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Um terço das pequenas empresas opera sem conta jurídica

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Métodos alternativos de pagamento ganham relevância no segmento responsável por 30% do PIB brasileiro

O Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, comemorado em 27 de junho, destaca a relevância do segmento para a economia. De acordo com o Sebrae, os pequenos negócios – somados aos microempreendedores individuais (MEIs) – movimentam cerca de R$ 420 bilhões ao ano. O montante corresponde a 30% do PIB brasileiro.  

Outro dado do Sebrae, com base no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), estima que o Brasil tenha pelo menos 2.300 novas MPEs abertas a cada dia. Entretanto, um número significativo opera sem conta bancária para Pessoa Jurídica (PJ), enfrentando desafios para manter operações financeiras em funcionamento.

Segundo a pesquisa Indicador Nacional de Atividade da Micro e Pequena Indústria, do Datafolha, 28% das empresas funcionam sem conta bancária de Pessoa Jurídica (PJ); entre microindústrias a porcentagem atinge 33%. O levantamento aponta São Paulo como o município com a maior taxa de empresas informais: um terço opera sem conta PJ.

Para Cristiano Maschio, CEO da fintech Qesh, a desbancarização reflete dificuldades econômicas e questões burocráticas enfrentadas por esses empreendimentos: “Muitas PMEs têm dificuldade para abrir contas devido a requisitos de documentação e histórico financeiro. Além disso, taxas elevadas associadas às contas bancárias podem ser um fardo significativo para empresas de menor porte”.

Conforme levantamento do Datafolha, 69% das empresas desbancarizadas faturam até R$ 15 mil por mês. Outra preocupação é a probabilidade de fechamento no curto prazo: 72% apresentam maior risco de fechamento em comparação com as que possuem contas de pessoas jurídicas.

“A falta de uma conta bancária formal pode impactar negativamente a capacidade das empresas de acessar crédito, realizar transações comerciais e expandir operações de forma estruturada”, ressalta Maschio.

Alternativas

Em meio aos desafios, métodos alternativos de pagamento despontam entre empresas desbancarizadas. Ainda de acordo com o Datafolha, 87% utilizam contas pessoais – pessoa física – para movimentar recursos da empresa, embora a prática possa gerar confusão entre finanças particulares e empresariais.

Soluções como contas digitais e cartões pré-pagos, oferecidos por fintechs, também são uma opção viável para PMEs. Conforme relatório compilado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pela Finnovista, o número de fintechs quadruplicou nos últimos seis anos na América Latina. A maioria, 57%, tem como alvo a população desbancarizada.

“Enquanto muitas pequenas e médias empresas no Brasil enfrentam desafios ao operar sem uma conta bancária de pessoa jurídica, o cenário está mudando com a introdução de soluções digitais. A busca por maior inclusão financeira e a simplificação dos processos burocráticos são essenciais para apoiar o crescimento sustentável desses empreendimentos no país”, afirma o CEO da Qesh.

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Pagsmile anuncia aquisição estratégica da A55 SCD e amplia portfólio de serviços

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Operação está sujeita à aprovação pelo Banco Central e reforça estratégia de consolidação do ecossistema financeiro da companhia

A A55 SCD passa a integrar o Grupo Pagsmile, que acaba de adquirir uma participação qualificada da A55 SCD de 49%, e está em processo de aquisição de controle, sujeita à aprovação do Banco Central. Nas suas outras linhas de negócio, a fintech A55 continua operando nos ecossistemas de inovação em tecnologia financeira, com cargo chefe na orquestração de pagamentos cross border. 

A aquisição está alinhada à estratégia de crescimento e diversificação da Pagsmile, que consolida um ecossistema financeiro integrado, reunindo pagamentos, crédito estruturado e soluções bancárias sob estrutura regulada. A incorporação da licença de Sociedade de Crédito Direto (SCD) amplia as possibilidades de atuação do grupo no mercado e viabiliza, futuramente, o desenvolvimento de novos produtos de crédito voltados para Pessoa Jurídica, respeitando os prazos e exigências regulatórias. 

Para Marlon Tseng, CEO da Pagsmile, “com a aquisição da A55 SCD, a Pagsmile fortalece seu posicionamento como plataforma financeira completa. Este movimento reforça nossa estratégia de crescimento estruturado e responsável, ampliando nossa atuação no ecossistema financeiro.” O executivo destaca ainda que a companhia segue crescendo em estrutura física, número de colaboradores e inteligência de dados e tecnologia para atender à nova demanda de clientes.

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Dra Magna Damázio a guardiã das PMEs endividadas

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Em um Brasil onde 8,1% da população rural enfrenta inadimplência (alta de 1,1% anual, com produtores sem cadastro rural em 10,5%), o superendividamento chega ao campo via frustrações de safra, clima extremo e crédito caro, ameaçando 8 milhões de PMEs urbanas e rurais. A Dra. Magna Damázio, advogada com 10+ anos em Direito Bancário via Damázio Advocacia (PE), surge como guardiã do judiciário: suspende abusos, garante alongamento de dívidas rurais (Súmula 298/STJ) e aplica Lei 14.181 para unificar débitos em planos viáveis de 60 meses, protegendo patrimônio familiar e empregos.

Fundadora de dois escritórios, Dra. Magna já resgatou sonhos de superendividados urbanos e agora estende expertise ao agro familiar, onde arrendatários lideram inadimplentes por margens apertadas e grandes produtores arriscam demais (9,2%). Sua estratégia administrativa evita judicialização: mapeia juros abusivos em cartões consignados, DDA indevidos e financiamentos predatórios, homologando acordos que respeitam a sazonalidade rural (Lei 4.829/65). Clientes agro relatam: “De safras perdidas a planejamento tranquilo”, transformando noites de medo em fluxo de caixa restaurado.

“Produtor rural superendividado tem direito ao alongamento, não é favor do banco, é lei que salva safra, família e economia local”, afirma Dra. Magna Damazio, cuja trajetória de servidor endividado a referência ressoa com mulheres líderes equilibrando campo, CNPJ e lar. AgroScore caiu para 605 pontos em 2025, com custos elevados e commodities voláteis; ela blinda PMEs contra bancos que ignoram riscos inerentes, promovendo justiça restaurativa em estados como RS (4,9% inadimplência) a AP (19,5%)

Mulheres visionárias do agro e varejo imaginam filhas vendo mães produtoras renascerem sem penhoras ou recuperações judiciais, sofisticação emocional que Dra. Magna entrega, conectando Manual de Crédito Rural a realidades de Olinda a fazendas invisíveis no CAR/CAFIR. Destaque por prevenção jurídica, ela eleva pequenas e médias empresas de crise a legado sustentável, gerando empregos onde a economia respira.

Junte-se ao movimento rural-empresarial e sinta a lei virar oxigênio para sua safra ou negócio. Qual dívida sufoca sua PME/produtor hoje? Quando começamos a ter mais clareza, conseguimos enxergar esperança judicial.

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Marca pioneira, Little Duck expande produção e fortalece liderança em cama montessoriana no Brasil

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A Little Duck, marca pioneira no Brasil na fabricação de camas montessorianas 100% em espuma com a tecnologia exclusiva GROWTECH, inicia um novo ciclo de expansão para acompanhar o aumento consistente da procura por móveis infantis seguros, modernos e funcionais. A empresa, conhecida por estimular autonomia e proporcionar independência desde os primeiros anos de vida, vem reforçando sua estrutura interna e ampliando seus processos operacionais.

Desenvolvidos inteiramente em espuma de alta densidade, os produtos da marca eliminam quinas rígidas e garantem um ambiente mais seguro para bebês e crianças. Esse diferencial tem ampliado a presença da Little Duck no mercado e consolidado sua posição como referência nacional em mobiliário infantil inovador.

Para conduzir essa nova etapa de crescimento, a empresa anuncia a chegada de um novo diretor de Operações, que terá como missão otimizar a produção, aperfeiçoar fluxos internos e preparar a organização para ampliar portfólio e capacidade produtiva. “Nosso foco é estruturar uma operação que acompanhe o ritmo da marca, preservando qualidade, eficiência e segurança para as famílias que confiam na Little Duck”, afirma o executivo.

Com o propósito de tornar a infância mais acolhedora e estimulante, a Little Duck desenvolve móveis que unem funcionalidade, praticidade e segurança. Suas camas montessorianas tornaram-se o principal destaque do portfólio, combinando estética moderna, conforto e benefícios reconhecidos para o desenvolvimento infantil.

A expansão operacional permitirá reduzir prazos, entregar uma experiência mais completa ao cliente e atender à crescente demanda por móveis infantis seguros. Ao mesmo tempo, a marca avança na criação de novos produtos alinhados às necessidades reais das famílias. “Cada peça é pensada para acompanhar o crescimento das crianças com cuidado e segurança”, reforça a empresa.

Com mais essa fase de investimentos, a Little Duck fortalece sua atuação no segmento infantil e se posiciona para atender, com ainda mais eficiência, o público que busca mobiliário seguro, moderno e funcional.

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