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Ramo de madeira plástica cresce no Brasil e procura aumenta em todo o território nacional

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Empresa planeja investimento de R$ 3,5 milhões para 6 novas lojas e contratação de 100 novos colaboradores até 2025

A madeira ecológica ou plástica é um dos produtos que vem revolucionando o mercado de arquitetura e construção nos últimos anos, tanto pela praticidade de manutenção do produto instalado, como pela economia que os clientes encontram na hora da comparação de preços com a madeira.

A madeira nativa de boa qualidade, como por exemplo uma Cumaru, a cada dia está mais escassa no mercado e seu preço torna-se elevado, devido as fiscalizações, certificações e o tempo de reflorestamento da mesma, tornando-a cada vez mais rara. Uma Cumaru de qualidade pode ter seu preço no mercado mais elevado do que uma madeira plástica ou WPC, além disso ela exige uma manutenção periódica de seis em seis meses, elevando ainda mais os custos com o produto. Portanto além de custos com manutenção que a madeira plástica dispensa, a madeira natural tem vida útil curta, aproximadamente de 3 anos a 5 anos, com as manutenções periódicas, já a ecológica oferece uma garantia de 10 anos e estimativa de vida de 80 a 100 anos.

Com estes fatores em ascensão e líder na comercialização deste produto no Brasil, a Star Deck Madeiras Plásticas acabou de inaugurar a primeira filial do grupo, em julho, na cidade de Feira de Santana, na Bahia. O investimento na marca é garantido e os aportes serão consideráveis tanto para a matriz em São Bernardo do Campo – SP como para as filiais. É provisionada à abertura de mais seis lojas pelo país até 2025 e a contratação de mais colaboradores, inclusive para a matriz. “Toda a nossa central de atendimento on-line e externa estão localizadas na matriz, portanto investimentos em tecnologia, mão de obra especializada e técnicos de instalação estão em processo de seleção. Não abrimos mão de acompanhar todos os agendamentos e também o pós venda pessoalmente”, explica Eduardo Aparecido diretor de novos negócios da marca. Outro ponto importante é a expansão do piso fabril da marca, na região sul do país, melhorando logística e planos estratégicos. “Nosso material é entregue em todo o território nacional, então otimizar custos logísticos e prazos de entrega, garantem uma rentabilidade e melhores condições de pagamento para os clientes”.

“A capacidade fabril foi afetada nos últimos anos devido a pandemia e a falta de insumos, porém conseguimos projetar nossa expansão da Madeira Ecológica. O crescimento através das lojas físicas e virtuais e a normalização dos insumos, teremos um aumento de mais de 100% na fabricação e comercialização dos nossos produtos nos próximos 10 anos, assumindo boa parte do mercado de Madeira Nativa e outros materiais de construção”, explica Douglas Moraes diretor de marketing da marca.

Mas o mercado de madeira plástica assim como todos os outros, conta sempre com o vilão chinês, produzindo material de qualidade inferior e que chega ao Brasil com um preço menor que o produto nacional. As desvantagens do produto oriental estão associadas a falta de garantia e controle de qualidade. Os produtos nacionais, não empenam na instalação, tem aditivos com controle de dilatação e contração, agentes contra raios U.V, não propaga chamas e são criteriosamente fiscalizados pelos órgãos públicos responsáveis. “Por este motivo conseguimos repassar dez anos de garantia em nossos produtos,” garante Douglas.

Os números são impressionantes, são mais de 6.000 mil projetos executados em todo o território nacional. Um dos maiores em andamento, está na Riviera de São Lourenço, litoral paulista, com uma obra de 3.000m² de deck de madeira plástica, com instalação e finalização conduzida por nossa equipe. Para conclusão deste projeto ainda foram utilizados 12.000ML de vigamento de parte estrutural, mais de 120.000 parafusos, além dos acabamentos para madeira plástica. O investimento inicial provisionado para as novas lojas e show room no Grande ABC é de R$ 3,5 milhões de reais, seis novas lojas espalhadas estratégicamente pelo Brasil e a contratação de 100 novos colaboradores nas mais diversas áreas como comercial, recursos humanos, marketing e logistica.

“Para os próximos anos, as madeiras serão substituídas completamente pela madeira plástica, preservando a reserva natural para as próximas gerações, garantindo assim uma qualidade de vida melhor para todos. Este é o nosso objetivo, empreender no Brasil e colaborar com as politicas de sustentabilidade no mercado da construção”, finaliza Eduardo.

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6 em cada 10 brasileiros LGBT relatam dificuldades em conseguir trabalho

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Seis em cada dez brasileiros LGBTQIAPN+ relatam dificuldades em ingressar no mercado de trabalho, segundo dados da terceira edição do estudo do Oldversity, produzido pelo Grupo Croma. Por outro lado, 52% percebe que marcas e empresas têm se ajustado mais às suas necessidades.

Quatro em cada dez pessoas creem que as lojas estão mais preparadas para atender o público LGBTQIAPN+. A Natura possui o maior índice de aceitação, com 33%; O Boticário, segunda no ranking, com 12%. Globo e Avon possuem 6%.

Fonte: Veja

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Camila Silveira vai palestrar no evento, que é imperdível para empreendedores, visionários e amantes do desenvolvimento

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A primeira edição da Expo Arujá, maior feira de negócios do Alto Tietê, acontece de 8 a 10 de maio, das 10h às 20h. Arujá será o epicentro de oportunidades para indústria, comércio, serviços e agronegócio.

A feira é um espaço onde as mentes mais inovadoras se reúnem, em que negócios são iniciados e parcerias são forjadas. O evento conta uma ampla gama de expositores representando diversos setores, desde a indústria até o agronegócio. Esta é a oportunidade de explorar novos horizontes e expandir operações.

Durante três dias, acontecem palestras de líderes de pensamento e especialistas em diversos campos. E no dia 10 de maio, às 14h, a oportunidade única de participar do evento de capacitação ao Marketing Digital, com a renomada Camila Silveira. O participante poderá aprimorar suas habilidades e levar sua estratégia de marketing para o próximo nível.

Saiba por que participar da feira:

Networking Poderoso: Conecte-se com outros empresários, fornecedores e especialistas do setor. A troca de ideias e experiências pode abrir portas inimagináveis.

Oportunidades de Negócio: Descubra novos produtos, serviços e tecnologias que podem impulsionar o crescimento do seu negócio.

Atualização Profissional: Mantenha-se à frente da concorrência com insights valiosos das palestras e workshops ministrados por especialistas reconhecidos.

Visibilidade da Marca: Exponha sua empresa para um público qualificado e aumente o reconhecimento da sua marca.

O evento acontece no Aflord – Estrada Pl Arujá Para mais informações e para garantir sua presença, visite o site oficial em www.aexpoarujá.com.br.

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Casamento x união estável- saiba as principais semelhanças e diferenças nas duas formas legais de relacionamento

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Advogado Daniel Romano Hajaj fala sobre os regimes de casamento

Muito se pergunta quais são as principais semelhanças e diferenças entre a união estável e o casamento.O advogado Daniel Romano Hajaj, com vasta experiência em direito de família, esclarece que ambas são formas legais de estabelecer um vínculo matrimonial, seja entre pessoas do mesmo ou de diferentes sexos.

“O casamento é a forma mais tradicional de união em nosso País. É uma forma de reconhecimento automático e garantia dos cônjuges a todos os direitos previstos em nossa legislação, como divisão de bens em um divórcio e herança, por exemplo”.

Em relação à União Estável, o advogado esclarece que ela tem que cumprir alguns requisitos, sendo os principais uma convivência pública, contínua e duradoura, com objetivo de constituição de família, e, não necessariamente que tenham filhos.

“Quanto ao regime de bens, ou seja, a forma com que o patrimônio do casal será gerido, as regras são as mesmas. A diferença é que na União Estável, se ela não for registrada, a regra é o regime de comunhão parcial de bens, ou seja, tudo o que foi adquirido após o início do relacionamento, pertence a ambos”, enfatiza o advogado.

Em relação ao regime de casamento, o advogado esclarece que são 3 os mais utilizados, a comunhão parcial de bens, que é a regra, tanto para casamento, quanto para união estável, onde tudo o que é adquirido após a união pertence ao patrimônio comum do casal. A separação total de bens, onde cada cônjuge tem o seu patrimônio, separado e não se comunica com o patrimônio do outro; e por fim, a comunhão total, onde todos os bens, sejam anteriores ou posteriores ao casamento integram o patrimônio do casal.

“A grande diferença é que no caso do casamento, há possibilidade de mudança do regime de casamento, ou seja, você pode mudar de comunhão parcial para separação total por exemplo, já na união estável, se não há registro, prevalece a comunhão parcial de bens”, ressalta o advogado Daniel Romano Hajaj.

Por outro lado, esclarece o advogado, que a União Estável pode ser registrada a qualquer tempo, com data retroativa, ou seja, o casal pode viver anos juntos, sem registro algum e, em dado momento, formalizar a união indicando o mês e ano de início e, ainda, o regime de bens. Essa possibilidade é interessante quando há necessidade de proteger o patrimônio do casal.

Já em relação ao término do relacionamento, as regras estipuladas do regime de bens têm que ser observadas e a divisão tem que ser conforme o previsto na legislação.

“Mas quando falamos em união estável informal, o famoso, vamos morar juntos, a divisão dos bens e torna um problema, e, muitas vezes, é necessário entrar com uma ação para reconhecer e dissolver a união estável, pedindo, ainda, que o juiz determine a divisão dos bens, ainda que registrados apenas em nome de um dos cônjuges”, ressalta o advogado.

Por fim, o advogado enfatiza que para o casal resguardar seus direitos de forma saudável, devem sempre conversar e alinhar, seja no momento da união, seja no momento da separação, já que em um litígio, onde a decisão será dada por um juiz, todos acabarão perdendo.

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