uma margem de alívio para quem precisa rodar todos os dias”, ressalta o presidente da associação, Guilherme Lima.

O Corre Combustível, com descontos de R$ 0,25 a R$ 0,60 por litro, já está presente em 282 postos pelo país, do Rio Grande do Sul ao Maranhão. Só em São Paulo são 79, 29 no Rio Grande do Sul e 13 em Sergipe. Muitos motoristas de aplicativo, que também atuam como influenciadores, aderiram à iniciativa e passaram a divulgar o projeto. “É preciso fazer planejamento financeiro, e as economias fazem diferença no final do mês. Por exemplo, eu não como na rua, passo no mercado e compro pão de forma, peito de peru, iogurtes e frutas como a banana para minha alimentação diária. O combustível com desconto também ajuda muito, porque há semanas boas e semanas ruins, então precisamos garantir de todas as maneiras. O importante é fazer de tudo para ficar na rua, porque é de lá que vem o dinheiro”, afirma Niuilas Fernando, de São Paulo, conhecido como “Fernando Uber Black”.

“Eu tenho uma loja dentro do carro, o que me dá uma verba a mais além das corridas. É importante ter um espírito empreendedor, e toda economia conta muito, principalmente no combustível. Em uma jornada de 12 horas, rodando 300 quilômetros por dia, a diferença é grande”, relata o embaixador do projeto em Goiânia, Matheus Alencar.

Em um cenário de guerra e alta do petróleo, iniciativas como o Corre Certo mostram que soluções locais podem oferecer alívio para trabalhadores que dependem do carro como fonte de renda. A economia no combustível não resolve a crise global, mas representa um respiro essencial para quem precisa continuar nas ruas todos os dias.

Serviço:

Corre Certo-  www.correcertoprotecao.com.br  e (11) 99983-7408 

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Bilhões em incentivos fiscais seguem ignorados enquanto contribuintes podem decidir destino de até 6% do imposto

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Durante a declaração do Imposto de Renda, leis de incentivo se consolidam como principal instrumento de destinação com impacto econômico relevante

Em meio ao início da declaração do Imposto de Renda 2026, especialistas alertam para um paradoxo fiscal no país: enquanto bilhões de reais poderiam ser direcionados a projetos sociais, culturais e esportivos por meio de incentivos legais, a maior parte desse potencial segue sem uso. Hoje, o contribuinte brasileiro pode escolher o destino de até 6% do imposto devido, mas a adesão ainda é baixa diante do impacto comprovado dessas políticas.

Entre os mecanismos disponíveis, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, se destaca como a mais utilizada e consolidada no país. Em 2025, o volume de recursos captados por meio da lei atingiu R$ 3,41 bilhões, com crescimento contínuo nos últimos anos e presença em todas as regiões brasileiras.

Além disso, estudos recentes mostram que o impacto vai além do setor cultural: a cada R$ 1 investido, R$ 7,59 retornam para a economia, com geração de empregos e movimentação em cadeias produtivas diversas. Esse protagonismo ajuda a explicar por que a Rouanet é hoje a principal porta de entrada para contribuintes, pessoas físicas podem destinar até 6% do imposto devido, enquanto empresas tributadas pelo lucro real podem aplicar até 4%.

Apesar desse avanço, o cenário geral revela um enorme espaço inexplorado. Levantamentos indicam que menos de 6% do potencial total das leis de incentivo fiscal é efetivamente utilizado no Brasil, o que significa que bilhões de reais deixam de ser direcionados a projetos sociais todos os anos.

Para Vanessa Pires, CEO da Brada, “num cenário de pressão por mais investimentos sociais e eficiência no uso de recursos públicos, os incentivos fiscais se consolidam como uma ferramenta estratégica ainda pouco explorada no Brasil. Para o contribuinte, trata-se não apenas de um benefício tributário, mas de uma decisão sobre impacto: deixar o recurso seguir automaticamente para o caixa público ou direcioná-lo, de forma consciente, para transformar realidades”.

Entre os instrumentos menos utilizados e que demandam maior atenção estão: o Fundo da Infância e Adolescência (FIA): apesar de serem uma das principais fontes de financiamento de políticas públicas para crianças e adolescentes, menos de 1% dos contribuintes realizam esse tipo de destinação.

Quanto a lei de Incentivo ao Esporte que é voltada à inclusão social e formação esportiva, ainda enfrenta baixa adesão, mas conseguiu avançar em algumas frentes e ganhou força em projetos regionais, assim como a lei do Audiovisual que permite deduções relevantes, inclusive com possibilidade de abatimento integral em alguns casos, mas ainda é pouco conhecida entre contribuintes.

Na prática, todas essas modalidades compartilham a mesma lógica: não representam custo adicional, mas sim a escolha sobre o destino de um imposto já devido. Para pessoas físicas, o limite global de destinação chega a 6% do imposto devido, enquanto empresas podem aplicar percentuais menores, geralmente até 4% dependendo do tipo de incentivo.

A utilização, no entanto, exige atenção às regras, como a escolha de projetos aprovados e a declaração no modelo completo do Imposto de Renda.

Outro fator que limita a adesão é a percepção equivocada de complexidade. Embora o processo exija organização, como a guarda de recibos e o correto preenchimento da declaração, a própria Receita Federal permite realizar parte dessas destinações diretamente no momento da entrega do IR facilitando o acesso ao mecanismo.

Em um cenário de pressão por mais investimentos sociais e eficiência no uso de recursos públicos, os incentivos fiscais se consolidam como uma ferramenta estratégica ainda subutilizada no Brasil. Para o contribuinte, trata-se não apenas de um benefício tributário, mas de uma decisão sobre impacto: deixar o recurso seguir automaticamente para o caixa público ou direcioná-lo, de forma consciente, para transformar realidades.

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